• Guião de História 2026 Digital Νέο
    $1.00
    Σε απόθεμα
    Moçambique
    Guião de preparação da FILOSCHOOL para o exame de admissão de História da Universidade Pedagógica de 2026 apresenta uma coleção de questões resolvidas e explicadas que abrangem desde a Historiografia, analisando as visões providencialistas, marxistas e a Escola dos Annales , até à História Geral, com foco nas civilizações da Antiguidade, Renascimento e conflitos do século XX. O material dedica secções significativas à História de África, destacando a resistência colonial e o pan-africanismo , e à História de Moçambique, detalhando o período das companhias majestáticas, a luta de libertação, a transição para o multipartidarismo com a Constituição de 1990 e os acordos de paz que moldaram a nação contemporânea.
    Guião de preparação da FILOSCHOOL para o exame de admissão de História da Universidade Pedagógica de 2026 apresenta uma coleção de questões resolvidas e explicadas que abrangem desde a Historiografia, analisando as visões providencialistas, marxistas e a Escola dos Annales , até à História Geral, com foco nas civilizações da Antiguidade, Renascimento e conflitos do século XX. O material dedica secções significativas à História de África, destacando a resistência colonial e o pan-africanismo , e à História de Moçambique, detalhando o período das companhias majestáticas, a luta de libertação, a transição para o multipartidarismo com a Constituição de 1990 e os acordos de paz que moldaram a nação contemporânea.
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  • Guião de História 2025 Digital Νέο
    $1.00
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    Moçambique
    Guião de exames resolvidos da FILOSCHOOL destinado à preparação para o exame de admissão de História da Universidade Pedagógica (UP) 2025. Ele apresenta 60 questões de múltipla escolha com as respetivas respostas, abrangendo desde a Antiguidade e evolução humana até temas da História Contemporânea de Moçambique, como os acordos de paz e o funcionamento das companhias majestáticas. O material serve como uma ferramenta de estudo para diversos níveis académicos, oferecendo suporte direto via WhatsApp para auxiliar os estudantes no sucesso académico
    Guião de exames resolvidos da FILOSCHOOL destinado à preparação para o exame de admissão de História da Universidade Pedagógica (UP) 2025. Ele apresenta 60 questões de múltipla escolha com as respetivas respostas, abrangendo desde a Antiguidade e evolução humana até temas da História Contemporânea de Moçambique, como os acordos de paz e o funcionamento das companhias majestáticas. O material serve como uma ferramenta de estudo para diversos níveis académicos, oferecendo suporte direto via WhatsApp para auxiliar os estudantes no sucesso académico
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  • Guião de História 2023 Digital Νέο
    $1.00
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    Moçambique
    O Guia detalha conteúdos do Exame de História 1 de 2023 da UEM, abordando desde a substituição da comunidade primitiva pela expansão Bantu, fundamentada na teoria linguística e na fixação de grupos como os Shona e as sociedades matrilineares ao norte do Zambeze. Explora a organização de estados pré-coloniais como Mutapa, onde se cobrava o tributo "curva", e o Estado de Zimbabwe, destacando centros como Sofala e Manyikene. No contexto colonial, descreve a atuação de companhias majestáticas, a fundação de feitorias em 1530 e a resistência liderada por figuras como Farelay, além de mencionar a transição para a República em Portugal em 1910. Por fim, o texto resume marcos da era independente, incluindo a proclamação da independência por Samora Machel em 1975, a adesão ao FMI, a assinatura do Acordo Geral de Paz em 1992 e as primeiras eleições multipartidárias em 1994, que elegeram Joaquim Chissano.
    O Guia detalha conteúdos do Exame de História 1 de 2023 da UEM, abordando desde a substituição da comunidade primitiva pela expansão Bantu, fundamentada na teoria linguística e na fixação de grupos como os Shona e as sociedades matrilineares ao norte do Zambeze. Explora a organização de estados pré-coloniais como Mutapa, onde se cobrava o tributo "curva", e o Estado de Zimbabwe, destacando centros como Sofala e Manyikene. No contexto colonial, descreve a atuação de companhias majestáticas, a fundação de feitorias em 1530 e a resistência liderada por figuras como Farelay, além de mencionar a transição para a República em Portugal em 1910. Por fim, o texto resume marcos da era independente, incluindo a proclamação da independência por Samora Machel em 1975, a adesão ao FMI, a assinatura do Acordo Geral de Paz em 1992 e as primeiras eleições multipartidárias em 1994, que elegeram Joaquim Chissano.
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  • Guião de exames resolvidos de História 10ª Classe Digital Νέο
    $13.00
    Σε απόθεμα
    Mocambique
    guião de exames resolvidos de História 10ª Classe de 2024, focado em preparar alunos para exames nacionais e de admissão em Moçambique.

    Principais Temas Abordados:
    1. Imperialismo e Primeira Guerra Mundial

    Alianças: Identifica a Tríplice Aliança (Alemanha, Áustria-Hungria, Itália) e a Tríplice Entente (França, Inglaterra, Rússia).

    Conflitos: Explica as causas da Primeira Guerra, como as contradições imperialistas e a disputa por colónias.

    Rússia: Justifica a saída da Rússia da guerra devido ao enfraquecimento militar e económico interno.

    2. História de Moçambique e Colonialismo

    Conferência de Berlim: Refere o "Mapa Cor-de-Rosa" e a tentativa de Portugal de unir os territórios de Angola a Moçambique.

    Exploração Colonial: Discute o sistema de companhias majestáticas e o papel da mão-de-obra forçada (chibalo).

    Nacionalismo: Destaca o papel de organizações como o Grémio Africano e a Liga Africana no despertar da consciência nacional.

    Economia: Menciona a construção da Barragem de Cahora Bassa e o seu impacto na economia colonial.

    3. Segunda Guerra Mundial e a Nova Ordem Mundial

    Superpotências: Analisa a ascensão dos EUA e da URSS e a divisão do mundo em blocos (Capitalista vs. Socialista).

    Guerra Fria: Aborda o conceito de "Coexistência Pacífica" e eventos que a desafiaram, como a Revolução Chinesa de 1949 e a crise na Hungria em 1956.

    Países Não Alinhados: Explica a importância deste movimento para os países que não queriam aderir a nenhum dos blocos militares.

    4. Organizações Internacionais

    Menciona a criação da ONU (Organização das Nações Unidas) como sucessora da Sociedade das Nações para garantir a paz mundial.
    guião de exames resolvidos de História 10ª Classe de 2024, focado em preparar alunos para exames nacionais e de admissão em Moçambique. Principais Temas Abordados: 1. Imperialismo e Primeira Guerra Mundial Alianças: Identifica a Tríplice Aliança (Alemanha, Áustria-Hungria, Itália) e a Tríplice Entente (França, Inglaterra, Rússia). Conflitos: Explica as causas da Primeira Guerra, como as contradições imperialistas e a disputa por colónias. Rússia: Justifica a saída da Rússia da guerra devido ao enfraquecimento militar e económico interno. 2. História de Moçambique e Colonialismo Conferência de Berlim: Refere o "Mapa Cor-de-Rosa" e a tentativa de Portugal de unir os territórios de Angola a Moçambique. Exploração Colonial: Discute o sistema de companhias majestáticas e o papel da mão-de-obra forçada (chibalo). Nacionalismo: Destaca o papel de organizações como o Grémio Africano e a Liga Africana no despertar da consciência nacional. Economia: Menciona a construção da Barragem de Cahora Bassa e o seu impacto na economia colonial. 3. Segunda Guerra Mundial e a Nova Ordem Mundial Superpotências: Analisa a ascensão dos EUA e da URSS e a divisão do mundo em blocos (Capitalista vs. Socialista). Guerra Fria: Aborda o conceito de "Coexistência Pacífica" e eventos que a desafiaram, como a Revolução Chinesa de 1949 e a crise na Hungria em 1956. Países Não Alinhados: Explica a importância deste movimento para os países que não queriam aderir a nenhum dos blocos militares. 4. Organizações Internacionais Menciona a criação da ONU (Organização das Nações Unidas) como sucessora da Sociedade das Nações para garantir a paz mundial.
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  • #historia

    1-Demonstra que a atuação do estado colonial português estava subordinada ao capital estava estrangeiro não não português

    2-Apresenta os direitos soberanos das companhias majestativas ?

    3-Que razões levaram o governo colonial português a criar as companhias majestativas?
    #historia 1-Demonstra que a atuação do estado colonial português estava subordinada ao capital estava estrangeiro não não português 2-Apresenta os direitos soberanos das companhias majestativas ? 3-Que razões levaram o governo colonial português a criar as companhias majestativas?
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  • 3. As principais companhias majestáticas em Moçambique foram:
    A. Zambézia e Moçambique
    B. Moçambique e Niassa
    C. Borror e Zambézia
    D. Niassa e borror
    #Exame_de_historia_ujc_2019
    3. As principais companhias majestáticas em Moçambique foram: A. Zambézia e Moçambique B. Moçambique e Niassa C. Borror e Zambézia D. Niassa e borror #Exame_de_historia_ujc_2019
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  • Por que a rainha Elizabeth usa roupas com cores fortes?
    Originalmente respondida: Por que a rainha Elizabeth veste cores fortes?
    A Sua Majestade, no começo do seu reinado, instruiu os seus estilistas sobre o que ela esperava deles.

    Ela usa um estilo específico de sapato que é confortável, mas elegante, e carrega um tipo específico de bolsa de mão: estas praticamente nunca mudam, exceto ocasionalmente ela as terá em branco.

    Os Seus chapéus nunca devem esconder o seu rosto.

    As Suas roupas devem ser em cores vivas para que as pessoas possam vê-la, mesmo em grandes multidões. Ela é uma mulher muito pequena e disse que, se usasse cores pastéis, “ninguém saberia quem eu sou”. Essa tendência se solidificou desde a década de 1990, quando Angela Kelly tornou-se a estilista sênior. O Seu estilo público (em oposição a eventos mais privados) tornou-se o longo casaco com chapéu combinando e vestido tonificante: Kelly também é responsável pelos guarda-chuvas transparentes que a Rainha carrega:

    Por que a rainha Elizabeth usa roupas com cores fortes? Originalmente respondida: Por que a rainha Elizabeth veste cores fortes? A Sua Majestade, no começo do seu reinado, instruiu os seus estilistas sobre o que ela esperava deles. Ela usa um estilo específico de sapato que é confortável, mas elegante, e carrega um tipo específico de bolsa de mão: estas praticamente nunca mudam, exceto ocasionalmente ela as terá em branco. Os Seus chapéus nunca devem esconder o seu rosto. As Suas roupas devem ser em cores vivas para que as pessoas possam vê-la, mesmo em grandes multidões. Ela é uma mulher muito pequena e disse que, se usasse cores pastéis, “ninguém saberia quem eu sou”. Essa tendência se solidificou desde a década de 1990, quando Angela Kelly tornou-se a estilista sênior. O Seu estilo público (em oposição a eventos mais privados) tornou-se o longo casaco com chapéu combinando e vestido tonificante: Kelly também é responsável pelos guarda-chuvas transparentes que a Rainha carrega:
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  • Aos olhos do fiel moderno, principalmente do reacionário militante, grandes templos majestosos de sua religião que um dia foram joias de idades de ouro perdidas estarem nas mãos de outra fé é um caso realmente de doer os olhos. Ver Allah e Muhammad serem proclamados na basílica erguida por Justiniano, e um exército de imagens sacras ao lado do mirhab de Abdul Rahman III é de torcer o nariz de alguns cristãos e muçulmanos. Mas se não fosse o zelo religioso de um Carlos V ou de um Mehmet II, muito provavelmente tudo que sobrariam destas estruturas magnificas para nossa apreciação hoje seriam seus escombros e anedotas históricas. Não haveria a floresta de colunas ou o domo flutuante Entenda acessando a coluna de Mansur Peixoto

    https://historiaislamica.com/pt/se-no-houvessem-mudado-de-religio-nem-a-mesquita-de-cordoba-nem-a-basilica-de-santa-sofia-existiriam-hoje/?fbclid=IwAR1p0tXL4SVCwXANNS5nFP_QqOlwgXD6nARMtVmK-5Ou3EErW107-wiSVQI
    Aos olhos do fiel moderno, principalmente do reacionário militante, grandes templos majestosos de sua religião que um dia foram joias de idades de ouro perdidas estarem nas mãos de outra fé é um caso realmente de doer os olhos. Ver Allah e Muhammad serem proclamados na basílica erguida por Justiniano, e um exército de imagens sacras ao lado do mirhab de Abdul Rahman III é de torcer o nariz de alguns cristãos e muçulmanos. Mas se não fosse o zelo religioso de um Carlos V ou de um Mehmet II, muito provavelmente tudo que sobrariam destas estruturas magnificas para nossa apreciação hoje seriam seus escombros e anedotas históricas. Não haveria a floresta de colunas ou o domo flutuante Entenda acessando a coluna de Mansur Peixoto https://historiaislamica.com/pt/se-no-houvessem-mudado-de-religio-nem-a-mesquita-de-cordoba-nem-a-basilica-de-santa-sofia-existiriam-hoje/?fbclid=IwAR1p0tXL4SVCwXANNS5nFP_QqOlwgXD6nARMtVmK-5Ou3EErW107-wiSVQI
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