• Guião de Português 2021 Digital Noua
    $1.00
    In stock
    Moçambique
    Guia de preparação acadêmica da FILOSCHOOL que apresenta a resolução detalhada de 60 questões do exame de Língua Portuguesa da ACIPOL de 2021. O material abrange conteúdos que vão desde a literatura (sonetos e figuras de estilo) e história da língua até normas de gramática e sintaxe, como formação de palavras, funções sintáticas e colocação pronominal. Cada resposta é acompanhada por uma explicação teórica fundamentada, visando auxiliar estudantes do ensino médio e superior a compreenderem os critérios de correção e a estrutura dos textos jornalísticos, argumentativos e literários.
    Guia de preparação acadêmica da FILOSCHOOL que apresenta a resolução detalhada de 60 questões do exame de Língua Portuguesa da ACIPOL de 2021. O material abrange conteúdos que vão desde a literatura (sonetos e figuras de estilo) e história da língua até normas de gramática e sintaxe, como formação de palavras, funções sintáticas e colocação pronominal. Cada resposta é acompanhada por uma explicação teórica fundamentada, visando auxiliar estudantes do ensino médio e superior a compreenderem os critérios de correção e a estrutura dos textos jornalísticos, argumentativos e literários.
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  • Guião de Português 2023 Digital Noua
    $1.00
    In stock
    Moçambique
    guia de correção da FILOSCHOOL detalha o exame de admissão de Português da Universidade Joaquim Chissano (UJC) de 2023, apresentando 60 questões resolvidas que abrangem desde a interpretação de textos sobre a "era dos dados digitais" e a crise ética no jornalismo até análises morfológicas e sintáticas complexas. O documento explora conceitos como sinônimos, antônimos e processos de formação de palavras, como a composição por aglutinação em "girassol" e a parassíntese em "enlatada", além de testar o conhecimento sobre a literatura contemporânea e premiações recentes, destacando autores como Paulina Chiziane, vencedora do Prémio Craveirinha 2023, e Ungulani Ba Ka Khosa. Ao longo de toda a resolução, a plataforma reforça o suporte ao estudante por meio de explicações pedagógicas e disponibiliza um contacto de assistência direta via WhatsApp para facilitar a preparação acadêmica.
    guia de correção da FILOSCHOOL detalha o exame de admissão de Português da Universidade Joaquim Chissano (UJC) de 2023, apresentando 60 questões resolvidas que abrangem desde a interpretação de textos sobre a "era dos dados digitais" e a crise ética no jornalismo até análises morfológicas e sintáticas complexas. O documento explora conceitos como sinônimos, antônimos e processos de formação de palavras, como a composição por aglutinação em "girassol" e a parassíntese em "enlatada", além de testar o conhecimento sobre a literatura contemporânea e premiações recentes, destacando autores como Paulina Chiziane, vencedora do Prémio Craveirinha 2023, e Ungulani Ba Ka Khosa. Ao longo de toda a resolução, a plataforma reforça o suporte ao estudante por meio de explicações pedagógicas e disponibiliza um contacto de assistência direta via WhatsApp para facilitar a preparação acadêmica.
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  • Guião de Língua Portuguesa III 2022 Digital Noua
    $1.00
    In stock
    Moçambique
    guia de preparação para o exame de admissão de Português III (2022) da Universidade Eduardo Mondlane (UEM), elaborado pela FILOSCHOOL. O material apresenta a resolução detalhada de 40 questões, abrangendo a análise de um texto narrativo em prosa sobre a personagem Bedjú , além de tópicos de gramática, como funções sintáticas (complemento direto e indireto) , morfologia e figuras de estilo como a personificação. Adicionalmente, o guia define conceitos de textos administrativos, jornalísticos e literários, como a procuração, a acta e a epopeia. Ao longo das páginas, são fornecidos contactos de suporte via WhatsApp.
    guia de preparação para o exame de admissão de Português III (2022) da Universidade Eduardo Mondlane (UEM), elaborado pela FILOSCHOOL. O material apresenta a resolução detalhada de 40 questões, abrangendo a análise de um texto narrativo em prosa sobre a personagem Bedjú , além de tópicos de gramática, como funções sintáticas (complemento direto e indireto) , morfologia e figuras de estilo como a personificação. Adicionalmente, o guia define conceitos de textos administrativos, jornalísticos e literários, como a procuração, a acta e a epopeia. Ao longo das páginas, são fornecidos contactos de suporte via WhatsApp.
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  • No Brasil, Segundo a Constituição Federal de 1988, a política externa é de competência privativa do poder;
    Question 6Answer

    a.
    Executivo federal;

    b.
    Jornalístico

    c.
    Judiciário federal;

    d.
    Legislativo federal;
    No Brasil, Segundo a Constituição Federal de 1988, a política externa é de competência privativa do poder; Question 6Answer a. Executivo federal; b. Jornalístico c. Judiciário federal; d. Legislativo federal;
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  • A que tipo de texto pertencem a constituição da República
    A)administrativos
    B)jornalísticos
    C)narrativos
    D)normativos
    A que tipo de texto pertencem a constituição da República A)administrativos B)jornalísticos C)narrativos D)normativos
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  • Capitalismo competitivo
    O capitalismo foi, nos últimos 500, um modo muito dinâmico de organizar a sociedade. Uma das soluções para compreender porque tal se verifica é olhar para a natureza da competição económica.

    O clássico economista liberal Adam Smith escreveu extensivamente acerca deste tópico no seu livro Wealth of Nations em 1776. Ele demonstrou que quando muitos capitalistas competem para criar lucro na sua produção, o mais eficiente deles será capaz de expandir e prosperar, enquanto os outros podem acabar por ir à falência porque os clientes irão preferir comprar produtos melhores ao preço mais baixo.

    Adam Smith olhou para a produção capitalista na Inglaterra e mostrou que ela conduz a novas invenções e a uma organização da produção cada vez mais eficiente. Adam Smith não era socialista e é ainda altamente considerado entre os defensores do capitalismo, mas era um homem racional.



    Karl Marx, no entanto, foi muito inspirado pela análise perspicaz de Adam Smith mas foi mais além para mostrar que enquanto a competição capitalista promove a mudança, também cria crises. Um problema que ele viu foi a tendência para a taxa de lucro cair, que explicou matematicamente.

    Ele indicou que uma crise de sobre-produção ocorre quando não existem compradores suficientes para os produtos da produção capitalista, sendo a razão os trabalhadores nunca serem pagos pelo valor total daquilo que produziram e por isso têm limitações de dinheiro para comprar os bens de todos os capitalistas.



    Os anos de 1700 e de 1800 na Europa e na América do Norte foi um tempo de capitalismo competitivo com muitos pequenos capitalistas esforçando-se para melhorar as suas produções.

    Ao mesmo tempo as nações Europeias expandiram o seu império colonial, primeiro na Ásia e mais tarde em África, para obter matérias-primas baratas, alimentos e outros produtos para as suas indústrias. A exploração de outros continentes foi assim um elemento importante para esta era de capitalismo competitivo na Europa. O próprio Karl Marx fez vida como jornalista independente e escreveu extensivamente para jornais Americanos acerca do saque colonial Britânico da Ásia (ele viveu antes da colonização de África).
    Capitalismo competitivo O capitalismo foi, nos últimos 500, um modo muito dinâmico de organizar a sociedade. Uma das soluções para compreender porque tal se verifica é olhar para a natureza da competição económica. O clássico economista liberal Adam Smith escreveu extensivamente acerca deste tópico no seu livro Wealth of Nations em 1776. Ele demonstrou que quando muitos capitalistas competem para criar lucro na sua produção, o mais eficiente deles será capaz de expandir e prosperar, enquanto os outros podem acabar por ir à falência porque os clientes irão preferir comprar produtos melhores ao preço mais baixo. Adam Smith olhou para a produção capitalista na Inglaterra e mostrou que ela conduz a novas invenções e a uma organização da produção cada vez mais eficiente. Adam Smith não era socialista e é ainda altamente considerado entre os defensores do capitalismo, mas era um homem racional. Karl Marx, no entanto, foi muito inspirado pela análise perspicaz de Adam Smith mas foi mais além para mostrar que enquanto a competição capitalista promove a mudança, também cria crises. Um problema que ele viu foi a tendência para a taxa de lucro cair, que explicou matematicamente. Ele indicou que uma crise de sobre-produção ocorre quando não existem compradores suficientes para os produtos da produção capitalista, sendo a razão os trabalhadores nunca serem pagos pelo valor total daquilo que produziram e por isso têm limitações de dinheiro para comprar os bens de todos os capitalistas. Os anos de 1700 e de 1800 na Europa e na América do Norte foi um tempo de capitalismo competitivo com muitos pequenos capitalistas esforçando-se para melhorar as suas produções. Ao mesmo tempo as nações Europeias expandiram o seu império colonial, primeiro na Ásia e mais tarde em África, para obter matérias-primas baratas, alimentos e outros produtos para as suas indústrias. A exploração de outros continentes foi assim um elemento importante para esta era de capitalismo competitivo na Europa. O próprio Karl Marx fez vida como jornalista independente e escreveu extensivamente para jornais Americanos acerca do saque colonial Britânico da Ásia (ele viveu antes da colonização de África).
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  • A doutrina do choque
    Choque é uma palavra de origem francesa que significa uma colisão. Refere-se a um evento violento que abala uma pessoa. Na psiquiatria, um choque é uma reação mental a um evento traumático como um acidente, uma situação muito aterrorizante ou trágica. Tal evento pode causar uma reação de estresse agudo na qual uma grande quantidade de hormônios do estresse são liberados pela ação do cérebro. Estes prepararão a pessoa para fugir ou lutar e pode ser útil se ela repentinamente se depara com um leão na floresta – mas se o choque for muito severo ela pode paralisar a pessoa que fica desorientada e até mesmo incapaz de lembrar o que está acontecendo porque o cérebro entra em um modo de emergência e não funciona de um modo racional. Um choque mental severo pode ser mortal para pessoas com problemas cardíacos que podem sofrer um ataque do coração, mas mesmo uma pessoa saudável pode não sobreviver a um choque muito severo.



    Após a 2ª Guerra Mundial, na qual os soldados suportaram batalhas terríveis nas trincheiras da Europa, foi observado que um grande número de soldados sofria de distúrbios mentais. Eles tinham problemas de relacionamento com outras pessoas, para se concentrar, controlar a raiva, dormir e trabalhar normalmente. Os médicos sempre chamavam esta condição de “Choque de Granada” em referência ao fato de muitos soldados as terem utilizado para bombardear e matar pessoas ao redor deles. Soldados e civis continuam a sofrer o mesmo trauma em muitas guerras travadas por todo o mundo. Hoje a condição é chamada de Desordem de Estresse Pós-traumático (DEPT). Esta abreviação médica soa menos ameaçadora do que “choque de Granada” e, portanto, é a preferida pelos oficiais militares que não querem que as pessoas entendam os horrores reais da Guerra.



    O choque está em vários outros contextos. Desde os anos 1990, “Choque e Medo” têm sido utilizados pelos militares norte-americanos para descrever uma tática na qual se ataca o inimigo com tanta rapidez e ferocidade que suas defesas ficam paralisadas.



    A jornalista canadense, Naomi Klein, tem utilizado o termo Doutrina do Choque. Ela descreve seus muitos aspectos em um amplo estudo. Por doutrina do choque ela entende o uso de um evento ou ameaça de violência real ou percebida como um choque que permite aqueles no poder a fazer as coisas a sua maneira. Em particular, ela explica como os choques desde os anos 1970 têm sido utilizados para introduzir políticas econômicas neoliberais ao redor do mundo. Ela dá muitos exemplos de países e governos que foram forçados a abrir suas fronteiras e economias para as corporações multinacionais, a privatizar indústrias, a limitar o direito dos trabalhadores, a baixar salários, a cortar gastos sociais e a aumentar a distância entre os ricos e os pobres.



    O choque é, portanto, um método no qual o capitalismo globalizado fortalece suas garras sobre os recursos econômicos.
    A doutrina do choque Choque é uma palavra de origem francesa que significa uma colisão. Refere-se a um evento violento que abala uma pessoa. Na psiquiatria, um choque é uma reação mental a um evento traumático como um acidente, uma situação muito aterrorizante ou trágica. Tal evento pode causar uma reação de estresse agudo na qual uma grande quantidade de hormônios do estresse são liberados pela ação do cérebro. Estes prepararão a pessoa para fugir ou lutar e pode ser útil se ela repentinamente se depara com um leão na floresta – mas se o choque for muito severo ela pode paralisar a pessoa que fica desorientada e até mesmo incapaz de lembrar o que está acontecendo porque o cérebro entra em um modo de emergência e não funciona de um modo racional. Um choque mental severo pode ser mortal para pessoas com problemas cardíacos que podem sofrer um ataque do coração, mas mesmo uma pessoa saudável pode não sobreviver a um choque muito severo. Após a 2ª Guerra Mundial, na qual os soldados suportaram batalhas terríveis nas trincheiras da Europa, foi observado que um grande número de soldados sofria de distúrbios mentais. Eles tinham problemas de relacionamento com outras pessoas, para se concentrar, controlar a raiva, dormir e trabalhar normalmente. Os médicos sempre chamavam esta condição de “Choque de Granada” em referência ao fato de muitos soldados as terem utilizado para bombardear e matar pessoas ao redor deles. Soldados e civis continuam a sofrer o mesmo trauma em muitas guerras travadas por todo o mundo. Hoje a condição é chamada de Desordem de Estresse Pós-traumático (DEPT). Esta abreviação médica soa menos ameaçadora do que “choque de Granada” e, portanto, é a preferida pelos oficiais militares que não querem que as pessoas entendam os horrores reais da Guerra. O choque está em vários outros contextos. Desde os anos 1990, “Choque e Medo” têm sido utilizados pelos militares norte-americanos para descrever uma tática na qual se ataca o inimigo com tanta rapidez e ferocidade que suas defesas ficam paralisadas. A jornalista canadense, Naomi Klein, tem utilizado o termo Doutrina do Choque. Ela descreve seus muitos aspectos em um amplo estudo. Por doutrina do choque ela entende o uso de um evento ou ameaça de violência real ou percebida como um choque que permite aqueles no poder a fazer as coisas a sua maneira. Em particular, ela explica como os choques desde os anos 1970 têm sido utilizados para introduzir políticas econômicas neoliberais ao redor do mundo. Ela dá muitos exemplos de países e governos que foram forçados a abrir suas fronteiras e economias para as corporações multinacionais, a privatizar indústrias, a limitar o direito dos trabalhadores, a baixar salários, a cortar gastos sociais e a aumentar a distância entre os ricos e os pobres. O choque é, portanto, um método no qual o capitalismo globalizado fortalece suas garras sobre os recursos econômicos.
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  • Exames de admissão da escola de jornalismo
    Exames de admissão da escola de jornalismo
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  • Peço exames de admissão português e história uen, up e escola de jornalismo
    Peço exames de admissão português e história uen, up e escola de jornalismo
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  • O ano de 1932 foi marcante para a história do jornal O Brado Africano. Com efeito, para além de ter sido suspenso, aquele jornal…
    A. Passou a semanário.
    B. Passou a ter uma secção em língua inglesa.
    C. Passou a ter uma secção em língua ronga.
    D. Foi comprado por um investidor próximo do regime colonial.
    E. Mudou de nome.
    O ano de 1932 foi marcante para a história do jornal O Brado Africano. Com efeito, para além de ter sido suspenso, aquele jornal… A. Passou a semanário. B. Passou a ter uma secção em língua inglesa. C. Passou a ter uma secção em língua ronga. D. Foi comprado por um investidor próximo do regime colonial. E. Mudou de nome.
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