Contractualismo
Contractualismo
A Política na antiguidade baseava-se na natureza. Porque a natureza tem suas leis próprias, o mesmo acontece na idade média. Deus ou a religião assumiu a fundamentação também com leis e princípios próprios.
Na modernidade, como vimos em Maquiavel, o homem se assume como medida de todas as coisas e a política tem sua origem e fundamentação humana. Ora, o contracto entre os homens visa formação do Estado e princípios de convivência na sociedade.
O contratualismo introduz o paradigma antropológico e a necessidade de explicar o funcionamento do estado a partir do próprio homem
Os contratualistas são muitos e têm versões diferentes. Mas, todos comungam a mesma base antropológica e a ideia de que antes do Estado civil os homens viveram no estado da natureza
O autor apresenta a síntese do contractualismo, alegando que é um pacto que retira o ser humano de seu estado de natureza e coloca-o na sociedade de forma com que este passa a conviver com os outros. E também apresenta os principais contraculistas: Hobbes, Locke e Rousseau.
Cada filósofo defende uma concepção diferente do que é o estado natural, e como é feito o contracto. Rousseau é considerado como crítico do contratualismo porque ele vê o contracto como fruto natural. O estado natural de Hobbes é caracterizado pela violência e crueldade etc. e há uma necessidade de se concentrar o poder no príncipe (leviatã), de modo a garantir a boa convivência entre os homens.
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