• Guião de História 2023 Digital Noua
    $1.00
    In stock
    Moçambique
    guião de preparação da plataforma FILOSCHOOL que apresenta a resolução de 52 questões do Exame de História da Universidade Pedagógica (UP) de 2023. O conteúdo abrange desde conceitos teóricos e historiográficos, como a Escola dos Annales e o método crítico , até temas de história geral (Guerras Mundiais e Guerra Fria) , pré-história e, com maior enfoque, a história de África e Moçambique. Entre os tópicos específicos destacam-se o movimento do M’fecane , a formação de estados pré-coloniais , o colonialismo português e o processo de independência moçambicana, incluindo a atuação da FRELIMO e os Acordos de Lusaka.
    guião de preparação da plataforma FILOSCHOOL que apresenta a resolução de 52 questões do Exame de História da Universidade Pedagógica (UP) de 2023. O conteúdo abrange desde conceitos teóricos e historiográficos, como a Escola dos Annales e o método crítico , até temas de história geral (Guerras Mundiais e Guerra Fria) , pré-história e, com maior enfoque, a história de África e Moçambique. Entre os tópicos específicos destacam-se o movimento do M’fecane , a formação de estados pré-coloniais , o colonialismo português e o processo de independência moçambicana, incluindo a atuação da FRELIMO e os Acordos de Lusaka.
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  • Guião de História 2023 Digital Noua
    $1.00
    In stock
    Moçambique
    Guião de preparação da Filoschool que contém as 60 questões resolvidas do Exame de Admissão de História da ACIPOL 2023. O conteúdo abrange desde a Antiguidade e a Idade Média até eventos globais contemporâneos como as Guerras Mundiais e a Guerra Fria, com um foco detalhado na História de África e de Moçambique, incluindo a resistência colonial, a fundação da FRELIMO e o processo de democratização no país. Além das respostas, o material oferece suporte via WhatsApp para auxiliar estudantes de diversos níveis académicos.
    Guião de preparação da Filoschool que contém as 60 questões resolvidas do Exame de Admissão de História da ACIPOL 2023. O conteúdo abrange desde a Antiguidade e a Idade Média até eventos globais contemporâneos como as Guerras Mundiais e a Guerra Fria, com um foco detalhado na História de África e de Moçambique, incluindo a resistência colonial, a fundação da FRELIMO e o processo de democratização no país. Além das respostas, o material oferece suporte via WhatsApp para auxiliar estudantes de diversos níveis académicos.
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  • Guião de História 2024 Digital Noua
    $1.00
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    Moçambique
    Guião de preparação da FILOSCHOOL que apresenta o exame de admissão de História da ACIPOL de 2024 devidamente resolvido. O conteúdo abrange temas fundamentais da História Geral, como as causas e alianças das Grandes Guerras Mundiais , a Guerra Fria e as características da Idade Média e do Absolutismo. No contexto africano e moçambicano, o exame foca-se na expansão Bantu , na formação e queda de estados como Mwenemutapa e Gaza , além de analisar as dinâmicas do período colonial, incluindo a Conferência de Berlim, o Mapa-cor-de-rosa e as teorias eurocentristas sobre as resistências locais. Ao todo, são 40 questões que servem como ferramenta de estudo para estudantes que buscam sucesso académico em exames de nível superior
    Guião de preparação da FILOSCHOOL que apresenta o exame de admissão de História da ACIPOL de 2024 devidamente resolvido. O conteúdo abrange temas fundamentais da História Geral, como as causas e alianças das Grandes Guerras Mundiais , a Guerra Fria e as características da Idade Média e do Absolutismo. No contexto africano e moçambicano, o exame foca-se na expansão Bantu , na formação e queda de estados como Mwenemutapa e Gaza , além de analisar as dinâmicas do período colonial, incluindo a Conferência de Berlim, o Mapa-cor-de-rosa e as teorias eurocentristas sobre as resistências locais. Ao todo, são 40 questões que servem como ferramenta de estudo para estudantes que buscam sucesso académico em exames de nível superior
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  • Guião de História 2026 Digital Noua
    $1.00
    In stock
    Moçambique
    Este guião de preparação para o exame de História I da UEM 2026, elaborado pela Filoschool, aborda temas cruciais da trajetória moçambicana e mundial. O conteúdo detalha a periodização da história nacional, destacando a transição da penetração mercantil para a agressão imperialista entre o século XVI e 1885 , além de descrever processos como a Expansão Bantu, a base agrícola baseada em cereais como mapira e mexoeira, e o funcionamento de estados como o de Mwenemutapa e os estados militares do Vale do Zambeze. O material também explora o período colonial, citando a abolição do tráfico de escravos em 1836 , a Convenção de 1928 sobre o trabalho mineiro na África do Sul , e o surgimento do nacionalismo com figuras como Eduardo Mondlane e a realização do 2.º Congresso da FRELIMO no Niassa. Por fim, abrange a história contemporânea, incluindo os Acordos de Lusaka, as primeiras eleições gerais de 1994 e a reversão da barragem de Cahora Bassa em 2006 , além de tópicos de história geral como a Revolução Industrial na Inglaterra e a Guerra Fria entre o bloco capitalista e o socialista.
    Este guião de preparação para o exame de História I da UEM 2026, elaborado pela Filoschool, aborda temas cruciais da trajetória moçambicana e mundial. O conteúdo detalha a periodização da história nacional, destacando a transição da penetração mercantil para a agressão imperialista entre o século XVI e 1885 , além de descrever processos como a Expansão Bantu, a base agrícola baseada em cereais como mapira e mexoeira, e o funcionamento de estados como o de Mwenemutapa e os estados militares do Vale do Zambeze. O material também explora o período colonial, citando a abolição do tráfico de escravos em 1836 , a Convenção de 1928 sobre o trabalho mineiro na África do Sul , e o surgimento do nacionalismo com figuras como Eduardo Mondlane e a realização do 2.º Congresso da FRELIMO no Niassa. Por fim, abrange a história contemporânea, incluindo os Acordos de Lusaka, as primeiras eleições gerais de 1994 e a reversão da barragem de Cahora Bassa em 2006 , além de tópicos de história geral como a Revolução Industrial na Inglaterra e a Guerra Fria entre o bloco capitalista e o socialista.
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  • Guião de exames resolvidos de História 10ª Classe Digital Noua
    $13.00
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    Mocambique
    guião de exames resolvidos de História 10ª Classe de 2024, focado em preparar alunos para exames nacionais e de admissão em Moçambique.

    Principais Temas Abordados:
    1. Imperialismo e Primeira Guerra Mundial

    Alianças: Identifica a Tríplice Aliança (Alemanha, Áustria-Hungria, Itália) e a Tríplice Entente (França, Inglaterra, Rússia).

    Conflitos: Explica as causas da Primeira Guerra, como as contradições imperialistas e a disputa por colónias.

    Rússia: Justifica a saída da Rússia da guerra devido ao enfraquecimento militar e económico interno.

    2. História de Moçambique e Colonialismo

    Conferência de Berlim: Refere o "Mapa Cor-de-Rosa" e a tentativa de Portugal de unir os territórios de Angola a Moçambique.

    Exploração Colonial: Discute o sistema de companhias majestáticas e o papel da mão-de-obra forçada (chibalo).

    Nacionalismo: Destaca o papel de organizações como o Grémio Africano e a Liga Africana no despertar da consciência nacional.

    Economia: Menciona a construção da Barragem de Cahora Bassa e o seu impacto na economia colonial.

    3. Segunda Guerra Mundial e a Nova Ordem Mundial

    Superpotências: Analisa a ascensão dos EUA e da URSS e a divisão do mundo em blocos (Capitalista vs. Socialista).

    Guerra Fria: Aborda o conceito de "Coexistência Pacífica" e eventos que a desafiaram, como a Revolução Chinesa de 1949 e a crise na Hungria em 1956.

    Países Não Alinhados: Explica a importância deste movimento para os países que não queriam aderir a nenhum dos blocos militares.

    4. Organizações Internacionais

    Menciona a criação da ONU (Organização das Nações Unidas) como sucessora da Sociedade das Nações para garantir a paz mundial.
    guião de exames resolvidos de História 10ª Classe de 2024, focado em preparar alunos para exames nacionais e de admissão em Moçambique. Principais Temas Abordados: 1. Imperialismo e Primeira Guerra Mundial Alianças: Identifica a Tríplice Aliança (Alemanha, Áustria-Hungria, Itália) e a Tríplice Entente (França, Inglaterra, Rússia). Conflitos: Explica as causas da Primeira Guerra, como as contradições imperialistas e a disputa por colónias. Rússia: Justifica a saída da Rússia da guerra devido ao enfraquecimento militar e económico interno. 2. História de Moçambique e Colonialismo Conferência de Berlim: Refere o "Mapa Cor-de-Rosa" e a tentativa de Portugal de unir os territórios de Angola a Moçambique. Exploração Colonial: Discute o sistema de companhias majestáticas e o papel da mão-de-obra forçada (chibalo). Nacionalismo: Destaca o papel de organizações como o Grémio Africano e a Liga Africana no despertar da consciência nacional. Economia: Menciona a construção da Barragem de Cahora Bassa e o seu impacto na economia colonial. 3. Segunda Guerra Mundial e a Nova Ordem Mundial Superpotências: Analisa a ascensão dos EUA e da URSS e a divisão do mundo em blocos (Capitalista vs. Socialista). Guerra Fria: Aborda o conceito de "Coexistência Pacífica" e eventos que a desafiaram, como a Revolução Chinesa de 1949 e a crise na Hungria em 1956. Países Não Alinhados: Explica a importância deste movimento para os países que não queriam aderir a nenhum dos blocos militares. 4. Organizações Internacionais Menciona a criação da ONU (Organização das Nações Unidas) como sucessora da Sociedade das Nações para garantir a paz mundial.
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  • O objetivo da Política Externa Alemã era:
    Question 12Answer

    a.
    Atingir e manter um estado de paz na Europa, no qual o povo alemão pudesse recuperar sua unidade na autodeterminação;

    b.
    Atingir e manter um estado de paz na Europa, no qual o povo alemão pudesse recuperar sua unidade na autodeterminação;

    c.
    Tornar a Alemanha uma potência média na Europa Centro-Ocidental;

    d.
    Superar o abismo social entre o Leste e o Oeste prevalecente no período da Guerra Fria.
    O objetivo da Política Externa Alemã era: Question 12Answer a. Atingir e manter um estado de paz na Europa, no qual o povo alemão pudesse recuperar sua unidade na autodeterminação; b. Atingir e manter um estado de paz na Europa, no qual o povo alemão pudesse recuperar sua unidade na autodeterminação; c. Tornar a Alemanha uma potência média na Europa Centro-Ocidental; d. Superar o abismo social entre o Leste e o Oeste prevalecente no período da Guerra Fria.
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  • Com o fim da União Soviética, não havia mais razão para a Guerra Fria e, de imediato, a Rússia se tornou aliada de seus antigos inimigos Ocidentais. Agora, as pessoas do antigo Bloco Oriental podiam viajar livremente assim como mercadorias e lucros. Isso foi visto como um sinal da globalização e como uma coisa boa. E por que não? Não é bom notar que todos nós dividimos este planeta? Haveria algo de ruim na globalização?

    A globalização como um conceito pode ser uma coisa boa, mas quando ela é avaliada na prática se faz necessário levar em conta o que a globalização atual realmente significa para as pessoas. Em 1999, grandes protestos bloquearam o encontro da Organização Mundial do Comércio (OMC) em Seattle, e protestos foram ouvidos ao redor do mundo. Muitos protestos foram direcionados contra as agências internacionais que promovem uma versão da globalização que é extremamente amigável com as empresas multinacionais especialmente as empresas norte-americanas. As agências que foram criticadas são, entre outras, a OMC, o Banco Mundial, o FMI e os encontros do G7, G8 e G20. The purpose of these agencies is to improve the working of global capitalism. Eles não estão trabalhando apenas pela globalização, mas pela “globalização capitalista”. Pode-se adicionar a isso o fato da globalização capitalista que eles ambicionam se encontrar sob a liderança econômica, política e militar dos EUA.

    Os antigos países socialistas, bem como muitos países que não se declararam socialistas possuíam um grande sector governamental que controlava e limitava as actividades das grandes corporações. Muitos países africanos acostumados com suas próprias minas, estradas de ferro e controles sobre o Mercado de grãos, através de seus sistemas bancários, restringiam os investimentos e o envio de lucros para as matrizes das empresas privadas. Estas políticas econômicas nacionalistas visavam salvaguardar a economia nacional e proteger os pequenos negócios contra a competição desleal das empresas multinacionais.

    Estas políticas económicas nacionalistas foram duramente atacadas pelas agências internacionais e em particular pelo FMI. Como muitas nações pobres haviam contraído grandes empréstimos para investir em infraestrutura e para construção de uma vida melhor para seus povos após muitos anos de colonialismo e neocolonialismo o FMI, que possui muito dinheiro para emprestar, pôde forçar as nações a mudar suas políticas como uma pré-condição para novos empréstimos.

    O FMI propôs as chamadas reformas que, invariavelmente, eram muito boas para as empresas estrangeiras e tinham apenas alguns pontos positivos para os países pobres que tinham de abrir suas fronteiras para mercadorias, permitir empresas estrangeiras a investir e livremente tirar seus lucros do país e, ao mesmo tempo, os governos se viram forçados a cortar investimentos em educação, saúde e programas sociais e a vender patrimônio do governo para as multinacionais estrangeiras ou para membros do governo bem relacionados que, às vezes da noite para o dia, tornavam-se milionários ou bilionários assim que se tornavam proprietários de empresas telefônicas, bancos, minas ou grandes extensões de terra.

    A era da globalização tem presenciado um grande impulso para as grandes corporações, geralmente em detrimento dos pobres e marginalizados. Entretanto, resta o fato de que todos nós vivemos em um único planeta, de que somos cada vez mais pessoas e de que, no final, teremos de nos ajudar em escala mundial a fim de sobrevivermos aos muitos desafios do futuro. Portanto, a globalização das pessoas poderia ser uma coisa realmente boa.
    Com o fim da União Soviética, não havia mais razão para a Guerra Fria e, de imediato, a Rússia se tornou aliada de seus antigos inimigos Ocidentais. Agora, as pessoas do antigo Bloco Oriental podiam viajar livremente assim como mercadorias e lucros. Isso foi visto como um sinal da globalização e como uma coisa boa. E por que não? Não é bom notar que todos nós dividimos este planeta? Haveria algo de ruim na globalização? A globalização como um conceito pode ser uma coisa boa, mas quando ela é avaliada na prática se faz necessário levar em conta o que a globalização atual realmente significa para as pessoas. Em 1999, grandes protestos bloquearam o encontro da Organização Mundial do Comércio (OMC) em Seattle, e protestos foram ouvidos ao redor do mundo. Muitos protestos foram direcionados contra as agências internacionais que promovem uma versão da globalização que é extremamente amigável com as empresas multinacionais especialmente as empresas norte-americanas. As agências que foram criticadas são, entre outras, a OMC, o Banco Mundial, o FMI e os encontros do G7, G8 e G20. The purpose of these agencies is to improve the working of global capitalism. Eles não estão trabalhando apenas pela globalização, mas pela “globalização capitalista”. Pode-se adicionar a isso o fato da globalização capitalista que eles ambicionam se encontrar sob a liderança econômica, política e militar dos EUA. Os antigos países socialistas, bem como muitos países que não se declararam socialistas possuíam um grande sector governamental que controlava e limitava as actividades das grandes corporações. Muitos países africanos acostumados com suas próprias minas, estradas de ferro e controles sobre o Mercado de grãos, através de seus sistemas bancários, restringiam os investimentos e o envio de lucros para as matrizes das empresas privadas. Estas políticas econômicas nacionalistas visavam salvaguardar a economia nacional e proteger os pequenos negócios contra a competição desleal das empresas multinacionais. Estas políticas económicas nacionalistas foram duramente atacadas pelas agências internacionais e em particular pelo FMI. Como muitas nações pobres haviam contraído grandes empréstimos para investir em infraestrutura e para construção de uma vida melhor para seus povos após muitos anos de colonialismo e neocolonialismo o FMI, que possui muito dinheiro para emprestar, pôde forçar as nações a mudar suas políticas como uma pré-condição para novos empréstimos. O FMI propôs as chamadas reformas que, invariavelmente, eram muito boas para as empresas estrangeiras e tinham apenas alguns pontos positivos para os países pobres que tinham de abrir suas fronteiras para mercadorias, permitir empresas estrangeiras a investir e livremente tirar seus lucros do país e, ao mesmo tempo, os governos se viram forçados a cortar investimentos em educação, saúde e programas sociais e a vender patrimônio do governo para as multinacionais estrangeiras ou para membros do governo bem relacionados que, às vezes da noite para o dia, tornavam-se milionários ou bilionários assim que se tornavam proprietários de empresas telefônicas, bancos, minas ou grandes extensões de terra. A era da globalização tem presenciado um grande impulso para as grandes corporações, geralmente em detrimento dos pobres e marginalizados. Entretanto, resta o fato de que todos nós vivemos em um único planeta, de que somos cada vez mais pessoas e de que, no final, teremos de nos ajudar em escala mundial a fim de sobrevivermos aos muitos desafios do futuro. Portanto, a globalização das pessoas poderia ser uma coisa realmente boa.
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  • O que é terror?

    A palavra terror foi utilizada primeiramente na política durante a Revolução Francesa em 1793, quando um partido revolucionário no poder por alguns meses empreendeu varias mortes e execuções.



    Segundo o dicionário, terror significa “uso ilegítimo do poder ou violência”. Se por outro lado o governo usa a violência de acordo com a lei, como no caso de deflagração de guerra ou execução de um prisioneiro, isso é chamado de “uso legítimo do poder ou violência” e, portanto, isso não é terror.



    Na realidade, a distinção geralmente é bem confusa. Muitos governos de direita quebram suas próprias regras quando lidam com oponentes políticos, encarcerando pessoas ou até mesmo torturando-as. Tais governos nunca admitirão isso como terror porque eles mesmos sentem que são “legítimos” mesmo quando odiados pelas pessoas.



    Os EUA detêm os suspeitos de terrorismo na prisão de Guantánamo em Cuba sob péssimas condições, mas nunca admitirão que isso seja terror. Quando, durante a última campanha eleitoral presidencial nos EUA, protestantes pacíficos foram espancados pela polícia porque protestavam contra o Partido Republicano de George W. Bush, isso não foi “terrorismo”, mas chamado de “aplicação da lei”.



    Combatentes da liberdade são geralmente chamados de terroristas pelo poder que eles estão combatendo. Quando a FRELIMO lutou contra os colonizadores portugueses, a ZANU lutou na Rodésia e a ANC contra o regime de Apartheid, todos eram chamados de terroristas. Muito embora as pessoas os enxergassem como combatentes da liberdade.



    Às vezes, entretanto, apenas algumas pessoas apoiam uma ação terrorista organizada por um pequeno grupo que mata muitas pessoas inocentes. Neste caso é difícil saber quem esses terroristas são realmente, mesmo se eles postarem cartas anônimas reivindicando sua responsabilidade. Podemos nunca saber se os terroristas não são quem eles dizem que são.



    Em 1933, disparos foram desferidos no parlamento alemão logo após Adolf Hitler ter formalizado um governo nazista. A polícia capturou um comunista, culpado pelo disparo e o executou, além de utilizar a ocasião para prender socialistas e comunistas por toda a Alemanha. Mais tarde, evidências indicaram que o disparo foi feito provavelmente por um grupo de agentes nazistas, assim sendo eles puderam culpar os comunistas alemães que foram prontamente presos e colocados em um campo de concentração pelos nazistas.



    No início da guerra do Vietnã havia pouco apoio para a guerra nos EUA. Mas, logo depois, um navio norte-americano foi atacado próximo a Baia de Tonkin no Vietnã. O incidente foi usado para enviar muito mais tropas para lutar contra os combatentes da liberdade no Vietnã. Mais tarde, foi revelado que a informação sobre os eventos foi falsificada pelos militares.



    Quando o terrorismo é secretamente direcionado por um governo contra seu povo, mas culpa-se um “inimigo”, isso é chamado de “terrorismo de bandeira falsa” porque uma reivindicação falsa é feita sobre quem fez isso. Visto que uma ação terrorista é feita por pessoas desconhecidas e mascaradas, deve-se manter cético sobre quem esta por trás de tal evento.



    A luta contra o terrorismo é realmente difícil quando não se sabe quem são as pessoas e deve-se confiar nas palavras dos agentes da inteligência que podem, eles mesmos, ter algum envolvimento nos eventos.



    A era da guerra ao terror

    Durante a 2ª Guerra Mundial, os EUA construíram as maiores maquinas militares da história a custos enormes. Eles até investiram na construção de uma bomba atômica. Essa produção foi mantida em segredo, muito embora 100.000 pessoas estivessem trabalhando no projeto.



    Após a guerra, a maioria dos americanos queria que o arsenal militar fosse desmantelado, assim os soldados poderiam voltar para casa, mas apenas dois anos mais tarde o presidente dos EUA estava falando sobre a Guerra Fria com a União Soviética e, ao invés de interromper a corrida armamentista, os EUA continuaram a investir em seu arsenal de guerra, bombas e bases militares.



    Quando a União Soviética ruiu em 1991, a Guerra Fria acabou e muitos acharam que agora era tempo de reduzir o arsenal militar dos EUA, mas 10 anos mais tarde em 2001, após o ataque ao World Trade Center, o presidente dos EUA estava empreendendo uma Guerra ao Terror de longa duração e o orçamento militar estava crescendo novamente.



    Um grande arsenal militar é uma coisa boa para as empresas que produzem armas, aviões e equipamentos para o exército e para os funcionários das armas que têm muito trabalho enquanto guerras estão em andamento.



    Não estamos mais vivendo a era da Guerra Fria, mas a era da Guerra ao Terror.
    O que é terror? A palavra terror foi utilizada primeiramente na política durante a Revolução Francesa em 1793, quando um partido revolucionário no poder por alguns meses empreendeu varias mortes e execuções. Segundo o dicionário, terror significa “uso ilegítimo do poder ou violência”. Se por outro lado o governo usa a violência de acordo com a lei, como no caso de deflagração de guerra ou execução de um prisioneiro, isso é chamado de “uso legítimo do poder ou violência” e, portanto, isso não é terror. Na realidade, a distinção geralmente é bem confusa. Muitos governos de direita quebram suas próprias regras quando lidam com oponentes políticos, encarcerando pessoas ou até mesmo torturando-as. Tais governos nunca admitirão isso como terror porque eles mesmos sentem que são “legítimos” mesmo quando odiados pelas pessoas. Os EUA detêm os suspeitos de terrorismo na prisão de Guantánamo em Cuba sob péssimas condições, mas nunca admitirão que isso seja terror. Quando, durante a última campanha eleitoral presidencial nos EUA, protestantes pacíficos foram espancados pela polícia porque protestavam contra o Partido Republicano de George W. Bush, isso não foi “terrorismo”, mas chamado de “aplicação da lei”. Combatentes da liberdade são geralmente chamados de terroristas pelo poder que eles estão combatendo. Quando a FRELIMO lutou contra os colonizadores portugueses, a ZANU lutou na Rodésia e a ANC contra o regime de Apartheid, todos eram chamados de terroristas. Muito embora as pessoas os enxergassem como combatentes da liberdade. Às vezes, entretanto, apenas algumas pessoas apoiam uma ação terrorista organizada por um pequeno grupo que mata muitas pessoas inocentes. Neste caso é difícil saber quem esses terroristas são realmente, mesmo se eles postarem cartas anônimas reivindicando sua responsabilidade. Podemos nunca saber se os terroristas não são quem eles dizem que são. Em 1933, disparos foram desferidos no parlamento alemão logo após Adolf Hitler ter formalizado um governo nazista. A polícia capturou um comunista, culpado pelo disparo e o executou, além de utilizar a ocasião para prender socialistas e comunistas por toda a Alemanha. Mais tarde, evidências indicaram que o disparo foi feito provavelmente por um grupo de agentes nazistas, assim sendo eles puderam culpar os comunistas alemães que foram prontamente presos e colocados em um campo de concentração pelos nazistas. No início da guerra do Vietnã havia pouco apoio para a guerra nos EUA. Mas, logo depois, um navio norte-americano foi atacado próximo a Baia de Tonkin no Vietnã. O incidente foi usado para enviar muito mais tropas para lutar contra os combatentes da liberdade no Vietnã. Mais tarde, foi revelado que a informação sobre os eventos foi falsificada pelos militares. Quando o terrorismo é secretamente direcionado por um governo contra seu povo, mas culpa-se um “inimigo”, isso é chamado de “terrorismo de bandeira falsa” porque uma reivindicação falsa é feita sobre quem fez isso. Visto que uma ação terrorista é feita por pessoas desconhecidas e mascaradas, deve-se manter cético sobre quem esta por trás de tal evento. A luta contra o terrorismo é realmente difícil quando não se sabe quem são as pessoas e deve-se confiar nas palavras dos agentes da inteligência que podem, eles mesmos, ter algum envolvimento nos eventos. A era da guerra ao terror Durante a 2ª Guerra Mundial, os EUA construíram as maiores maquinas militares da história a custos enormes. Eles até investiram na construção de uma bomba atômica. Essa produção foi mantida em segredo, muito embora 100.000 pessoas estivessem trabalhando no projeto. Após a guerra, a maioria dos americanos queria que o arsenal militar fosse desmantelado, assim os soldados poderiam voltar para casa, mas apenas dois anos mais tarde o presidente dos EUA estava falando sobre a Guerra Fria com a União Soviética e, ao invés de interromper a corrida armamentista, os EUA continuaram a investir em seu arsenal de guerra, bombas e bases militares. Quando a União Soviética ruiu em 1991, a Guerra Fria acabou e muitos acharam que agora era tempo de reduzir o arsenal militar dos EUA, mas 10 anos mais tarde em 2001, após o ataque ao World Trade Center, o presidente dos EUA estava empreendendo uma Guerra ao Terror de longa duração e o orçamento militar estava crescendo novamente. Um grande arsenal militar é uma coisa boa para as empresas que produzem armas, aviões e equipamentos para o exército e para os funcionários das armas que têm muito trabalho enquanto guerras estão em andamento. Não estamos mais vivendo a era da Guerra Fria, mas a era da Guerra ao Terror.
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  • Em 1917, o Partido Bolchevique tomou o poder na Revolução Russa. Eles adoptaram o nome de Partido Comunista da União Soviética. Logo, uma invasão de varias nações imperialistas tentou pôr um fim à revolução, mas a União Soviética manteve-se firme. No final dos anos 1920, Stalin tomou o poder e transformou o país em uma ditadura autoritária, mas também conseguiu construir uma impressionante indústria pesada. Durante a 2ª Guerra Mundial, o Exército Vermelho Soviético desferiu contra a Alemanha seu primeiro e mais importante golpe, vencendo a batalha de Stalingrado em 1943. 20 milhões de russos morreram na guerra e a União Soviética, em aliança com os EUA e a Grã-Bretanha saiu vitoriosa.
    Após a guerra, muitos países da Europa Oriental se tornaram socialistas e se juntaram ao Bloco Soviético que fazia oposição aos EUA e à OTAN na chamada Guerra Fria.
    Após a morte de Stalin em 1953, Nikita Khrushchev tornou-se o líder do partido. Ele deu inicio a inúmeras reformas, falou abertamente sobre as atrocidades do regime de Stalin e negociou a primeira proibição de testes nucleares com os EUA em 1963. As coisas pareciam bem para a União Soviética que possuía um sistema educacional muito bom e muitos técnicos bem qualificados. Ela foi a primeira a lançar um foguete, Sputnik, no espaço e depois um Homem, Gagarin, em 1961. O evento causou o chamado choque Sputnik nos EUA que começaram a reforma de seu sistema educacional e de sua produção na tentativa de alcançar a União Soviética e, em 1969, os EUA enviou o primeiro Homem à Lua.

    A União Soviética possuía muitos amigos ao redor do mundo. Inúmeros países africanos tentaram instalar o socialismo em parceria com a União Soviética como Angola, Benin, Congo Brazzaville e Etiópia. Cuba era um aliado próximo dos soviéticos assim como a Coréia do Norte e o Vietnã. Também Egito, Síria e Índia foram por muitos anos próximos a União Soviética.
    A União Soviética era, de longe, a maior nação no mundo com vastos recursos naturais como petróleo, gás, minerais, madeira e muita terra para agricultura. Ela também possuía indústrias em larga escala.
    A União Soviética, entretanto, não era boa na produção de bens de consumo e alimentos para seu povo. A produção militar era muito avançada, mas outras fábricas e fazendas possuíam baixa produtividade. Todas as decisões mais importantes tinham de vir do governo central e de sua vasta burocracia. A União Soviética não possuía pessoas extremamente pobres ou famintas e o sistema económico era popular entre os trabalhadores, enquanto que a classe média nas cidades tinha padrão de vida muito abaixo das pessoas da classe média nos países Ocidentais. Muitas piadas circulavam entre as pessoas sobre os oficiais do partido corruptos, o baixo padrão das mercadorias e as longas filas de espera para se comprar as coisas ou para conseguir permissão para algo.
    Os EUA fizeram o que podiam para enfraquecer a União Soviética. A propaganda de rádio Voz da América transmitia incessantemente sobre as ondas de rádio na Rússia e o estado de guerra económica era intensa. No final, não foi apenas a propaganda que derrubou a União Soviética após mais de 70 anos de socialismo, mas problemas económicos que insuflaram a crescente insatisfação. Um dos eventos dramáticos que contribuíram para a queda da União Soviética foi a guerra no Afeganistão, onde os EUA apoiava os fundamentalistas islâmicos a lutar contra o governo socialista. Por causa disso, o exército soviético invadiu em 1979. Os EUA treinaram e financiaram Osama Bin Laden e outros grupos terroristas para lutar contra a União Soviética. A guerra foi cara e impopular e consequentemente a União Soviética deixou o Afeganistão que veio a ser controlado por vários grupos de lideres militares.
    A queda da União Soviética teve consequências globais que ainda reflectem hoje como o fortalecimento do domínio dos EUA no mundo e o enfraquecimento dos movimentos socialistas em muitos países.
    Em 1917, o Partido Bolchevique tomou o poder na Revolução Russa. Eles adoptaram o nome de Partido Comunista da União Soviética. Logo, uma invasão de varias nações imperialistas tentou pôr um fim à revolução, mas a União Soviética manteve-se firme. No final dos anos 1920, Stalin tomou o poder e transformou o país em uma ditadura autoritária, mas também conseguiu construir uma impressionante indústria pesada. Durante a 2ª Guerra Mundial, o Exército Vermelho Soviético desferiu contra a Alemanha seu primeiro e mais importante golpe, vencendo a batalha de Stalingrado em 1943. 20 milhões de russos morreram na guerra e a União Soviética, em aliança com os EUA e a Grã-Bretanha saiu vitoriosa. Após a guerra, muitos países da Europa Oriental se tornaram socialistas e se juntaram ao Bloco Soviético que fazia oposição aos EUA e à OTAN na chamada Guerra Fria. Após a morte de Stalin em 1953, Nikita Khrushchev tornou-se o líder do partido. Ele deu inicio a inúmeras reformas, falou abertamente sobre as atrocidades do regime de Stalin e negociou a primeira proibição de testes nucleares com os EUA em 1963. As coisas pareciam bem para a União Soviética que possuía um sistema educacional muito bom e muitos técnicos bem qualificados. Ela foi a primeira a lançar um foguete, Sputnik, no espaço e depois um Homem, Gagarin, em 1961. O evento causou o chamado choque Sputnik nos EUA que começaram a reforma de seu sistema educacional e de sua produção na tentativa de alcançar a União Soviética e, em 1969, os EUA enviou o primeiro Homem à Lua. A União Soviética possuía muitos amigos ao redor do mundo. Inúmeros países africanos tentaram instalar o socialismo em parceria com a União Soviética como Angola, Benin, Congo Brazzaville e Etiópia. Cuba era um aliado próximo dos soviéticos assim como a Coréia do Norte e o Vietnã. Também Egito, Síria e Índia foram por muitos anos próximos a União Soviética. A União Soviética era, de longe, a maior nação no mundo com vastos recursos naturais como petróleo, gás, minerais, madeira e muita terra para agricultura. Ela também possuía indústrias em larga escala. A União Soviética, entretanto, não era boa na produção de bens de consumo e alimentos para seu povo. A produção militar era muito avançada, mas outras fábricas e fazendas possuíam baixa produtividade. Todas as decisões mais importantes tinham de vir do governo central e de sua vasta burocracia. A União Soviética não possuía pessoas extremamente pobres ou famintas e o sistema económico era popular entre os trabalhadores, enquanto que a classe média nas cidades tinha padrão de vida muito abaixo das pessoas da classe média nos países Ocidentais. Muitas piadas circulavam entre as pessoas sobre os oficiais do partido corruptos, o baixo padrão das mercadorias e as longas filas de espera para se comprar as coisas ou para conseguir permissão para algo. Os EUA fizeram o que podiam para enfraquecer a União Soviética. A propaganda de rádio Voz da América transmitia incessantemente sobre as ondas de rádio na Rússia e o estado de guerra económica era intensa. No final, não foi apenas a propaganda que derrubou a União Soviética após mais de 70 anos de socialismo, mas problemas económicos que insuflaram a crescente insatisfação. Um dos eventos dramáticos que contribuíram para a queda da União Soviética foi a guerra no Afeganistão, onde os EUA apoiava os fundamentalistas islâmicos a lutar contra o governo socialista. Por causa disso, o exército soviético invadiu em 1979. Os EUA treinaram e financiaram Osama Bin Laden e outros grupos terroristas para lutar contra a União Soviética. A guerra foi cara e impopular e consequentemente a União Soviética deixou o Afeganistão que veio a ser controlado por vários grupos de lideres militares. A queda da União Soviética teve consequências globais que ainda reflectem hoje como o fortalecimento do domínio dos EUA no mundo e o enfraquecimento dos movimentos socialistas em muitos países.
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  • Qual foi uma das razoes da mudança do paradigma socialista para o neoliberal em Moçambique?
    Selecione uma opção de resposta:
    a. O fracasso do desempenho econômico e social do socialismo em Moçambique;
    b. A aderência do país as instituições de Breton Woods, nomeadamente ao banco mundial e ao fundo monetário internacional;
    c. O fim da Guerra Fria;
    d. A busca de nova postura estadual no sistema internacional.
    Qual foi uma das razoes da mudança do paradigma socialista para o neoliberal em Moçambique? Selecione uma opção de resposta: a. O fracasso do desempenho econômico e social do socialismo em Moçambique; b. A aderência do país as instituições de Breton Woods, nomeadamente ao banco mundial e ao fundo monetário internacional; c. O fim da Guerra Fria; d. A busca de nova postura estadual no sistema internacional.
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