Monografia Científica- Democracia e Cidadania em Severino Elias Ngoenha: reflexão sobre a participação política em Moçambique Digital Nieuw
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A monografia analisa a participação política dos moçambicanos a partir do pensamento de Severino Elias Ngoenha, com foco nas ideias de democracia e cidadania nas duas repúblicas de Moçambique. O autor procura mostrar que a política não deve ser entendida apenas como disputa de poder, mas como organização da vida pública, participação coletiva e busca do bem comum. Também esclarece que a democracia envolve mais do que votar, exigindo igualdade, liberdade, respeito pela diferença e responsabilidade do governo perante os cidadãos, enquanto a cidadania pressupõe direitos, deveres e participação ativa na construção da sociedade.
Ao comparar a Primeira e a Segunda Repúblicas, o trabalho afirma que a Primeira valorizou a unidade, o trabalho e a justiça social, mas sofreu com rigidez ideológica e pouca abertura ao diálogo. Já a Segunda trouxe mais liberdade e pluralismo, mas acabou sendo marcada pelo individualismo, pela desigualdade e pela lógica do dinheiro, perdendo parte do compromisso com o povo. Por isso, o autor defende que Moçambique deve recuperar os aspetos positivos de ambos os períodos, unindo justiça social, liberdade, diálogo e participação crítica para construir uma democracia mais verdadeira e uma cidadania mais activa.
A monografia analisa a participação política dos moçambicanos a partir do pensamento de Severino Elias Ngoenha, com foco nas ideias de democracia e cidadania nas duas repúblicas de Moçambique. O autor procura mostrar que a política não deve ser entendida apenas como disputa de poder, mas como organização da vida pública, participação coletiva e busca do bem comum. Também esclarece que a democracia envolve mais do que votar, exigindo igualdade, liberdade, respeito pela diferença e responsabilidade do governo perante os cidadãos, enquanto a cidadania pressupõe direitos, deveres e participação ativa na construção da sociedade. Ao comparar a Primeira e a Segunda Repúblicas, o trabalho afirma que a Primeira valorizou a unidade, o trabalho e a justiça social, mas sofreu com rigidez ideológica e pouca abertura ao diálogo. Já a Segunda trouxe mais liberdade e pluralismo, mas acabou sendo marcada pelo individualismo, pela desigualdade e pela lógica do dinheiro, perdendo parte do compromisso com o povo. Por isso, o autor defende que Moçambique deve recuperar os aspetos positivos de ambos os períodos, unindo justiça social, liberdade, diálogo e participação crítica para construir uma democracia mais verdadeira e uma cidadania mais activa.
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