• Guião de História 2024 Digital Yeni
    $1.00
    In stock
    Moçambique
    guião de preparação da plataforma FILOSCHOOL que apresenta a resolução do Exame de Admissão de História de 2024 da Universidade Eduardo Mondlane (UEM). O conteúdo abrange desde conceitos fundamentais, como o objeto de estudo da História focado na dinâmica das sociedades humanas , até marcos da história de Moçambique, incluindo a organização de linhagens matrilineares no norte do país , a importância do ouro no Estado de Mwenemutapa e a fundação do Estado de Gaza por Manicusse. Além disso, o texto detalha eventos da era colonial e pós-independência, como a abolição do tráfico de escravos no século XIX , a introdução do cultivo obrigatório do algodão , o assassinato de Eduardo Mondlane em 1969 e a realização das primeiras eleições multipartidárias em 1994. Por fim, aborda temas de história universal e regional, mencionando a Revolução Industrial com a máquina a vapor , o "Ano de África" em 1960 e a criação da SADCC em 1980.
    guião de preparação da plataforma FILOSCHOOL que apresenta a resolução do Exame de Admissão de História de 2024 da Universidade Eduardo Mondlane (UEM). O conteúdo abrange desde conceitos fundamentais, como o objeto de estudo da História focado na dinâmica das sociedades humanas , até marcos da história de Moçambique, incluindo a organização de linhagens matrilineares no norte do país , a importância do ouro no Estado de Mwenemutapa e a fundação do Estado de Gaza por Manicusse. Além disso, o texto detalha eventos da era colonial e pós-independência, como a abolição do tráfico de escravos no século XIX , a introdução do cultivo obrigatório do algodão , o assassinato de Eduardo Mondlane em 1969 e a realização das primeiras eleições multipartidárias em 1994. Por fim, aborda temas de história universal e regional, mencionando a Revolução Industrial com a máquina a vapor , o "Ano de África" em 1960 e a criação da SADCC em 1980.
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  • Guião de História 2026 Digital Yeni
    $1.00
    In stock
    Moçambique
    Este guião de preparação para o exame de História I da UEM 2026, elaborado pela Filoschool, aborda temas cruciais da trajetória moçambicana e mundial. O conteúdo detalha a periodização da história nacional, destacando a transição da penetração mercantil para a agressão imperialista entre o século XVI e 1885 , além de descrever processos como a Expansão Bantu, a base agrícola baseada em cereais como mapira e mexoeira, e o funcionamento de estados como o de Mwenemutapa e os estados militares do Vale do Zambeze. O material também explora o período colonial, citando a abolição do tráfico de escravos em 1836 , a Convenção de 1928 sobre o trabalho mineiro na África do Sul , e o surgimento do nacionalismo com figuras como Eduardo Mondlane e a realização do 2.º Congresso da FRELIMO no Niassa. Por fim, abrange a história contemporânea, incluindo os Acordos de Lusaka, as primeiras eleições gerais de 1994 e a reversão da barragem de Cahora Bassa em 2006 , além de tópicos de história geral como a Revolução Industrial na Inglaterra e a Guerra Fria entre o bloco capitalista e o socialista.
    Este guião de preparação para o exame de História I da UEM 2026, elaborado pela Filoschool, aborda temas cruciais da trajetória moçambicana e mundial. O conteúdo detalha a periodização da história nacional, destacando a transição da penetração mercantil para a agressão imperialista entre o século XVI e 1885 , além de descrever processos como a Expansão Bantu, a base agrícola baseada em cereais como mapira e mexoeira, e o funcionamento de estados como o de Mwenemutapa e os estados militares do Vale do Zambeze. O material também explora o período colonial, citando a abolição do tráfico de escravos em 1836 , a Convenção de 1928 sobre o trabalho mineiro na África do Sul , e o surgimento do nacionalismo com figuras como Eduardo Mondlane e a realização do 2.º Congresso da FRELIMO no Niassa. Por fim, abrange a história contemporânea, incluindo os Acordos de Lusaka, as primeiras eleições gerais de 1994 e a reversão da barragem de Cahora Bassa em 2006 , além de tópicos de história geral como a Revolução Industrial na Inglaterra e a Guerra Fria entre o bloco capitalista e o socialista.
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  • O Estado de Ghana através de troca de marfim, escravos e ouro recebiam:
    Pergunta 8Resposta

    a.
    Whyske velho e vinho

    b.
    Papiros e ferro

    c.
    Vinham o cobre, cauris (os búzios), tecidos de seda e algodão e o sal

    d.
    Ferro e Bronze
    O Estado de Ghana através de troca de marfim, escravos e ouro recebiam: Pergunta 8Resposta a. Whyske velho e vinho b. Papiros e ferro c. Vinham o cobre, cauris (os búzios), tecidos de seda e algodão e o sal d. Ferro e Bronze
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  • No séc. XIII, houve um aumento demográfico devido:
    Pergunta 12Resposta

    a.
    Aumento de escravos no território do império;

    b.
    Peste bubônica do século. XIV.

    c.
    Diminuição das guerras;

    d.
    Migração de pessoas devido às cruzadas, tendo elevado a população no império;
    No séc. XIII, houve um aumento demográfico devido: Pergunta 12Resposta a. Aumento de escravos no território do império; b. Peste bubônica do século. XIV. c. Diminuição das guerras; d. Migração de pessoas devido às cruzadas, tendo elevado a população no império;
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  • No séc. XIII, houve um aumento demográfico devido:
    Pergunta 12Resposta

    a.
    Aumento de escravos no território do império;

    b.
    Peste bubônica do século. XIV.

    c.
    Diminuição das guerras;

    d.
    Migração de pessoas devido às cruzadas, tendo elevado a população no império;
    No séc. XIII, houve um aumento demográfico devido: Pergunta 12Resposta a. Aumento de escravos no território do império; b. Peste bubônica do século. XIV. c. Diminuição das guerras; d. Migração de pessoas devido às cruzadas, tendo elevado a população no império;
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  • Sociedade Escravagista
    Um escravo é alguém pertencente a outra pessoa a quem deve servir. Na Roma antiga um escravo era chamado de “servus”.

    O termo Escravo foi utilizado na época medieval sobre as pessoas provenientes de países eslavos da Europa Oriental, quando estes eram frequentemente capturados como escravos.



    A escravatura é actualmente ilegal no mundo, mas ainda existe. Obviamente não existem estatísticas oficiais mas estima-se que pelo menos 4 milhões de pessoas são mantidas como escravas, muitas vezes como prostitutas ou como trabalhadores forçados em fazendas ou fábricas. Muitas mais pessoas são mantidas em algo que não cabe na definição de escravatura mas que se encontra muito próximo.



    Historicamente têm existido escravos desde que existem registos escritos, i.e., mais de 5000 anos, mas escavações arqueológicas de sepulturas mostram que a escravatura deverá ter existido no Egipto já há 10.000 anos atrás após a introdução da agricultura.



    No materialismo histórico uma sociedade escravagista é definida como una sociedade na qual a escravatura é a relação de produção dominante. O escravo trabalha para o amo e o que ele produz é controlado pelo amo. Há medida que a sociedade escravagista se desenvolve, ela desenvolve uma superstrutura, i.e., um sistema de ideias e instituições que ajustam as relações produtivas e suportam os interesses dos proprietários dos escravos.



    O código de Hammurabi é uma das leis conhecidas mais antigas. Há 3800 anos atrás declarava que alguém que ajudasse um escravo a escapar-se poderia ser punido com a morte. Este é um elemento típico da superstrutura da sociedade escrava.



    No texto da Frente de História irá ler mais acerca de como as sociedades escravas se formaram, de como os escravos se revoltaram contra as suas condições e de como as sociedades escravas da Europa eventualmente chegaram ao fim.

    No texto de Michael Parenti você irá ler sobre as relações entre escravos e donos na Roma antiga, um tópico do qual a maior parte de históricos presta pouca atenção.
    Sociedade Escravagista Um escravo é alguém pertencente a outra pessoa a quem deve servir. Na Roma antiga um escravo era chamado de “servus”. O termo Escravo foi utilizado na época medieval sobre as pessoas provenientes de países eslavos da Europa Oriental, quando estes eram frequentemente capturados como escravos. A escravatura é actualmente ilegal no mundo, mas ainda existe. Obviamente não existem estatísticas oficiais mas estima-se que pelo menos 4 milhões de pessoas são mantidas como escravas, muitas vezes como prostitutas ou como trabalhadores forçados em fazendas ou fábricas. Muitas mais pessoas são mantidas em algo que não cabe na definição de escravatura mas que se encontra muito próximo. Historicamente têm existido escravos desde que existem registos escritos, i.e., mais de 5000 anos, mas escavações arqueológicas de sepulturas mostram que a escravatura deverá ter existido no Egipto já há 10.000 anos atrás após a introdução da agricultura. No materialismo histórico uma sociedade escravagista é definida como una sociedade na qual a escravatura é a relação de produção dominante. O escravo trabalha para o amo e o que ele produz é controlado pelo amo. Há medida que a sociedade escravagista se desenvolve, ela desenvolve uma superstrutura, i.e., um sistema de ideias e instituições que ajustam as relações produtivas e suportam os interesses dos proprietários dos escravos. O código de Hammurabi é uma das leis conhecidas mais antigas. Há 3800 anos atrás declarava que alguém que ajudasse um escravo a escapar-se poderia ser punido com a morte. Este é um elemento típico da superstrutura da sociedade escrava. No texto da Frente de História irá ler mais acerca de como as sociedades escravas se formaram, de como os escravos se revoltaram contra as suas condições e de como as sociedades escravas da Europa eventualmente chegaram ao fim. No texto de Michael Parenti você irá ler sobre as relações entre escravos e donos na Roma antiga, um tópico do qual a maior parte de históricos presta pouca atenção.
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  • O Império Romano Ocidental manteve-se entre 395 e 476 d.c ,estável a sua desintegração, Em 476 d deveu -se a uma combinação de fatores, nomeadamente:
    A) as invasões bárbaras e a volta dos servos
    B)invasões bárbaras em tempo em que as autoridades do Império separavam com dificuldades decorrentes da falta de recursos para o financiamento de guerras para a captura de escravos do declínio da economia comercial e industrial e da inflação
    C)A falta de recursos para o finaciamento de guerras para a captura de escravos, o declínio da economia comercial e industrial a inflação
    D) a revolta generalizada dos servos e a desestalizacao da economia
    O Império Romano Ocidental manteve-se entre 395 e 476 d.c ,estável a sua desintegração, Em 476 d deveu -se a uma combinação de fatores, nomeadamente: A) as invasões bárbaras e a volta dos servos B)invasões bárbaras em tempo em que as autoridades do Império separavam com dificuldades decorrentes da falta de recursos para o financiamento de guerras para a captura de escravos do declínio da economia comercial e industrial e da inflação C)A falta de recursos para o finaciamento de guerras para a captura de escravos, o declínio da economia comercial e industrial a inflação D) a revolta generalizada dos servos e a desestalizacao da economia
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  • O tráfico de escravos moçambicanos para o exterior foi, a partir de certa altura, dinamizado pela legalização, pelos Portugueses, da venda de armas de fogo. A legalização, que permitiu que os caçadores de escravos se impusessem mais facilmente sobre as comunidades, ocorreu em:
    A. 1760.
    B. 1766.
    C. 1774.
    D. 1782.
    E. 1787.
    O tráfico de escravos moçambicanos para o exterior foi, a partir de certa altura, dinamizado pela legalização, pelos Portugueses, da venda de armas de fogo. A legalização, que permitiu que os caçadores de escravos se impusessem mais facilmente sobre as comunidades, ocorreu em: A. 1760. B. 1766. C. 1774. D. 1782. E. 1787.
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  • Segundo o livro História de Moçambique, Volume I, um dos factores que estariam na origem do surgimento dos Estados Militares do Vale do Zambeze teria sido...
    A. A guerra movida pelo exército do Estado dos Mwenemutapa contra os Prazos da margem esquerda daquele rio.
    B. O declínio do comércio de marfim na região central do referido vale.
    C. O fim da autonomia administrativa de Moçambique.
    D. O declínio do comércio de escravos no referido vale.
    E. A chegada duma nova geração de mercadores portugueses, determinados a conquistar territórios.
    Segundo o livro História de Moçambique, Volume I, um dos factores que estariam na origem do surgimento dos Estados Militares do Vale do Zambeze teria sido... A. A guerra movida pelo exército do Estado dos Mwenemutapa contra os Prazos da margem esquerda daquele rio. B. O declínio do comércio de marfim na região central do referido vale. C. O fim da autonomia administrativa de Moçambique. D. O declínio do comércio de escravos no referido vale. E. A chegada duma nova geração de mercadores portugueses, determinados a conquistar territórios.
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  • Dentro da fase dos escravos em Moçambique, numa terceira fase, sobretudo após a abolição oficial do tráfico em 1836 e em 1842, a saída clandestina de escravos fazia-se essencialmente através:
    A. Dos mercadores brasileiros, norte americanos e centro-americanos
    B. Dos Xeicados de Quitangonha, Sancul, Sangage e do Sultanato de Angoxe, bem como dos Prazos
    C. Dos mercadores asiáticos, portugueses e líderes africanos
    D. Através somente dos franceses
    E. Através somente dos brasileiros
    Dentro da fase dos escravos em Moçambique, numa terceira fase, sobretudo após a abolição oficial do tráfico em 1836 e em 1842, a saída clandestina de escravos fazia-se essencialmente através: A. Dos mercadores brasileiros, norte americanos e centro-americanos B. Dos Xeicados de Quitangonha, Sancul, Sangage e do Sultanato de Angoxe, bem como dos Prazos C. Dos mercadores asiáticos, portugueses e líderes africanos D. Através somente dos franceses E. Através somente dos brasileiros
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