• Guião de História 2026 Digital Nuovo
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    Moçambique
    Guião de preparação da FILOSCHOOL para o exame de admissão de História da Universidade Pedagógica de 2026 apresenta uma coleção de questões resolvidas e explicadas que abrangem desde a Historiografia, analisando as visões providencialistas, marxistas e a Escola dos Annales , até à História Geral, com foco nas civilizações da Antiguidade, Renascimento e conflitos do século XX. O material dedica secções significativas à História de África, destacando a resistência colonial e o pan-africanismo , e à História de Moçambique, detalhando o período das companhias majestáticas, a luta de libertação, a transição para o multipartidarismo com a Constituição de 1990 e os acordos de paz que moldaram a nação contemporânea.
    Guião de preparação da FILOSCHOOL para o exame de admissão de História da Universidade Pedagógica de 2026 apresenta uma coleção de questões resolvidas e explicadas que abrangem desde a Historiografia, analisando as visões providencialistas, marxistas e a Escola dos Annales , até à História Geral, com foco nas civilizações da Antiguidade, Renascimento e conflitos do século XX. O material dedica secções significativas à História de África, destacando a resistência colonial e o pan-africanismo , e à História de Moçambique, detalhando o período das companhias majestáticas, a luta de libertação, a transição para o multipartidarismo com a Constituição de 1990 e os acordos de paz que moldaram a nação contemporânea.
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  • Quem defende que “a ideologia é um ideário histórico, social e político que oculta a realidade, oculta é uma forma de assegurar e manter a exploração”?
    Pergunta 12Resposta

    a.
    Karl Marx

    b.
    Aristóteles;

    c.
    Marilena Chauí;

    d.
    Milton Santos;
    Quem defende que “a ideologia é um ideário histórico, social e político que oculta a realidade, oculta é uma forma de assegurar e manter a exploração”? Pergunta 12Resposta a. Karl Marx b. Aristóteles; c. Marilena Chauí; d. Milton Santos;
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  • “A política é verdadeiramente uma invenção humana e não possui relação com elementos divinos”. Qual cientista político defende essa ideia?
    Pergunta 6Resposta

    a.
    Max Weber;

    b.
    Karl Marx;

    c.
    John Locke;

    d.
    Thomas Hobbes.
    “A política é verdadeiramente uma invenção humana e não possui relação com elementos divinos”. Qual cientista político defende essa ideia? Pergunta 6Resposta a. Max Weber; b. Karl Marx; c. John Locke; d. Thomas Hobbes.
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  • “A Constituição referenda as conquistas e os resultados da luta das classes ou grupos dominantes, cuja vontade determina o conteúdo essencial da lei fundamental”. Que perspetiva ou doutrina teórica defende essas ideias?
    Pergunta 14Selecione uma opção:

    a.
    A doutrina ideológica;

    b.
    A doutrina legitimadora da classe dominante;

    c.
    A doutrina pragmática;

    d.
    A doutrina marxista.
    “A Constituição referenda as conquistas e os resultados da luta das classes ou grupos dominantes, cuja vontade determina o conteúdo essencial da lei fundamental”. Que perspetiva ou doutrina teórica defende essas ideias? Pergunta 14Selecione uma opção: a. A doutrina ideológica; b. A doutrina legitimadora da classe dominante; c. A doutrina pragmática; d. A doutrina marxista.
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  • As principais teorias críticas da história jurídica sãoː
    Question 11Answer

    a.
    A corrente progressista de cunho neomarxista;

    b.
    A teoria crítica de inspiração não marxista-freudiana;

    c.
    A corrente brasileira designada de movimento de “direito não alternativo”.

    d.
    A corrente progressista de cunho neomarxista de lenini;
    As principais teorias críticas da história jurídica sãoː Question 11Answer a. A corrente progressista de cunho neomarxista; b. A teoria crítica de inspiração não marxista-freudiana; c. A corrente brasileira designada de movimento de “direito não alternativo”. d. A corrente progressista de cunho neomarxista de lenini;
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  • As principais teorias críticas da história jurídica sãoː
    Question 15Answer

    a.
    A corrente progressista de cunho neomarxista de lenini;

    b.
    A teoria crítica de inspiração não marxista-freudiana;

    c.
    A corrente brasileira designada de movimento de “direito não alternativo”.

    d.
    A corrente progressista de cunho neomarxista
    As principais teorias críticas da história jurídica sãoː Question 15Answer a. A corrente progressista de cunho neomarxista de lenini; b. A teoria crítica de inspiração não marxista-freudiana; c. A corrente brasileira designada de movimento de “direito não alternativo”. d. A corrente progressista de cunho neomarxista
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  • De acordo com a doutrina marxista, o Direito na sociedade capitalista é a vontade _______ transformada em lei.
    Question 2Answer

    a.
    Dos artesões;

    b.
    Do proletariado;

    c.
    Da burguesia;

    d.
    Do campesinato;
    De acordo com a doutrina marxista, o Direito na sociedade capitalista é a vontade _______ transformada em lei. Question 2Answer a. Dos artesões; b. Do proletariado; c. Da burguesia; d. Do campesinato;
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  • Três são os principais teóricos do pensamento económico neoclássico, que predispunham a noção de economia como esfera autónoma:
    Question 19Answer

    a.
    Karl Marx, Adam Smith e Stuart Mill.

    b.
    Léon Walras, Karl Marx e Max Weber.

    c.
    Adam Smith, John Stuart Mill e Léon Walras.

    d.
    Max Weber, Adam Smith e Karl Marx.
    Três são os principais teóricos do pensamento económico neoclássico, que predispunham a noção de economia como esfera autónoma: Question 19Answer a. Karl Marx, Adam Smith e Stuart Mill. b. Léon Walras, Karl Marx e Max Weber. c. Adam Smith, John Stuart Mill e Léon Walras. d. Max Weber, Adam Smith e Karl Marx.
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  • Capitalismo competitivo
    O capitalismo foi, nos últimos 500, um modo muito dinâmico de organizar a sociedade. Uma das soluções para compreender porque tal se verifica é olhar para a natureza da competição económica.

    O clássico economista liberal Adam Smith escreveu extensivamente acerca deste tópico no seu livro Wealth of Nations em 1776. Ele demonstrou que quando muitos capitalistas competem para criar lucro na sua produção, o mais eficiente deles será capaz de expandir e prosperar, enquanto os outros podem acabar por ir à falência porque os clientes irão preferir comprar produtos melhores ao preço mais baixo.

    Adam Smith olhou para a produção capitalista na Inglaterra e mostrou que ela conduz a novas invenções e a uma organização da produção cada vez mais eficiente. Adam Smith não era socialista e é ainda altamente considerado entre os defensores do capitalismo, mas era um homem racional.



    Karl Marx, no entanto, foi muito inspirado pela análise perspicaz de Adam Smith mas foi mais além para mostrar que enquanto a competição capitalista promove a mudança, também cria crises. Um problema que ele viu foi a tendência para a taxa de lucro cair, que explicou matematicamente.

    Ele indicou que uma crise de sobre-produção ocorre quando não existem compradores suficientes para os produtos da produção capitalista, sendo a razão os trabalhadores nunca serem pagos pelo valor total daquilo que produziram e por isso têm limitações de dinheiro para comprar os bens de todos os capitalistas.



    Os anos de 1700 e de 1800 na Europa e na América do Norte foi um tempo de capitalismo competitivo com muitos pequenos capitalistas esforçando-se para melhorar as suas produções.

    Ao mesmo tempo as nações Europeias expandiram o seu império colonial, primeiro na Ásia e mais tarde em África, para obter matérias-primas baratas, alimentos e outros produtos para as suas indústrias. A exploração de outros continentes foi assim um elemento importante para esta era de capitalismo competitivo na Europa. O próprio Karl Marx fez vida como jornalista independente e escreveu extensivamente para jornais Americanos acerca do saque colonial Britânico da Ásia (ele viveu antes da colonização de África).
    Capitalismo competitivo O capitalismo foi, nos últimos 500, um modo muito dinâmico de organizar a sociedade. Uma das soluções para compreender porque tal se verifica é olhar para a natureza da competição económica. O clássico economista liberal Adam Smith escreveu extensivamente acerca deste tópico no seu livro Wealth of Nations em 1776. Ele demonstrou que quando muitos capitalistas competem para criar lucro na sua produção, o mais eficiente deles será capaz de expandir e prosperar, enquanto os outros podem acabar por ir à falência porque os clientes irão preferir comprar produtos melhores ao preço mais baixo. Adam Smith olhou para a produção capitalista na Inglaterra e mostrou que ela conduz a novas invenções e a uma organização da produção cada vez mais eficiente. Adam Smith não era socialista e é ainda altamente considerado entre os defensores do capitalismo, mas era um homem racional. Karl Marx, no entanto, foi muito inspirado pela análise perspicaz de Adam Smith mas foi mais além para mostrar que enquanto a competição capitalista promove a mudança, também cria crises. Um problema que ele viu foi a tendência para a taxa de lucro cair, que explicou matematicamente. Ele indicou que uma crise de sobre-produção ocorre quando não existem compradores suficientes para os produtos da produção capitalista, sendo a razão os trabalhadores nunca serem pagos pelo valor total daquilo que produziram e por isso têm limitações de dinheiro para comprar os bens de todos os capitalistas. Os anos de 1700 e de 1800 na Europa e na América do Norte foi um tempo de capitalismo competitivo com muitos pequenos capitalistas esforçando-se para melhorar as suas produções. Ao mesmo tempo as nações Europeias expandiram o seu império colonial, primeiro na Ásia e mais tarde em África, para obter matérias-primas baratas, alimentos e outros produtos para as suas indústrias. A exploração de outros continentes foi assim um elemento importante para esta era de capitalismo competitivo na Europa. O próprio Karl Marx fez vida como jornalista independente e escreveu extensivamente para jornais Americanos acerca do saque colonial Britânico da Ásia (ele viveu antes da colonização de África).
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  • Capitalismo inicial
    O mundo em que hoje vivemos é dominado pelo capitalismo. O capitalismo é um sistema económico, ou uma sociedade, na qual a posse de capital domina as relações de produção.



    O capitalismo no mundo de hoje tem as suas raízes na Europa e foi disseminado através da expansão colonial europeia. Nos anos de 1600 a Inglaterra tornou-se a nação mais poderosa na Europa em grande parte porque muitos dos seus comerciantes de bens dos impérios Espanhol e Português fizeram fortunas em cooperação com o rei Inglês, que protegeu os interesses dos comerciantes capitalistas, em Inglaterra e no mundo, da melhor forma possível.



    No livro de história idealista o sucesso de Inglaterra é atribuído à devota ética protestante do Norte da Europa, ao clima frio que leva a trabalho árduo sem risco de exaustão pelo calor, às mentes inteligentes dos mercadores Britânicos, aos cientistas, navegadores e à bravura dos seus militares. Enquanto a nobreza Espanhola se saciava em consumo de luxo, os Portugueses eram um pouco ignorantes, e o resto do mundo era incivilizado ou antiquado, os Britânicos eram progressistas e visionários. Em suma, foi-nos dito que os Britânicos eram melhores que quaisquer outros.



    Uma visão mais sóbria provém do historiador Marxista que nos demonstra que os Europeus não foram bem-sucedidos por serem mais inteligentes ou melhor que os outros. Houve razões materiais e económicas específicas para o sucesso do capitalismo.

    O capitalismo foi introduzido na Inglaterra, e no resto do mundo, através de meios extremamente violentos. Os Europeus utilizaram a bússola e a pólvora inventadas na China, a matemática desenvolvida na Índia, moinhos de água e tecnologias metalúrgicas desenvolvidas pelos Árabes.

    A riqueza da Europa foi o resultado de saques e destruição. Enquanto os capitalistas reuniam fortunas imensas, e construíam belos edifícios nas capitais Europeias, um grande número de pessoas sofria terrivelmente devido ao que as potências Britânica e Europeias faziam.
    Capitalismo inicial O mundo em que hoje vivemos é dominado pelo capitalismo. O capitalismo é um sistema económico, ou uma sociedade, na qual a posse de capital domina as relações de produção. O capitalismo no mundo de hoje tem as suas raízes na Europa e foi disseminado através da expansão colonial europeia. Nos anos de 1600 a Inglaterra tornou-se a nação mais poderosa na Europa em grande parte porque muitos dos seus comerciantes de bens dos impérios Espanhol e Português fizeram fortunas em cooperação com o rei Inglês, que protegeu os interesses dos comerciantes capitalistas, em Inglaterra e no mundo, da melhor forma possível. No livro de história idealista o sucesso de Inglaterra é atribuído à devota ética protestante do Norte da Europa, ao clima frio que leva a trabalho árduo sem risco de exaustão pelo calor, às mentes inteligentes dos mercadores Britânicos, aos cientistas, navegadores e à bravura dos seus militares. Enquanto a nobreza Espanhola se saciava em consumo de luxo, os Portugueses eram um pouco ignorantes, e o resto do mundo era incivilizado ou antiquado, os Britânicos eram progressistas e visionários. Em suma, foi-nos dito que os Britânicos eram melhores que quaisquer outros. Uma visão mais sóbria provém do historiador Marxista que nos demonstra que os Europeus não foram bem-sucedidos por serem mais inteligentes ou melhor que os outros. Houve razões materiais e económicas específicas para o sucesso do capitalismo. O capitalismo foi introduzido na Inglaterra, e no resto do mundo, através de meios extremamente violentos. Os Europeus utilizaram a bússola e a pólvora inventadas na China, a matemática desenvolvida na Índia, moinhos de água e tecnologias metalúrgicas desenvolvidas pelos Árabes. A riqueza da Europa foi o resultado de saques e destruição. Enquanto os capitalistas reuniam fortunas imensas, e construíam belos edifícios nas capitais Europeias, um grande número de pessoas sofria terrivelmente devido ao que as potências Britânica e Europeias faziam.
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