• Guião de História 2023 Digital Créer
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    Moçambique
    guia de preparação da FILOSCHOOL apresenta uma coletânea de 60 questões resolvidas do exame de História de 2023 da Universidade Joaquim Chissano (UJC) , abrangendo desde a definição da História como ciência e a transição do feudalismo para o capitalismo , até eventos cruciais da Idade Contemporânea como as Grandes Guerras Mundiais, a ascensão do Liberalismo e o papel da ONU. O documento detalha processos de ocupação e descolonização em África, destacando a formação de estados pré-coloniais como o Grande Zimbabwe , e foca especificamente no nacionalismo moçambicano, abordando a fundação da FRELIMO, a luta armada de libertação e a subsequente transição política para a democracia e economia de mercado com a Constituição de 1990. Além disso, o material contextualiza crises geopolíticas recentes, como os golpes de Estado na região do Sahel e o conflito israelo-palestiniano.
    guia de preparação da FILOSCHOOL apresenta uma coletânea de 60 questões resolvidas do exame de História de 2023 da Universidade Joaquim Chissano (UJC) , abrangendo desde a definição da História como ciência e a transição do feudalismo para o capitalismo , até eventos cruciais da Idade Contemporânea como as Grandes Guerras Mundiais, a ascensão do Liberalismo e o papel da ONU. O documento detalha processos de ocupação e descolonização em África, destacando a formação de estados pré-coloniais como o Grande Zimbabwe , e foca especificamente no nacionalismo moçambicano, abordando a fundação da FRELIMO, a luta armada de libertação e a subsequente transição política para a democracia e economia de mercado com a Constituição de 1990. Além disso, o material contextualiza crises geopolíticas recentes, como os golpes de Estado na região do Sahel e o conflito israelo-palestiniano.
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  • No Imperio de Gana, as fronteiras ocidentais seguem a linha do rio Senegal, as orientais perto de Tombuctu no Mali, em baixo são delimitadas pelo:
    Pergunta 12Resposta

    a.
    rio Níger e acima pela linha de Tebferilla

    b.
    Oceano atlântico acima pela fronteira terrestre do Gana

    c.
    Ilha de Madagáscar e acima pelo deserto de sahara

    d.
    Rovuma e acima pela linha do grande Zimbabwe
    No Imperio de Gana, as fronteiras ocidentais seguem a linha do rio Senegal, as orientais perto de Tombuctu no Mali, em baixo são delimitadas pelo: Pergunta 12Resposta a. rio Níger e acima pela linha de Tebferilla b. Oceano atlântico acima pela fronteira terrestre do Gana c. Ilha de Madagáscar e acima pelo deserto de sahara d. Rovuma e acima pela linha do grande Zimbabwe
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  • Os povos da Idade do Ferro Recente instalaram-se no Grande Zimbabwe por volta do seculo.
    Pergunta 4Resposta

    a.
    XV-XVI

    b.
    XII – XIV

    c.
    V - VIII

    d.
    X - XI
    Os povos da Idade do Ferro Recente instalaram-se no Grande Zimbabwe por volta do seculo. Pergunta 4Resposta a. XV-XVI b. XII – XIV c. V - VIII d. X - XI
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  • Quando começamos éramos jovens Super emocionados, em meio a grandes gigantes como #mozexames, #explicador Inic#Explicador84 e sopra- educação, mas com o tempo, amadurecemos ao percurso da caminhada, decidimos desafiar os ditos “gigantes”.
    Lançando um produto que unia todos os serviços, Numeúnico projecto. Desta feita, nasceu a Filoschool, e também o que mais impulsionou o nosso progresso foi a técnica adoptada de explicação por pergunta, onde passamos a atender educandos de todas as faixas etárias.
    No começo 90% dos nossos clientes eram alunos da secundária com idade compreendida entre 16 a 20anos, o que de facto mudou a nossa jornada foi quando decidimos entrar no ensino superior onde passamos atender clientes de todas as faixas etárias. Um outro desafio muito grande foi de convencer jovens universitários pra trabalhar na “Filoschool”. Nesses quatro anos conseguimos conquistar a confiança dos moçambicanos.
    Muito obrigado a todos os que fizeram parte dessa jornada.
    Quando começamos éramos jovens Super emocionados, em meio a grandes gigantes como #mozexames, #explicador Inic#Explicador84 e sopra- educação, mas com o tempo, amadurecemos ao percurso da caminhada, decidimos desafiar os ditos “gigantes”. Lançando um produto que unia todos os serviços, Numeúnico projecto. Desta feita, nasceu a Filoschool, e também o que mais impulsionou o nosso progresso foi a técnica adoptada de explicação por pergunta, onde passamos a atender educandos de todas as faixas etárias. No começo 90% dos nossos clientes eram alunos da secundária com idade compreendida entre 16 a 20anos, o que de facto mudou a nossa jornada foi quando decidimos entrar no ensino superior onde passamos atender clientes de todas as faixas etárias. Um outro desafio muito grande foi de convencer jovens universitários pra trabalhar na “Filoschool”. Nesses quatro anos conseguimos conquistar a confiança dos moçambicanos. Muito obrigado a todos os que fizeram parte dessa jornada.
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  • A muralha que o circunda o grande Zimbabwe tem uma altura média de 7,30 m, 5,50 m de espessura:
    Pergunta 5Resposta

    a.
    Na base e 4,30 a 5,60 m no alto.

    b.
    Na base e 2,30 a 4,60 m no alto.

    c.
    Na base e 1,30 a 3,60 m no alto.

    d.
    Na base e 3,30 a 5,60 m no alto.
    A muralha que o circunda o grande Zimbabwe tem uma altura média de 7,30 m, 5,50 m de espessura: Pergunta 5Resposta a. Na base e 4,30 a 5,60 m no alto. b. Na base e 2,30 a 4,60 m no alto. c. Na base e 1,30 a 3,60 m no alto. d. Na base e 3,30 a 5,60 m no alto.
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  • O primeiro contacto entre os europeus e os aficamos na região do baixo vale do Congo e em Angola, assim como no vale do Zambeze e em suas imediações, tinham como grande interesse:
    Pergunta 12Resposta

    a.
    Atividades comerciais.

    b.
    Envangelização.

    c.
    Exploração etnográfica.

    d.
    Trocas culturais.
    O primeiro contacto entre os europeus e os aficamos na região do baixo vale do Congo e em Angola, assim como no vale do Zambeze e em suas imediações, tinham como grande interesse: Pergunta 12Resposta a. Atividades comerciais. b. Envangelização. c. Exploração etnográfica. d. Trocas culturais.
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  • O primeiro grande historiador africano criador do Afro-centrismo nas décadas 50 e 60 foi:
    Pergunta 3Resposta

    a.
    Joseph Ki-Zerbo.

    b.
    Cheikh Anta Diop.

    c.
    Elikia M`bokolo.

    d.
    W. E. Du Bois.
    O primeiro grande historiador africano criador do Afro-centrismo nas décadas 50 e 60 foi: Pergunta 3Resposta a. Joseph Ki-Zerbo. b. Cheikh Anta Diop. c. Elikia M`bokolo. d. W. E. Du Bois.
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  • O Império Carolíngio foi o primeiro grande império que surgiu na Europa Ocidental depois do Império Romano. Entre os séculos VIII e IX, esse império viveu um período de auge que foi liderado por:
    Pergunta 15Resposta

    a.
    Carlos Magno.

    b.
    Pepino, o breve.

    c.
    Carlomano I.

    d.
    Carlos Martel.
    O Império Carolíngio foi o primeiro grande império que surgiu na Europa Ocidental depois do Império Romano. Entre os séculos VIII e IX, esse império viveu um período de auge que foi liderado por: Pergunta 15Resposta a. Carlos Magno. b. Pepino, o breve. c. Carlomano I. d. Carlos Martel.
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  • A presença de argila no solo permite que haja:__
    Question 11Answer

    a.
    Aumento permeabilidade do solo, não permitindo grande infiltração da água.__

    b.
    Diminuição permeabilidade do solo, não permitindo grande infiltração da água.__

    c.
    Nenhuma influencia na infiltração da água.__

    d.
    Diminuição permeabilidade do solo, permitindo grande infiltração da água.__
    A presença de argila no solo permite que haja:__ Question 11Answer a. Aumento permeabilidade do solo, não permitindo grande infiltração da água.__ b. Diminuição permeabilidade do solo, não permitindo grande infiltração da água.__ c. Nenhuma influencia na infiltração da água.__ d. Diminuição permeabilidade do solo, permitindo grande infiltração da água.__
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  • Em conferências internacionais, um punhado de países latino-americanos se opõe a dominação do grande poder mundial e a destruição do meio ambiente cometido pelas grandes corporações. Na Conferência do Clima em Copenhagen em 2009, a Bolívia conseguiu brecar uma resolução apoiada pelos EUA que permitia o aumento da queima de combustíveis fósseis, o maior causador do aquecimento global.



    Então, o que acontece na América Latina hoje? Onde isso começou?

    A América Latina é o lar de civilizações antigas que foram destruídas pelo colonialismo espanhol desde 1500. Após a independência no início dos anos 1800, os EUA reivindicaram o direito de interferir nos países latino-americanos a fim de proteger os interesses norte-americanos no que concerne o acesso a matérias-primas e ao comércio com a América Latina mesmo quando isso não fosse bom para os povos da região.



    Nos anos 1900, os EUA tomaram parte do Panamá e construíram um canal ligando as costas Oeste e Leste dos EUA por uma rota marítima, invadindo e ocupando a Nicarágua, o Haiti, a República Dominicana e Granada, construíram bases militares e empreenderam a chamada Guerra às Drogas na Colômbia e na Bolívia. Instalou governos a seu gosto através de golpes ou fraudes eleitorais, de modo a garantir governos amigáveis aos EUA.



    Em 1959, rebeldes cubanos conseguiram tomar o controle da ilha que havia sido controlada por um ditador e amigo próximo dos EUA. A Revolução Cubana inspirou muitos na América Latina. Movimentos rebeldes foram organizados e movimentos populares de esquerda ganharam terreno. Nos anos 1970 e 80, os EUA puseram um fim a esta onda dando apoio a ditaduras militares extremamente brutais. Oponentes dos generais, reais ou imaginários, foram presos e torturados ou desapareceram nas mãos dos militares ou esquadrões da morte organizados pelo governo.



    Desde os anos 1990, a onda mudou. Os generais foram forçados a sair do poder. País após país elegeu governos populares de esquerda. A nova presidente do Brasil, Dilma Rousseff, foi uma guerrilheira em sua juventude. O esquerdista Hugo Chavez da Venezuela foi um oficial militar. Ele se mantem no poder apesar dos golpes contra ele por causa de sua enorme popularidade. Evo Morales da Bolívia é o primeiro indígena (a maioria da população) a ser chefe de Estado na Bolívia em 500 anos. O presidente Lugo do Paraguai foi um bispo católico e defensor da Teologia da Libertação e é tido como amigo dos pobres. Christina Kirchner tornou-se uma presidente popular na Argentina após seu marido ser eleito para o poder após um protesto popular contra a corrupção extrema. Rafael Correa é o presidente do Equador desde 2007. Ele tem feito reformas para melhorar a vida da pobre população indígena.



    Cuba permanece um país socialista apesar de 50 anos de intimidação pelos EUA e tem inspirado muitas gerações de socialistas que hoje possuem mais influência do que nunca em outros tempos. Cuba hoje está junto com diversos países acima mencionados na ALBA, uma organização progressista de países latino-americanos trabalhando juntos para construir laços econômicos através da cooperação e para o estabelecimento de uma alternativa à globalização capitalista.
    Em conferências internacionais, um punhado de países latino-americanos se opõe a dominação do grande poder mundial e a destruição do meio ambiente cometido pelas grandes corporações. Na Conferência do Clima em Copenhagen em 2009, a Bolívia conseguiu brecar uma resolução apoiada pelos EUA que permitia o aumento da queima de combustíveis fósseis, o maior causador do aquecimento global. Então, o que acontece na América Latina hoje? Onde isso começou? A América Latina é o lar de civilizações antigas que foram destruídas pelo colonialismo espanhol desde 1500. Após a independência no início dos anos 1800, os EUA reivindicaram o direito de interferir nos países latino-americanos a fim de proteger os interesses norte-americanos no que concerne o acesso a matérias-primas e ao comércio com a América Latina mesmo quando isso não fosse bom para os povos da região. Nos anos 1900, os EUA tomaram parte do Panamá e construíram um canal ligando as costas Oeste e Leste dos EUA por uma rota marítima, invadindo e ocupando a Nicarágua, o Haiti, a República Dominicana e Granada, construíram bases militares e empreenderam a chamada Guerra às Drogas na Colômbia e na Bolívia. Instalou governos a seu gosto através de golpes ou fraudes eleitorais, de modo a garantir governos amigáveis aos EUA. Em 1959, rebeldes cubanos conseguiram tomar o controle da ilha que havia sido controlada por um ditador e amigo próximo dos EUA. A Revolução Cubana inspirou muitos na América Latina. Movimentos rebeldes foram organizados e movimentos populares de esquerda ganharam terreno. Nos anos 1970 e 80, os EUA puseram um fim a esta onda dando apoio a ditaduras militares extremamente brutais. Oponentes dos generais, reais ou imaginários, foram presos e torturados ou desapareceram nas mãos dos militares ou esquadrões da morte organizados pelo governo. Desde os anos 1990, a onda mudou. Os generais foram forçados a sair do poder. País após país elegeu governos populares de esquerda. A nova presidente do Brasil, Dilma Rousseff, foi uma guerrilheira em sua juventude. O esquerdista Hugo Chavez da Venezuela foi um oficial militar. Ele se mantem no poder apesar dos golpes contra ele por causa de sua enorme popularidade. Evo Morales da Bolívia é o primeiro indígena (a maioria da população) a ser chefe de Estado na Bolívia em 500 anos. O presidente Lugo do Paraguai foi um bispo católico e defensor da Teologia da Libertação e é tido como amigo dos pobres. Christina Kirchner tornou-se uma presidente popular na Argentina após seu marido ser eleito para o poder após um protesto popular contra a corrupção extrema. Rafael Correa é o presidente do Equador desde 2007. Ele tem feito reformas para melhorar a vida da pobre população indígena. Cuba permanece um país socialista apesar de 50 anos de intimidação pelos EUA e tem inspirado muitas gerações de socialistas que hoje possuem mais influência do que nunca em outros tempos. Cuba hoje está junto com diversos países acima mencionados na ALBA, uma organização progressista de países latino-americanos trabalhando juntos para construir laços econômicos através da cooperação e para o estabelecimento de uma alternativa à globalização capitalista.
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