• Guião de Química 2022 1ª Época Digital Neu
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    Guião de correção detalhada da FILOSCHOOL apresenta as soluções resolvidas do exame de Química da 12.ª Classe (1.ª Chamada de 2022) em Moçambique. O documento abrange conceitos fundamentais de Cinética Química, como o cálculo da velocidade média e leis de velocidade , e Equilíbrio Químico, demonstrando cálculos de constantes (Kc e Kp) e o Princípio de Le Chatelier para o deslocamento de sistemas gasosos. Na área de Ácido-Base, o material detalha a identificação de pares conjugados de Bronsted-Lowry , cálculos de pH/pOH para bases fortes e soluções tampão via equação de Henderson-Hasselbalch , além do produto de solubilidade (Ks). A seção de Eletroquímica foca em reações redox, diferenciação entre ânodo e cátodo e cálculo da força eletromotriz (f.e.m.) em células galvânicas. Por fim, a Química Orgânica é explorada através da nomenclatura IUPAC de alcanos e aromáticos, identificação de isómeros estruturais e a aplicação da Regra de Markovnikov em reações de adição.
    Guião de correção detalhada da FILOSCHOOL apresenta as soluções resolvidas do exame de Química da 12.ª Classe (1.ª Chamada de 2022) em Moçambique. O documento abrange conceitos fundamentais de Cinética Química, como o cálculo da velocidade média e leis de velocidade , e Equilíbrio Químico, demonstrando cálculos de constantes (Kc e Kp) e o Princípio de Le Chatelier para o deslocamento de sistemas gasosos. Na área de Ácido-Base, o material detalha a identificação de pares conjugados de Bronsted-Lowry , cálculos de pH/pOH para bases fortes e soluções tampão via equação de Henderson-Hasselbalch , além do produto de solubilidade (Ks). A seção de Eletroquímica foca em reações redox, diferenciação entre ânodo e cátodo e cálculo da força eletromotriz (f.e.m.) em células galvânicas. Por fim, a Química Orgânica é explorada através da nomenclatura IUPAC de alcanos e aromáticos, identificação de isómeros estruturais e a aplicação da Regra de Markovnikov em reações de adição.
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  • Guião de Química 2022 2ª Época Digital Neu
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    Guião de Exames Resolvidos" da FILOSCHOOL apresenta a resolução detalhada do Exame de Química de 2022 (2ª Chamada) para a 12ª classe, servindo como uma ferramenta de preparação académica que abrange desde o ensino médio até à graduação. O documento organiza-se através de 40 questões de múltipla escolha seguidas de explicações teóricas e cálculos práticos sobre temas fundamentais como cinética química, onde se destaca a influência da superfície de contacto na velocidade das reações, e o equilíbrio químico regido pelo Princípio de Le Chatelier. Além disso, aborda conceitos de ácidos e bases com foco em pares conjugados e cálculos de pH/pOH, processos de oxidação-redução em células galvânicas e a nomenclatura e isomeria de compostos orgânicos, como o estireno e o tolueno. Ao longo do material, a instituição reforça o suporte ao estudante disponibilizando um contacto direto via WhatsApp para assistência personalizada.
    Guião de Exames Resolvidos" da FILOSCHOOL apresenta a resolução detalhada do Exame de Química de 2022 (2ª Chamada) para a 12ª classe, servindo como uma ferramenta de preparação académica que abrange desde o ensino médio até à graduação. O documento organiza-se através de 40 questões de múltipla escolha seguidas de explicações teóricas e cálculos práticos sobre temas fundamentais como cinética química, onde se destaca a influência da superfície de contacto na velocidade das reações, e o equilíbrio químico regido pelo Princípio de Le Chatelier. Além disso, aborda conceitos de ácidos e bases com foco em pares conjugados e cálculos de pH/pOH, processos de oxidação-redução em células galvânicas e a nomenclatura e isomeria de compostos orgânicos, como o estireno e o tolueno. Ao longo do material, a instituição reforça o suporte ao estudante disponibilizando um contacto direto via WhatsApp para assistência personalizada.
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  • Guião de Química 2024 2ª Época Digital Neu
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    O Guião de Exames Resolvidos da Filoschool para a 12.ª Classe de Química (2024, 2.ª Época) é um recurso didático que apresenta a resolução detalhada de 40 questões de escolha múltipla. O conteúdo abrange pilares fundamentais da disciplina, iniciando com a Cinética Química, onde explora a teoria das colisões, energia de activação e o cálculo da lei da velocidade experimental. No âmbito do Equilíbrio Químico, o material detalha o Princípio de Le Chatelier, o cálculo de constantes (Kc e Kp) e a influência da pressão e concentração nos sistemas. A seção de Ácidos e Bases foca na teoria de Brönsted-Lowry, determinação de pH através da constante de ionização e o uso da equação de Henderson-Hasselbalch para soluções tampão. Por fim, o guia aborda a Solubilidade, processos de Oxirredução (identificando variação de NOX e agentes redutores) e conceitos de Química Orgânica, como polimerização e hidrólise de ésteres.
    O Guião de Exames Resolvidos da Filoschool para a 12.ª Classe de Química (2024, 2.ª Época) é um recurso didático que apresenta a resolução detalhada de 40 questões de escolha múltipla. O conteúdo abrange pilares fundamentais da disciplina, iniciando com a Cinética Química, onde explora a teoria das colisões, energia de activação e o cálculo da lei da velocidade experimental. No âmbito do Equilíbrio Químico, o material detalha o Princípio de Le Chatelier, o cálculo de constantes (Kc e Kp) e a influência da pressão e concentração nos sistemas. A seção de Ácidos e Bases foca na teoria de Brönsted-Lowry, determinação de pH através da constante de ionização e o uso da equação de Henderson-Hasselbalch para soluções tampão. Por fim, o guia aborda a Solubilidade, processos de Oxirredução (identificando variação de NOX e agentes redutores) e conceitos de Química Orgânica, como polimerização e hidrólise de ésteres.
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  • Guião de Química 2025 1ª Época Digital Neu
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    Guião de Correção Detalhada do Exame Final de Química da 12ª Classe (1ª Chamada de 2025) de Moçambique, elaborado pela plataforma FILOSCHOOL. O material oferece a resolução passo a passo de 40 questões de múltipla escolha, abrangendo temas fundamentais como cinética química, equilíbrio (cálculos de Kc e Kp), teorias de ácidos e bases (incluindo pH e soluções tampão), eletroquímica (redox e pilhas) e química orgânica (nomenclatura e reações como esterificação). Além de fornecer as respostas corretas, o guia destaca-se por identificar e retificar possíveis inconsistências ou erros nos enunciados originais do exame, servindo como uma ferramenta de apoio ao sucesso académico dos estudantes.
    Guião de Correção Detalhada do Exame Final de Química da 12ª Classe (1ª Chamada de 2025) de Moçambique, elaborado pela plataforma FILOSCHOOL. O material oferece a resolução passo a passo de 40 questões de múltipla escolha, abrangendo temas fundamentais como cinética química, equilíbrio (cálculos de Kc e Kp), teorias de ácidos e bases (incluindo pH e soluções tampão), eletroquímica (redox e pilhas) e química orgânica (nomenclatura e reações como esterificação). Além de fornecer as respostas corretas, o guia destaca-se por identificar e retificar possíveis inconsistências ou erros nos enunciados originais do exame, servindo como uma ferramenta de apoio ao sucesso académico dos estudantes.
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  • Guião de Química I 2021 Digital Neu
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    Este guia de resolução, elaborado pela FILOSCHOOL, apresenta as soluções detalhadas do exame de admissão de Química I da Universidade Eduardo Mondlane (UEM) do ano de 2021. O documento abrange uma vasta gama de conteúdos fundamentais, incluindo cinética química (fatores de velocidade e cálculos de velocidade média), equilíbrio químico (constantes de equilíbrio e o Princípio de Le Chatelier aplicado a iões dicromato), ácidos e bases (cálculos de pH/pOH, diluição e grau de ionização), além de eletroquímica (eletrólise e potencial de pilhas) e química orgânica (isomeria e reações de oxidação). Destinado a estudantes que buscam sucesso académico desde o nível médio até o universitário, o material funciona como uma ferramenta de preparação prática, oferecendo também suporte direto via WhatsApp para esclarecimento de dúvidas.
    Este guia de resolução, elaborado pela FILOSCHOOL, apresenta as soluções detalhadas do exame de admissão de Química I da Universidade Eduardo Mondlane (UEM) do ano de 2021. O documento abrange uma vasta gama de conteúdos fundamentais, incluindo cinética química (fatores de velocidade e cálculos de velocidade média), equilíbrio químico (constantes de equilíbrio e o Princípio de Le Chatelier aplicado a iões dicromato), ácidos e bases (cálculos de pH/pOH, diluição e grau de ionização), além de eletroquímica (eletrólise e potencial de pilhas) e química orgânica (isomeria e reações de oxidação). Destinado a estudantes que buscam sucesso académico desde o nível médio até o universitário, o material funciona como uma ferramenta de preparação prática, oferecendo também suporte direto via WhatsApp para esclarecimento de dúvidas.
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  • Como administrador da XXXX, provavelmente precisarás tomar decisões sobre o planeamento de recursos humanos. Quais são as bases que deverás considerar para o planeamento de recursos humanos?
    Pergunta 1Resposta

    a.
    Recolocação e transferências.

    b.
    Demanda e oferta de trabalho.

    c.
    Treinamento e treinamento.

    d.
    Demanda e oferta de trabalho.
    Como administrador da XXXX, provavelmente precisarás tomar decisões sobre o planeamento de recursos humanos. Quais são as bases que deverás considerar para o planeamento de recursos humanos? Pergunta 1Resposta a. Recolocação e transferências. b. Demanda e oferta de trabalho. c. Treinamento e treinamento. d. Demanda e oferta de trabalho.
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  • Como administrador da XXXX, provavelmente precisarás tomar decisões sobre o planeamento de recursos humanos. Quais são as bases que deverás considerar para o planeamento de recursos humanos?
    Pergunta 20Resposta

    a.
    Demanda e oferta de trabalho.

    b.
    Recolocação e transferências.

    c.
    Demanda e oferta de trabalho.

    d.
    Treinamento e treinamento.
    Como administrador da XXXX, provavelmente precisarás tomar decisões sobre o planeamento de recursos humanos. Quais são as bases que deverás considerar para o planeamento de recursos humanos? Pergunta 20Resposta a. Demanda e oferta de trabalho. b. Recolocação e transferências. c. Demanda e oferta de trabalho. d. Treinamento e treinamento.
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  • Em conferências internacionais, um punhado de países latino-americanos se opõe a dominação do grande poder mundial e a destruição do meio ambiente cometido pelas grandes corporações. Na Conferência do Clima em Copenhagen em 2009, a Bolívia conseguiu brecar uma resolução apoiada pelos EUA que permitia o aumento da queima de combustíveis fósseis, o maior causador do aquecimento global.



    Então, o que acontece na América Latina hoje? Onde isso começou?

    A América Latina é o lar de civilizações antigas que foram destruídas pelo colonialismo espanhol desde 1500. Após a independência no início dos anos 1800, os EUA reivindicaram o direito de interferir nos países latino-americanos a fim de proteger os interesses norte-americanos no que concerne o acesso a matérias-primas e ao comércio com a América Latina mesmo quando isso não fosse bom para os povos da região.



    Nos anos 1900, os EUA tomaram parte do Panamá e construíram um canal ligando as costas Oeste e Leste dos EUA por uma rota marítima, invadindo e ocupando a Nicarágua, o Haiti, a República Dominicana e Granada, construíram bases militares e empreenderam a chamada Guerra às Drogas na Colômbia e na Bolívia. Instalou governos a seu gosto através de golpes ou fraudes eleitorais, de modo a garantir governos amigáveis aos EUA.



    Em 1959, rebeldes cubanos conseguiram tomar o controle da ilha que havia sido controlada por um ditador e amigo próximo dos EUA. A Revolução Cubana inspirou muitos na América Latina. Movimentos rebeldes foram organizados e movimentos populares de esquerda ganharam terreno. Nos anos 1970 e 80, os EUA puseram um fim a esta onda dando apoio a ditaduras militares extremamente brutais. Oponentes dos generais, reais ou imaginários, foram presos e torturados ou desapareceram nas mãos dos militares ou esquadrões da morte organizados pelo governo.



    Desde os anos 1990, a onda mudou. Os generais foram forçados a sair do poder. País após país elegeu governos populares de esquerda. A nova presidente do Brasil, Dilma Rousseff, foi uma guerrilheira em sua juventude. O esquerdista Hugo Chavez da Venezuela foi um oficial militar. Ele se mantem no poder apesar dos golpes contra ele por causa de sua enorme popularidade. Evo Morales da Bolívia é o primeiro indígena (a maioria da população) a ser chefe de Estado na Bolívia em 500 anos. O presidente Lugo do Paraguai foi um bispo católico e defensor da Teologia da Libertação e é tido como amigo dos pobres. Christina Kirchner tornou-se uma presidente popular na Argentina após seu marido ser eleito para o poder após um protesto popular contra a corrupção extrema. Rafael Correa é o presidente do Equador desde 2007. Ele tem feito reformas para melhorar a vida da pobre população indígena.



    Cuba permanece um país socialista apesar de 50 anos de intimidação pelos EUA e tem inspirado muitas gerações de socialistas que hoje possuem mais influência do que nunca em outros tempos. Cuba hoje está junto com diversos países acima mencionados na ALBA, uma organização progressista de países latino-americanos trabalhando juntos para construir laços econômicos através da cooperação e para o estabelecimento de uma alternativa à globalização capitalista.
    Em conferências internacionais, um punhado de países latino-americanos se opõe a dominação do grande poder mundial e a destruição do meio ambiente cometido pelas grandes corporações. Na Conferência do Clima em Copenhagen em 2009, a Bolívia conseguiu brecar uma resolução apoiada pelos EUA que permitia o aumento da queima de combustíveis fósseis, o maior causador do aquecimento global. Então, o que acontece na América Latina hoje? Onde isso começou? A América Latina é o lar de civilizações antigas que foram destruídas pelo colonialismo espanhol desde 1500. Após a independência no início dos anos 1800, os EUA reivindicaram o direito de interferir nos países latino-americanos a fim de proteger os interesses norte-americanos no que concerne o acesso a matérias-primas e ao comércio com a América Latina mesmo quando isso não fosse bom para os povos da região. Nos anos 1900, os EUA tomaram parte do Panamá e construíram um canal ligando as costas Oeste e Leste dos EUA por uma rota marítima, invadindo e ocupando a Nicarágua, o Haiti, a República Dominicana e Granada, construíram bases militares e empreenderam a chamada Guerra às Drogas na Colômbia e na Bolívia. Instalou governos a seu gosto através de golpes ou fraudes eleitorais, de modo a garantir governos amigáveis aos EUA. Em 1959, rebeldes cubanos conseguiram tomar o controle da ilha que havia sido controlada por um ditador e amigo próximo dos EUA. A Revolução Cubana inspirou muitos na América Latina. Movimentos rebeldes foram organizados e movimentos populares de esquerda ganharam terreno. Nos anos 1970 e 80, os EUA puseram um fim a esta onda dando apoio a ditaduras militares extremamente brutais. Oponentes dos generais, reais ou imaginários, foram presos e torturados ou desapareceram nas mãos dos militares ou esquadrões da morte organizados pelo governo. Desde os anos 1990, a onda mudou. Os generais foram forçados a sair do poder. País após país elegeu governos populares de esquerda. A nova presidente do Brasil, Dilma Rousseff, foi uma guerrilheira em sua juventude. O esquerdista Hugo Chavez da Venezuela foi um oficial militar. Ele se mantem no poder apesar dos golpes contra ele por causa de sua enorme popularidade. Evo Morales da Bolívia é o primeiro indígena (a maioria da população) a ser chefe de Estado na Bolívia em 500 anos. O presidente Lugo do Paraguai foi um bispo católico e defensor da Teologia da Libertação e é tido como amigo dos pobres. Christina Kirchner tornou-se uma presidente popular na Argentina após seu marido ser eleito para o poder após um protesto popular contra a corrupção extrema. Rafael Correa é o presidente do Equador desde 2007. Ele tem feito reformas para melhorar a vida da pobre população indígena. Cuba permanece um país socialista apesar de 50 anos de intimidação pelos EUA e tem inspirado muitas gerações de socialistas que hoje possuem mais influência do que nunca em outros tempos. Cuba hoje está junto com diversos países acima mencionados na ALBA, uma organização progressista de países latino-americanos trabalhando juntos para construir laços econômicos através da cooperação e para o estabelecimento de uma alternativa à globalização capitalista.
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  • O que é terror?

    A palavra terror foi utilizada primeiramente na política durante a Revolução Francesa em 1793, quando um partido revolucionário no poder por alguns meses empreendeu varias mortes e execuções.



    Segundo o dicionário, terror significa “uso ilegítimo do poder ou violência”. Se por outro lado o governo usa a violência de acordo com a lei, como no caso de deflagração de guerra ou execução de um prisioneiro, isso é chamado de “uso legítimo do poder ou violência” e, portanto, isso não é terror.



    Na realidade, a distinção geralmente é bem confusa. Muitos governos de direita quebram suas próprias regras quando lidam com oponentes políticos, encarcerando pessoas ou até mesmo torturando-as. Tais governos nunca admitirão isso como terror porque eles mesmos sentem que são “legítimos” mesmo quando odiados pelas pessoas.



    Os EUA detêm os suspeitos de terrorismo na prisão de Guantánamo em Cuba sob péssimas condições, mas nunca admitirão que isso seja terror. Quando, durante a última campanha eleitoral presidencial nos EUA, protestantes pacíficos foram espancados pela polícia porque protestavam contra o Partido Republicano de George W. Bush, isso não foi “terrorismo”, mas chamado de “aplicação da lei”.



    Combatentes da liberdade são geralmente chamados de terroristas pelo poder que eles estão combatendo. Quando a FRELIMO lutou contra os colonizadores portugueses, a ZANU lutou na Rodésia e a ANC contra o regime de Apartheid, todos eram chamados de terroristas. Muito embora as pessoas os enxergassem como combatentes da liberdade.



    Às vezes, entretanto, apenas algumas pessoas apoiam uma ação terrorista organizada por um pequeno grupo que mata muitas pessoas inocentes. Neste caso é difícil saber quem esses terroristas são realmente, mesmo se eles postarem cartas anônimas reivindicando sua responsabilidade. Podemos nunca saber se os terroristas não são quem eles dizem que são.



    Em 1933, disparos foram desferidos no parlamento alemão logo após Adolf Hitler ter formalizado um governo nazista. A polícia capturou um comunista, culpado pelo disparo e o executou, além de utilizar a ocasião para prender socialistas e comunistas por toda a Alemanha. Mais tarde, evidências indicaram que o disparo foi feito provavelmente por um grupo de agentes nazistas, assim sendo eles puderam culpar os comunistas alemães que foram prontamente presos e colocados em um campo de concentração pelos nazistas.



    No início da guerra do Vietnã havia pouco apoio para a guerra nos EUA. Mas, logo depois, um navio norte-americano foi atacado próximo a Baia de Tonkin no Vietnã. O incidente foi usado para enviar muito mais tropas para lutar contra os combatentes da liberdade no Vietnã. Mais tarde, foi revelado que a informação sobre os eventos foi falsificada pelos militares.



    Quando o terrorismo é secretamente direcionado por um governo contra seu povo, mas culpa-se um “inimigo”, isso é chamado de “terrorismo de bandeira falsa” porque uma reivindicação falsa é feita sobre quem fez isso. Visto que uma ação terrorista é feita por pessoas desconhecidas e mascaradas, deve-se manter cético sobre quem esta por trás de tal evento.



    A luta contra o terrorismo é realmente difícil quando não se sabe quem são as pessoas e deve-se confiar nas palavras dos agentes da inteligência que podem, eles mesmos, ter algum envolvimento nos eventos.



    A era da guerra ao terror

    Durante a 2ª Guerra Mundial, os EUA construíram as maiores maquinas militares da história a custos enormes. Eles até investiram na construção de uma bomba atômica. Essa produção foi mantida em segredo, muito embora 100.000 pessoas estivessem trabalhando no projeto.



    Após a guerra, a maioria dos americanos queria que o arsenal militar fosse desmantelado, assim os soldados poderiam voltar para casa, mas apenas dois anos mais tarde o presidente dos EUA estava falando sobre a Guerra Fria com a União Soviética e, ao invés de interromper a corrida armamentista, os EUA continuaram a investir em seu arsenal de guerra, bombas e bases militares.



    Quando a União Soviética ruiu em 1991, a Guerra Fria acabou e muitos acharam que agora era tempo de reduzir o arsenal militar dos EUA, mas 10 anos mais tarde em 2001, após o ataque ao World Trade Center, o presidente dos EUA estava empreendendo uma Guerra ao Terror de longa duração e o orçamento militar estava crescendo novamente.



    Um grande arsenal militar é uma coisa boa para as empresas que produzem armas, aviões e equipamentos para o exército e para os funcionários das armas que têm muito trabalho enquanto guerras estão em andamento.



    Não estamos mais vivendo a era da Guerra Fria, mas a era da Guerra ao Terror.
    O que é terror? A palavra terror foi utilizada primeiramente na política durante a Revolução Francesa em 1793, quando um partido revolucionário no poder por alguns meses empreendeu varias mortes e execuções. Segundo o dicionário, terror significa “uso ilegítimo do poder ou violência”. Se por outro lado o governo usa a violência de acordo com a lei, como no caso de deflagração de guerra ou execução de um prisioneiro, isso é chamado de “uso legítimo do poder ou violência” e, portanto, isso não é terror. Na realidade, a distinção geralmente é bem confusa. Muitos governos de direita quebram suas próprias regras quando lidam com oponentes políticos, encarcerando pessoas ou até mesmo torturando-as. Tais governos nunca admitirão isso como terror porque eles mesmos sentem que são “legítimos” mesmo quando odiados pelas pessoas. Os EUA detêm os suspeitos de terrorismo na prisão de Guantánamo em Cuba sob péssimas condições, mas nunca admitirão que isso seja terror. Quando, durante a última campanha eleitoral presidencial nos EUA, protestantes pacíficos foram espancados pela polícia porque protestavam contra o Partido Republicano de George W. Bush, isso não foi “terrorismo”, mas chamado de “aplicação da lei”. Combatentes da liberdade são geralmente chamados de terroristas pelo poder que eles estão combatendo. Quando a FRELIMO lutou contra os colonizadores portugueses, a ZANU lutou na Rodésia e a ANC contra o regime de Apartheid, todos eram chamados de terroristas. Muito embora as pessoas os enxergassem como combatentes da liberdade. Às vezes, entretanto, apenas algumas pessoas apoiam uma ação terrorista organizada por um pequeno grupo que mata muitas pessoas inocentes. Neste caso é difícil saber quem esses terroristas são realmente, mesmo se eles postarem cartas anônimas reivindicando sua responsabilidade. Podemos nunca saber se os terroristas não são quem eles dizem que são. Em 1933, disparos foram desferidos no parlamento alemão logo após Adolf Hitler ter formalizado um governo nazista. A polícia capturou um comunista, culpado pelo disparo e o executou, além de utilizar a ocasião para prender socialistas e comunistas por toda a Alemanha. Mais tarde, evidências indicaram que o disparo foi feito provavelmente por um grupo de agentes nazistas, assim sendo eles puderam culpar os comunistas alemães que foram prontamente presos e colocados em um campo de concentração pelos nazistas. No início da guerra do Vietnã havia pouco apoio para a guerra nos EUA. Mas, logo depois, um navio norte-americano foi atacado próximo a Baia de Tonkin no Vietnã. O incidente foi usado para enviar muito mais tropas para lutar contra os combatentes da liberdade no Vietnã. Mais tarde, foi revelado que a informação sobre os eventos foi falsificada pelos militares. Quando o terrorismo é secretamente direcionado por um governo contra seu povo, mas culpa-se um “inimigo”, isso é chamado de “terrorismo de bandeira falsa” porque uma reivindicação falsa é feita sobre quem fez isso. Visto que uma ação terrorista é feita por pessoas desconhecidas e mascaradas, deve-se manter cético sobre quem esta por trás de tal evento. A luta contra o terrorismo é realmente difícil quando não se sabe quem são as pessoas e deve-se confiar nas palavras dos agentes da inteligência que podem, eles mesmos, ter algum envolvimento nos eventos. A era da guerra ao terror Durante a 2ª Guerra Mundial, os EUA construíram as maiores maquinas militares da história a custos enormes. Eles até investiram na construção de uma bomba atômica. Essa produção foi mantida em segredo, muito embora 100.000 pessoas estivessem trabalhando no projeto. Após a guerra, a maioria dos americanos queria que o arsenal militar fosse desmantelado, assim os soldados poderiam voltar para casa, mas apenas dois anos mais tarde o presidente dos EUA estava falando sobre a Guerra Fria com a União Soviética e, ao invés de interromper a corrida armamentista, os EUA continuaram a investir em seu arsenal de guerra, bombas e bases militares. Quando a União Soviética ruiu em 1991, a Guerra Fria acabou e muitos acharam que agora era tempo de reduzir o arsenal militar dos EUA, mas 10 anos mais tarde em 2001, após o ataque ao World Trade Center, o presidente dos EUA estava empreendendo uma Guerra ao Terror de longa duração e o orçamento militar estava crescendo novamente. Um grande arsenal militar é uma coisa boa para as empresas que produzem armas, aviões e equipamentos para o exército e para os funcionários das armas que têm muito trabalho enquanto guerras estão em andamento. Não estamos mais vivendo a era da Guerra Fria, mas a era da Guerra ao Terror.
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  • Por 2000 anos, a Índia e a China foram as áreas mais ricas do mundo. Não existem estatísticas da antiguidade, mas historiadores econômicos estimam que por longos períodos o PIB da China correspondeu a 30% do total do PIB mundial e o da Índia 25% do total.



    Há 2.000 anos havia comércio entre estes países asiáticos e os europeus que admiravam suas belas mercadorias. Há 1.000 anos o comércio ligava a Ásia e o sul da África.



    As coisas mudaram quando o imperialismo britânico se espalhou pelo mundo. Em 1757, a Companhia Britânica das Índias Orientais tomou o controle da rica região de Bengala.

    Em poucos anos, as pessoas no local foram atingidas pela pobreza, visto que suas lavouras de algodão foram arrebatadas para a Inglaterra. Nos anos 1800, a Inglaterra promoveu Guerra à China e a forçou a abrir suas fronteiras às mercadorias estrangeiras como o ópio.

    Em 1900, o PIB combinado da Índia e da China havia caído dos antes 55% do total mundial para apenas 15%, muito embora 40% da população mundial vivia nos dois países. A fome acometia a Índia e a China regularmente, com frequência ceifando a vida de milhões de pessoas.



    Em 1947, a Índia obteve independência da Inglaterra e começou a construir uma economia nacional em cooperação com União Soviética. Isso significou a construção de uma indústria pesada e um controle cuidadoso das importações e das exportações.

    Em 1949, o partido comunista chinês tomou o poder e começou a construir sua própria versão de uma economia socialista.

    Ambas as nações permaneceram pobres por muitos anos, embora algum progresso pudesse ser registrado. Nos anos 1960 e 70, a Índia começou sua revolução verde. Novas variedades de lavouras, fertilizantes e irrigação foram introduzidas e a Índia se tornou capaz de alimentar sua população.

    Durante o mesmo período, a China construiu muitas escolas e clínicas em áreas rurais e tentou diversificar sua produção e estabelecer uma autossuficiência local.



    Durante os anos 1980, a China mudou suas políticas econômicas e introduziu reformas econômicas de mercado, o que significou um sistema econômico capitalista. Desde então, o PIB da China tem crescido a um ritmo acelerado e a nação é hoje a segunda maior economia do mundo e o maior produtor mundial de bens industriais.

    A Índia iniciou os mesmos tipos de reformas nos anos 1990, com as quais ela migrou sua economia de mercado altamente controlada em direção ao modelo neoliberal de privatização das indústrias estatais, além de modificar as leis para que os grandes conglomerados tivessem mais facilidade de atuação. Seu PIB agora está crescendo rapidamente para a grande alegria dos grandes conglomerados e dos investidores internacionais.



    Ambos os países possuem programas espaciais e missões planejadas para a Lua. Ambos os países possuem bombas nucleares e investem em seus programas militares. Ambos os países possuem um crescente numero de bilionários. A maioria em ambos os países ainda é formada por pobres da zona rural.



    Na China, entretanto, a pobreza absoluta e a fome tem sido reduzida gradativamente, enquanto que a Índia ainda possui o maior grupo de pessoas desesperadamente pobres e desnutridas do mundo.



    No cenário global, ambos os países tem ganhado influência. Eles comerciam e cooperam com países na África, na América Latina e na Europa, bem como com seus países vizinhos. Empresas chinesas e indianas estão construindo fábricas e minas em outros continentes e sua influência política está crescendo com seu novo poder econômico.



    A Índia e a China desejam que o século XXI seja um século asiático onde o centro do poder mundial seja novamente a Ásia e não a Europa ou a América do Norte. Nesta luta, eles estão equilibrando sua relação com os EUA que possuem bases militares ao redor das fronteiras do Japão, Coréia, Ásia Central, Afeganistão, Paquistão e nas ilhas nos oceanos Índico e Pacífico
    Por 2000 anos, a Índia e a China foram as áreas mais ricas do mundo. Não existem estatísticas da antiguidade, mas historiadores econômicos estimam que por longos períodos o PIB da China correspondeu a 30% do total do PIB mundial e o da Índia 25% do total. Há 2.000 anos havia comércio entre estes países asiáticos e os europeus que admiravam suas belas mercadorias. Há 1.000 anos o comércio ligava a Ásia e o sul da África. As coisas mudaram quando o imperialismo britânico se espalhou pelo mundo. Em 1757, a Companhia Britânica das Índias Orientais tomou o controle da rica região de Bengala. Em poucos anos, as pessoas no local foram atingidas pela pobreza, visto que suas lavouras de algodão foram arrebatadas para a Inglaterra. Nos anos 1800, a Inglaterra promoveu Guerra à China e a forçou a abrir suas fronteiras às mercadorias estrangeiras como o ópio. Em 1900, o PIB combinado da Índia e da China havia caído dos antes 55% do total mundial para apenas 15%, muito embora 40% da população mundial vivia nos dois países. A fome acometia a Índia e a China regularmente, com frequência ceifando a vida de milhões de pessoas. Em 1947, a Índia obteve independência da Inglaterra e começou a construir uma economia nacional em cooperação com União Soviética. Isso significou a construção de uma indústria pesada e um controle cuidadoso das importações e das exportações. Em 1949, o partido comunista chinês tomou o poder e começou a construir sua própria versão de uma economia socialista. Ambas as nações permaneceram pobres por muitos anos, embora algum progresso pudesse ser registrado. Nos anos 1960 e 70, a Índia começou sua revolução verde. Novas variedades de lavouras, fertilizantes e irrigação foram introduzidas e a Índia se tornou capaz de alimentar sua população. Durante o mesmo período, a China construiu muitas escolas e clínicas em áreas rurais e tentou diversificar sua produção e estabelecer uma autossuficiência local. Durante os anos 1980, a China mudou suas políticas econômicas e introduziu reformas econômicas de mercado, o que significou um sistema econômico capitalista. Desde então, o PIB da China tem crescido a um ritmo acelerado e a nação é hoje a segunda maior economia do mundo e o maior produtor mundial de bens industriais. A Índia iniciou os mesmos tipos de reformas nos anos 1990, com as quais ela migrou sua economia de mercado altamente controlada em direção ao modelo neoliberal de privatização das indústrias estatais, além de modificar as leis para que os grandes conglomerados tivessem mais facilidade de atuação. Seu PIB agora está crescendo rapidamente para a grande alegria dos grandes conglomerados e dos investidores internacionais. Ambos os países possuem programas espaciais e missões planejadas para a Lua. Ambos os países possuem bombas nucleares e investem em seus programas militares. Ambos os países possuem um crescente numero de bilionários. A maioria em ambos os países ainda é formada por pobres da zona rural. Na China, entretanto, a pobreza absoluta e a fome tem sido reduzida gradativamente, enquanto que a Índia ainda possui o maior grupo de pessoas desesperadamente pobres e desnutridas do mundo. No cenário global, ambos os países tem ganhado influência. Eles comerciam e cooperam com países na África, na América Latina e na Europa, bem como com seus países vizinhos. Empresas chinesas e indianas estão construindo fábricas e minas em outros continentes e sua influência política está crescendo com seu novo poder econômico. A Índia e a China desejam que o século XXI seja um século asiático onde o centro do poder mundial seja novamente a Ásia e não a Europa ou a América do Norte. Nesta luta, eles estão equilibrando sua relação com os EUA que possuem bases militares ao redor das fronteiras do Japão, Coréia, Ásia Central, Afeganistão, Paquistão e nas ilhas nos oceanos Índico e Pacífico
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