• Guião de Química I 2024 Digital Novo
    $1.00
    In stock
    Moçambique
    Este guia de resolução, elaborado pela FILOSCHOOL para o exame de admissão de Química I da UEM em 2024, oferece uma análise detalhada de questões fundamentais da disciplina, desde a cinética química até a química orgânica. O material aborda conceitos de velocidade de reação e a influência de fatores externos, como a temperatura e a concentração de reagentes, utilizando a Regra de Van't Hoff e a Lei da Velocidade para exemplificar cálculos práticos. No campo da físico-química, o guia detalha o equilíbrio químico e o Princípio de Le Chatelier, além de fornecer passos sistemáticos para cálculos de pH, pOH e constantes de solubilidade em diferentes soluções. A seção de eletroquímica foca na identificação de processos de oxirredução, determinação de números de oxidação (Nox) e funcionamento de pilhas, incluindo o cálculo da força eletromotriz. Por fim, a parte de química orgânica explora a classificação de cadeias carbónicas, funções como fenóis e cetonas, e mecanismos reacionais específicos, como a Regra de Markovnikov e a desidratação de álcoois.
    Este guia de resolução, elaborado pela FILOSCHOOL para o exame de admissão de Química I da UEM em 2024, oferece uma análise detalhada de questões fundamentais da disciplina, desde a cinética química até a química orgânica. O material aborda conceitos de velocidade de reação e a influência de fatores externos, como a temperatura e a concentração de reagentes, utilizando a Regra de Van't Hoff e a Lei da Velocidade para exemplificar cálculos práticos. No campo da físico-química, o guia detalha o equilíbrio químico e o Princípio de Le Chatelier, além de fornecer passos sistemáticos para cálculos de pH, pOH e constantes de solubilidade em diferentes soluções. A seção de eletroquímica foca na identificação de processos de oxirredução, determinação de números de oxidação (Nox) e funcionamento de pilhas, incluindo o cálculo da força eletromotriz. Por fim, a parte de química orgânica explora a classificação de cadeias carbónicas, funções como fenóis e cetonas, e mecanismos reacionais específicos, como a Regra de Markovnikov e a desidratação de álcoois.
    1 Comentários 0 Compartilhamentos 735 Visualizações
  • O método de ensino em que grande parte da actividade está no professor que partilha o conhecimento verbalmente, demonstrando, ilustrando e exemplificando, recebe o nome de:
    Question 14Select one:

    a.
    Método de elaboração conjunta

    b.
    Método de trabalho independente

    c.
    Método científico

    d.
    Método de exposição
    O método de ensino em que grande parte da actividade está no professor que partilha o conhecimento verbalmente, demonstrando, ilustrando e exemplificando, recebe o nome de: Question 14Select one: a. Método de elaboração conjunta b. Método de trabalho independente c. Método científico d. Método de exposição
    0 Comentários 0 Compartilhamentos 130 Visualizações
  • .
    SAIBA UM POUCO DO DEBATE PRÉ-ARISTOTÉLICO SOBRE A JUSTIÇA


    O problema da justiça na história da filosofia não teve o seu começo com Aristóteles, já antes dele, vários filósofos como os sofistas, Sócrates e Platão, a título exemplificativo, tinham reflectido acerca da problemática da justiça. Assim sendo, o presente capítulo tem como finalidade contextualizar a ideia da justiça a partir das filosofias pré-aristotélicas.

    PERSPECTIVA SOFÍSTICA SOBRE A JUSTIÇA

    Na história da filosofia os sofistas, além de terem sido os primeiros a mudar o objecto de estudo, do cosmo para o homem, foram os primeiros que fizeram as perguntas pelo fundamento da lei, pela sua validade, pela definição do direito e da justiça.
    O problema da justiça estava ligado a um bem do outrem, que colocava em vantagem aquele que mandava e dano para quem obedeceria, quer dizer, para os sofistas era “justo aquilo que favorecia ao mais forte”.
    A partir do aforismo de Protágoras “o homem é a medida de todas as coisas, dos que são pelo que são, e das que não são pelo que não são”, procuraram legitimar a relatividade do individuo singular, descartaram as leis imutáveis, pelo facto de terem entendido que as leis positivas ou ditas imutáveis não passavam de convenção dos homens para poderem viver em sociedade. Entretanto, importava mais para eles fazer justiça a partir da lei natural dos seus instintos, pois, esta é verdadeira enquanto a outra é apenas uma pura opinião.
    . SAIBA UM POUCO DO DEBATE PRÉ-ARISTOTÉLICO SOBRE A JUSTIÇA O problema da justiça na história da filosofia não teve o seu começo com Aristóteles, já antes dele, vários filósofos como os sofistas, Sócrates e Platão, a título exemplificativo, tinham reflectido acerca da problemática da justiça. Assim sendo, o presente capítulo tem como finalidade contextualizar a ideia da justiça a partir das filosofias pré-aristotélicas. PERSPECTIVA SOFÍSTICA SOBRE A JUSTIÇA Na história da filosofia os sofistas, além de terem sido os primeiros a mudar o objecto de estudo, do cosmo para o homem, foram os primeiros que fizeram as perguntas pelo fundamento da lei, pela sua validade, pela definição do direito e da justiça. O problema da justiça estava ligado a um bem do outrem, que colocava em vantagem aquele que mandava e dano para quem obedeceria, quer dizer, para os sofistas era “justo aquilo que favorecia ao mais forte”. A partir do aforismo de Protágoras “o homem é a medida de todas as coisas, dos que são pelo que são, e das que não são pelo que não são”, procuraram legitimar a relatividade do individuo singular, descartaram as leis imutáveis, pelo facto de terem entendido que as leis positivas ou ditas imutáveis não passavam de convenção dos homens para poderem viver em sociedade. Entretanto, importava mais para eles fazer justiça a partir da lei natural dos seus instintos, pois, esta é verdadeira enquanto a outra é apenas uma pura opinião.
    0 Comentários 0 Compartilhamentos 219 Visualizações
  • Tudo aquilo que tem massa e ocupa lugar no espaço pode ser definido como sendo matéria. Toda matéria é formada por pequenas partículas, designadas átomos.

    Segundo a teoria atômica de Dalton podemos definir que:

    1- A matéria é constituída de pequenas partículas esféricas, maciças e indivisíveis, denominadas de átomos.

    2- Elemento químico é composto de um conjunto de átomos com as mesmas massas e tamanhos.

    3- Elementos químicos diferentes indicam átomos com massas, tamanhos e propriedades diferentes.

    4- Substâncias diferentes são resultantes da combinação de átomos de elementos diversos.

    5- A origem de novas substâncias está relacionada ao rearranjo dos átomos, uma vez que eles não são criados e nem destruídos.

    A madeira, a argila, a água, o ferro são exemplos de matéria, podemos vê-los e tocá-los, mas existem matérias que não podem ser vistas e nem sentidas, é o caso do ar que respiramos e que enche nossos pulmões. O calor que sentimos, as cores, os nossos sentimentos, os sonhos, nenhum deles é matéria, já que não são materiais.

    Através da matéria podemos dar origem a materiais (objetos). Exemplificando seria assim: com um pedaço de madeira o carpinteiro faz um móvel. Ao relacionarmos matéria com o exemplo, ficaria assim:

    Madeira – matéria
    tábua – corpo
    mesa – objeto

    Surge assim outra definição, a de corpo e objeto: Corpo é qualquer porção limitada de matéria e objeto, é aquilo que o corpo se transforma quando é trabalhado.

    Mais exemplos: o escultor usa um pedaço de mármore (corpo) para fazer uma estátua (objeto). O ourives faz um anel (objeto), de uma barra (corpo) de ouro (matéria).
    Tudo aquilo que tem massa e ocupa lugar no espaço pode ser definido como sendo matéria. Toda matéria é formada por pequenas partículas, designadas átomos. Segundo a teoria atômica de Dalton podemos definir que: 1- A matéria é constituída de pequenas partículas esféricas, maciças e indivisíveis, denominadas de átomos. 2- Elemento químico é composto de um conjunto de átomos com as mesmas massas e tamanhos. 3- Elementos químicos diferentes indicam átomos com massas, tamanhos e propriedades diferentes. 4- Substâncias diferentes são resultantes da combinação de átomos de elementos diversos. 5- A origem de novas substâncias está relacionada ao rearranjo dos átomos, uma vez que eles não são criados e nem destruídos. A madeira, a argila, a água, o ferro são exemplos de matéria, podemos vê-los e tocá-los, mas existem matérias que não podem ser vistas e nem sentidas, é o caso do ar que respiramos e que enche nossos pulmões. O calor que sentimos, as cores, os nossos sentimentos, os sonhos, nenhum deles é matéria, já que não são materiais. Através da matéria podemos dar origem a materiais (objetos). Exemplificando seria assim: com um pedaço de madeira o carpinteiro faz um móvel. Ao relacionarmos matéria com o exemplo, ficaria assim: Madeira – matéria tábua – corpo mesa – objeto Surge assim outra definição, a de corpo e objeto: Corpo é qualquer porção limitada de matéria e objeto, é aquilo que o corpo se transforma quando é trabalhado. Mais exemplos: o escultor usa um pedaço de mármore (corpo) para fazer uma estátua (objeto). O ourives faz um anel (objeto), de uma barra (corpo) de ouro (matéria).
    0 Comentários 0 Compartilhamentos 50 Visualizações
Páginas Impulsionadas
Patrocinado

Apoio especializado para projetos académicos, pesquisas e trabalhos escolares com base em método científico e orientação clara.