• Principais Pragas Agrícolas em Moçambique:
    Quando a Machamba Acorda com o Inimigo Dentro, Um agricultor de Manica acorda cedo, entra na machamba de milho e encontra o que parece ser serrim húmido e verde no centro das plantas. Em Nampula, uma mamana que cuida do seu canteiro de tomate repara que as folhas estão com manchas bronzeadas e a planta está a murchar sem razão aparente. Em Gaza, a cenoura cresceu torta e fraca sem que ninguém percebesse porquê — e só ao arrancar vê as raízes cheias de pequenas bolhas. São situações diferentes, em províncias diferentes, mas têm uma coisa em comum: pragas agrícolas silenciosas que, sem identificação e resposta a tempo, transformam meses de trabalho em prejuízo. Conhecer as principais pragas agrícolas em Moçambique não é um luxo — é a diferença entre colher e chorar.


    As Pragas Que Mais Custam ao Agricultor Moçambicano
    Lagarta do Cartucho — O Inimigo do Milho
    A lagarta do cartucho (Spodoptera frugiperda) chegou a África há menos de uma década mas já se instalou como uma das pragas mais destrutivas das nossas machambas de milho. Com um ciclo de vida de apenas 30 a 40 dias em condições tropicais — temperatura ideal entre 25 e 28°C, exactamente o que temos na maior parte do país — uma única fêmea pode depositar até 1.000 ovos em várias posturas. Faça as contas: numa machamba pequena, a explosão populacional acontece em semanas.

    A identificação é possível a olho nu: procure orifícios no cartucho das plantas jovens, excrementos frescos com aspecto de serrim húmido verde, e se abrir a folha enrolada encontrará a lagarta com uma marca característica em Y invertido na cabeça. O momento certo para agir é quando as larvas estão nas fases L1 a L3 — ainda pequenas e vulneráveis. Depois disso, a eficácia dos tratamentos cai drasticamente. Sem controlo, as perdas na produção de milho variam entre 20% e 73%, segundo dados da FAO e do CIMMYT para África Oriental e Austral.

    https://agromoz.com/artigo/principais-pragas-agricolas-em-mocambique-o-que-esta-a-destruir-as-suas-culturas-e-como-travar
    Principais Pragas Agrícolas em Moçambique: Quando a Machamba Acorda com o Inimigo Dentro, Um agricultor de Manica acorda cedo, entra na machamba de milho e encontra o que parece ser serrim húmido e verde no centro das plantas. Em Nampula, uma mamana que cuida do seu canteiro de tomate repara que as folhas estão com manchas bronzeadas e a planta está a murchar sem razão aparente. Em Gaza, a cenoura cresceu torta e fraca sem que ninguém percebesse porquê — e só ao arrancar vê as raízes cheias de pequenas bolhas. São situações diferentes, em províncias diferentes, mas têm uma coisa em comum: pragas agrícolas silenciosas que, sem identificação e resposta a tempo, transformam meses de trabalho em prejuízo. Conhecer as principais pragas agrícolas em Moçambique não é um luxo — é a diferença entre colher e chorar. As Pragas Que Mais Custam ao Agricultor Moçambicano Lagarta do Cartucho — O Inimigo do Milho A lagarta do cartucho (Spodoptera frugiperda) chegou a África há menos de uma década mas já se instalou como uma das pragas mais destrutivas das nossas machambas de milho. Com um ciclo de vida de apenas 30 a 40 dias em condições tropicais — temperatura ideal entre 25 e 28°C, exactamente o que temos na maior parte do país — uma única fêmea pode depositar até 1.000 ovos em várias posturas. Faça as contas: numa machamba pequena, a explosão populacional acontece em semanas. A identificação é possível a olho nu: procure orifícios no cartucho das plantas jovens, excrementos frescos com aspecto de serrim húmido verde, e se abrir a folha enrolada encontrará a lagarta com uma marca característica em Y invertido na cabeça. O momento certo para agir é quando as larvas estão nas fases L1 a L3 — ainda pequenas e vulneráveis. Depois disso, a eficácia dos tratamentos cai drasticamente. Sem controlo, as perdas na produção de milho variam entre 20% e 73%, segundo dados da FAO e do CIMMYT para África Oriental e Austral. https://agromoz.com/artigo/principais-pragas-agricolas-em-mocambique-o-que-esta-a-destruir-as-suas-culturas-e-como-travar
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  • O intemperismo e a fotossíntese são dois processos fundamentais para a vida pois sem o intemperismo não haveria:
    Question 3Answer

    a.
    Fixação da energia eólica, vital ao ciclo de vida da Terra.

    b.
    Fixação da energia solar, vital ao ciclo de vida da Terra.

    c.
    Destruição das rochas e a formação dos recursos minerais.

    d.
    Destruição das rochas e a formação dos solos.
    O intemperismo e a fotossíntese são dois processos fundamentais para a vida pois sem o intemperismo não haveria: Question 3Answer a. Fixação da energia eólica, vital ao ciclo de vida da Terra. b. Fixação da energia solar, vital ao ciclo de vida da Terra. c. Destruição das rochas e a formação dos recursos minerais. d. Destruição das rochas e a formação dos solos.
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  • 7. No ciclo de vida de uma Filicínea ocorre redução do número de cromossomas durante:
    A. A formação de gâmetas
    B.O desenvolvimento do protalo
    B. A formação dos esporos
    D.O desenvolvimento do arquegónio
    7. No ciclo de vida de uma Filicínea ocorre redução do número de cromossomas durante: A. A formação de gâmetas B.O desenvolvimento do protalo B. A formação dos esporos D.O desenvolvimento do arquegónio
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  • Para as suas experiências, Mendel usou a ervilha.
    a) Fale do ciclo de vida da ervilha.
    b) Diga o nome científico da ervilha.
    Para as suas experiências, Mendel usou a ervilha. a) Fale do ciclo de vida da ervilha. b) Diga o nome científico da ervilha.
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  • A figura abaixo, é um ciclo de vida de uma planta haplo-diplonte.
    Diga qual é a planta que está sendo referida?
    A figura abaixo, é um ciclo de vida de uma planta haplo-diplonte. Diga qual é a planta que está sendo referida?
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  • No ciclo de vida de um briófita, qual a fase é considerada transitória e nutricionalmente dependente?

    a) Fruto.

    b) Gametófito.

    c) Esporófito.

    d) Anterozoide.

    e) Microgametófito.
    No ciclo de vida de um briófita, qual a fase é considerada transitória e nutricionalmente dependente? a) Fruto. b) Gametófito. c) Esporófito. d) Anterozoide. e) Microgametófito.
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  • #Definição
    Vida é uma característica que distingue entidades físicas que têm processos biológicos, como processos de sinalização celular e autossuficiência, daquelas que não têm, seja porque tais funções cessaram (morreram), ou porque nunca tiveram tais funções e são classificadas como inanimadas. Existem várias formas de vida, como plantas, animais, fungos, protistas, arqueas e bactérias. A biologia é a ciência que estuda a vida. Atualmente não há consenso quanto à definição de vida. Uma definição popular é que os organismos são sistemas abertos que mantêm a homeostase, são compostos de células, têm um ciclo de vida, sofrem metabolismo, podem crescer, se adaptar ao ambiente, responder a estímulos, reproduzir e evoluir. Outras definições às vezes incluem formas de vida não celulares, como vírus e viroides.
    #Definição Vida é uma característica que distingue entidades físicas que têm processos biológicos, como processos de sinalização celular e autossuficiência, daquelas que não têm, seja porque tais funções cessaram (morreram), ou porque nunca tiveram tais funções e são classificadas como inanimadas. Existem várias formas de vida, como plantas, animais, fungos, protistas, arqueas e bactérias. A biologia é a ciência que estuda a vida. Atualmente não há consenso quanto à definição de vida. Uma definição popular é que os organismos são sistemas abertos que mantêm a homeostase, são compostos de células, têm um ciclo de vida, sofrem metabolismo, podem crescer, se adaptar ao ambiente, responder a estímulos, reproduzir e evoluir. Outras definições às vezes incluem formas de vida não celulares, como vírus e viroides.
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  • Os espermatozoides e o ovócito são exemplos de células haploidesOs espermatozoides e o ovócito são exemplos de células haploides
    Podemos classificar as células, a partir do conjunto cromossômico, em haploides, diploides e poliploides. Nos seres humanos, em condições normais, encontramos células haploides e diploides.

    → O que são células haploides?
    Células haploides (n) são aquelas que possuem apenas um conjunto cromossômico. O processo responsável por formar células com metade do número de cromossomos de uma espécie é a meiose.


    Nos animais, as células haploides formam apenas os gametas, mas, em outros organismos, como as algas do gênero Chlamydomona, observa-se a fase haploide durante grande parte do ciclo de vida.

    Mapa Mental: Células Haploides, Diploides e Poliploides


    *Para baixar o mapa mental em PDF, clique aqui!


    Nos seres humanos, as células haploides são o espermatozoide e o ovócito: as células reprodutivas. O número de cromossomos da nossa espécie é 46, portanto, as células reprodutivas, ou seja, nossas células haploides, possuem 23 cromossomos. A presença da metade de cromossomos nessas células garante que, após a fecundação, o número de cromossomos seja restabelecido.
    Os espermatozoides e o ovócito são exemplos de células haploidesOs espermatozoides e o ovócito são exemplos de células haploides Podemos classificar as células, a partir do conjunto cromossômico, em haploides, diploides e poliploides. Nos seres humanos, em condições normais, encontramos células haploides e diploides. → O que são células haploides? Células haploides (n) são aquelas que possuem apenas um conjunto cromossômico. O processo responsável por formar células com metade do número de cromossomos de uma espécie é a meiose. Nos animais, as células haploides formam apenas os gametas, mas, em outros organismos, como as algas do gênero Chlamydomona, observa-se a fase haploide durante grande parte do ciclo de vida. Mapa Mental: Células Haploides, Diploides e Poliploides *Para baixar o mapa mental em PDF, clique aqui! Nos seres humanos, as células haploides são o espermatozoide e o ovócito: as células reprodutivas. O número de cromossomos da nossa espécie é 46, portanto, as células reprodutivas, ou seja, nossas células haploides, possuem 23 cromossomos. A presença da metade de cromossomos nessas células garante que, após a fecundação, o número de cromossomos seja restabelecido.
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