O mercantilismo como ideologia legitimante do Estado, entre os Séculos XVI e XVIII,
defendia:
A. A centralização política e admistrativa como processo conducente ao controle do mercado
nacional; o desencorajamento das importações e a promoção da exportação de produtos
nacionais como mecanismo da preservação da balança comercial favorável à acumulação de
ouro e prata;
B. A acumulação de metais preciosos para a sustentação dos exércitos feudais;
C. O contrôle da produção doméstica e a proibição das exportações
D. A supressão dos poderes dos srs. feudais, e, por consequências dos exércitos privados, sistemas
judiciais e administrativos feudais.
defendia:
A. A centralização política e admistrativa como processo conducente ao controle do mercado
nacional; o desencorajamento das importações e a promoção da exportação de produtos
nacionais como mecanismo da preservação da balança comercial favorável à acumulação de
ouro e prata;
B. A acumulação de metais preciosos para a sustentação dos exércitos feudais;
C. O contrôle da produção doméstica e a proibição das exportações
D. A supressão dos poderes dos srs. feudais, e, por consequências dos exércitos privados, sistemas
judiciais e administrativos feudais.
O mercantilismo como ideologia legitimante do Estado, entre os Séculos XVI e XVIII,
defendia:
A. A centralização política e admistrativa como processo conducente ao controle do mercado
nacional; o desencorajamento das importações e a promoção da exportação de produtos
nacionais como mecanismo da preservação da balança comercial favorável à acumulação de
ouro e prata;
B. A acumulação de metais preciosos para a sustentação dos exércitos feudais;
C. O contrôle da produção doméstica e a proibição das exportações
D. A supressão dos poderes dos srs. feudais, e, por consequências dos exércitos privados, sistemas
judiciais e administrativos feudais.
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