Cultura, Língua e Comunicação
نشر بتاريخ 2021-09-13 14:32:53
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Por: Aniva Tomás Joaquim
Cultura, Língua e Comunicação
Língua
A língua é um instrumento de comunicação, sendo composto de regras gramaticais que possibilitam que um determinado grupo de falantes consigam comunicar-se, compreender-se.
Para Saussure (apud COSSA & VIEIRA, 1977: 21), a língua é um
sistema de signos abstracto, que, ao mesmo tempo, constitui um património sócia e um conhecimento virtual existente nos cérebros dos falantes de uma mesma comunidade.
Para Saussure (apud COSSA & VIEIRA, 1977: 21), a língua é um
sistema de signos abstracto, que, ao mesmo tempo, constitui um património sócia e um conhecimento virtual existente nos cérebros dos falantes de uma mesma comunidade.
Características da Língua
A língua pode de um lado caracterizar-se pela formalidade, pelo vocabulário apurado e por construções mais trabalhadas. Pode-se dizer que na língua há preocupação com as regras gramaticais, emprega-se a norma culta, ou seja, o conjunto de regras impostas
pela comunidade linguística, para caracterizar o padrão que representa o bom uso dessa mesma língua. De outro lado ela utiliza gírias, abreviações, erros de concordância, prosódias e expressões desprestigiadas.
pela comunidade linguística, para caracterizar o padrão que representa o bom uso dessa mesma língua. De outro lado ela utiliza gírias, abreviações, erros de concordância, prosódias e expressões desprestigiadas.
Dimensões da língua
As dimensões da língua agrupam-se geralmente em três, das quais, destacam-se a
identidade, cultura e conhecimento.
identidade, cultura e conhecimento.
Língua como identidade
A identidade cultural é o sentido de identidade de um grupo, cultura ou individuo, na medida em que este é influenciado pela cultura do grupo a que pertence. Poe-se em causa esta dimensão quando há representação da linguagem e, também há evidencia da
identidade de tal individuo. A identidade em causa, permite-lhe considerar-se pertencente a uma determinada comunidade que é falante da sua língua natural.
identidade de tal individuo. A identidade em causa, permite-lhe considerar-se pertencente a uma determinada comunidade que é falante da sua língua natural.
Língua como Cultura
Se formos a ver, não há povo sem uma determinada dimensão cultural. A dimensão cultural esta muito mais ligada a questão de etnias e raças. Pose-se dizer que a cultura é um dos meios que identificam a verdadeira identidade de um certo individuo, pois cada
um é aquilo que é a identidade da sua cultura, a raça, a etnia, como verdadeiros construtores do que se diz identidade individual.
A cultura por sua vez, é composta de vários elementos abrangendo a língua, responsável e ligada a fala. Língua como conhecimento. Pode-se dizer que o conhecimento linguístico é a base da cultura. Independentemente dos exercícios de aprendizagem escolar, o ser humano desenvolve a sua faculdade específica do conhecimento em uma área linguística.
O conhecimento linguístico é base da identidade de cada um dos indivíduos, partindo mesmo da sua etnia, raça e muitas outras coisas. Pode-se ainda dizer que essa dimensão é a base de cada cultura, pois é ela que dita o verdadeiro sentido e identidade humana, independentemente das condições em que se encontra.
um é aquilo que é a identidade da sua cultura, a raça, a etnia, como verdadeiros construtores do que se diz identidade individual.
A cultura por sua vez, é composta de vários elementos abrangendo a língua, responsável e ligada a fala. Língua como conhecimento. Pode-se dizer que o conhecimento linguístico é a base da cultura. Independentemente dos exercícios de aprendizagem escolar, o ser humano desenvolve a sua faculdade específica do conhecimento em uma área linguística.
O conhecimento linguístico é base da identidade de cada um dos indivíduos, partindo mesmo da sua etnia, raça e muitas outras coisas. Pode-se ainda dizer que essa dimensão é a base de cada cultura, pois é ela que dita o verdadeiro sentido e identidade humana, independentemente das condições em que se encontra.
Comunicação
Antes de mais, é mesmo necessário entender que a comunicação é muito mais do que informar alguém a respeito de alguma coisa, Pois a transmissão da informação não equivale a comunicação, ela prevê o retorno dessa mensagem.
A comunicação vem a ser a troca dessa informação entre dois ou mais interlocutores por meio de signos.
Acto comunicativo – é o conjunto de elementos que actuam numa comunicação, isto é, agrupamento de elementos que fazem acontecer a própria comunicação. Dentre os tipos de acto comunicativo destacam-se o monólogo, o diálogo e a difusão.
Monólogo – o emissor fala consigo mesmo, onde ele é emissor e interlocutor, simultaneamente.
Diálogo – há troca do papel entre o emissor e o receptor, onde um, pergunta e o outro responde e, vice-versa, ensuma, o diálogo remete-nos a interacção entre duas ou mais pessoas.
Difusão – o número de receptores não é determinado, mas sim, indeterminado, trata-se de um programa para o público-alvo.
A comunicação vem a ser a troca dessa informação entre dois ou mais interlocutores por meio de signos.
Acto comunicativo – é o conjunto de elementos que actuam numa comunicação, isto é, agrupamento de elementos que fazem acontecer a própria comunicação. Dentre os tipos de acto comunicativo destacam-se o monólogo, o diálogo e a difusão.
Monólogo – o emissor fala consigo mesmo, onde ele é emissor e interlocutor, simultaneamente.
Diálogo – há troca do papel entre o emissor e o receptor, onde um, pergunta e o outro responde e, vice-versa, ensuma, o diálogo remete-nos a interacção entre duas ou mais pessoas.
Difusão – o número de receptores não é determinado, mas sim, indeterminado, trata-se de um programa para o público-alvo.
Tipos de comunicação
Quanto aos tipos de comunicação, podemos destacar dois, dos quais, de um lado temos a comunicação oral e de outro temos a escrita.
Comunicação oral- De acordo com Ramal (2002) a oralidade é a forma de linguagem básica do homem. A comunicação oral por sua vez, pode-se considerar da emissão de vozes e ela usa vocabulário coerente e muito popular.
Nela, há maior liberdade de se
explorar recursos extralinguísticos como por exemplo a entonação, gestos, postura, assim como expressões faciais que possam facilitar a compreensão da mensagem.
Ainda a comunicação oral é contextual, situacional, implícita, não planejada, espontânea, redundante, próxima ou quase, pública, permite reformulação, implica em feedback imediato, redirecciona o texto em formulação ao convite, proporciona maior repetição.
Comunicação escrita- Diferentemente da comunicação oral, na comunicação escrita tem predominância da grafia e usa-se um vocabulário leccionado. Aqui admite-se também que as expressões interjectivas são feitas pela pontuação ou minuciosidade das
próprias palavras e, essa, é não fragmentada, completa, elaborada, formal, mais densa, distinta, privada, desencadeia possíveis reacções, segue uma ordem lógico-semântica e
mais específico ainda.
De salientar que apesar das diferenças, esses dois tipos de comunicação se assemelham na perspectiva da transmissão de~ ideias ou informações.
Comunicação oral- De acordo com Ramal (2002) a oralidade é a forma de linguagem básica do homem. A comunicação oral por sua vez, pode-se considerar da emissão de vozes e ela usa vocabulário coerente e muito popular.
Nela, há maior liberdade de se
explorar recursos extralinguísticos como por exemplo a entonação, gestos, postura, assim como expressões faciais que possam facilitar a compreensão da mensagem.
Ainda a comunicação oral é contextual, situacional, implícita, não planejada, espontânea, redundante, próxima ou quase, pública, permite reformulação, implica em feedback imediato, redirecciona o texto em formulação ao convite, proporciona maior repetição.
Comunicação escrita- Diferentemente da comunicação oral, na comunicação escrita tem predominância da grafia e usa-se um vocabulário leccionado. Aqui admite-se também que as expressões interjectivas são feitas pela pontuação ou minuciosidade das
próprias palavras e, essa, é não fragmentada, completa, elaborada, formal, mais densa, distinta, privada, desencadeia possíveis reacções, segue uma ordem lógico-semântica e
mais específico ainda.
De salientar que apesar das diferenças, esses dois tipos de comunicação se assemelham na perspectiva da transmissão de~ ideias ou informações.
Elementos de comunicação
Para que a comunicação aconteça são necessários os seguintes elementos: emissor, receptor, mensagem, canal de comunicação, código e o referente ou contexto.
Emissor – este é o destinador ou o remetente, que é a pessoa ou grupo de pessoas que produzem a mensagem.
Receptor – é o destinatário, que é a pessoa ou grupo de pessoas que recebem a mensagem.
Mensagem – a mensagem dita, contem as informações transmitidas.
Canal de comunicação – também designado canal de contacto, é o meio usado para a
transmissão da mensagem.
Código – conjunto de signos de uma língua. No caso de uma mensagem escrita, é a língua. Além de língua, outros códigos podem ser usados para que a informação seja estabelecida com eficiência. Notar-se que o emissor e o receptor devem usar a mesma linguagem.
Referente ou contexto – é o objecto a que a mensagem se refere.
Funções da linguagem .
De notar que cada função de linguagem está directamente ligada a um dos elementos de comunicação, isto é, de acordo com o objectivo que o emissor tem em mente, ele utilizará linguagem orientadora para uma certa função.
Função emotiva ou expressiva – que está ligada ao emissor. Quando o emissor elem de relatar algo, o faz acrescentando a sua impressão pessoal, para causar esta mesma emoção, sensibilizando-o.
Função apelativa ou conotativa – ligada ao receptor. Quando o emissor busca influenciar o modo de pensar e agir do receptor, tomando como base un texto, um fato.
Função poética – ligada a mensagem. Quando o emissor procura realçar os aspectos formais da mensagem.
Função fática ou de contacto – ligada ao canal de comunicação. Quando o emissor tenta manter em contacto com o receptor, de modo que ele receba a mensagem.
Função metalinguística – ligada ao código. Quando o emissor usa o texto para analisar, explicar, definir, criticar, traduzir ou trocar termos e expressões da própria linguagem.
Função referencial ou denotativa – ligada ao referente ou contexto. Quando o emissor deseja apenas comunicar algo, dar uma notícia, descrever um objecto, relatar o explicar uma experiencia científica.
Emissor – este é o destinador ou o remetente, que é a pessoa ou grupo de pessoas que produzem a mensagem.
Receptor – é o destinatário, que é a pessoa ou grupo de pessoas que recebem a mensagem.
Mensagem – a mensagem dita, contem as informações transmitidas.
Canal de comunicação – também designado canal de contacto, é o meio usado para a
transmissão da mensagem.
Código – conjunto de signos de uma língua. No caso de uma mensagem escrita, é a língua. Além de língua, outros códigos podem ser usados para que a informação seja estabelecida com eficiência. Notar-se que o emissor e o receptor devem usar a mesma linguagem.
Referente ou contexto – é o objecto a que a mensagem se refere.
Funções da linguagem .
De notar que cada função de linguagem está directamente ligada a um dos elementos de comunicação, isto é, de acordo com o objectivo que o emissor tem em mente, ele utilizará linguagem orientadora para uma certa função.
Função emotiva ou expressiva – que está ligada ao emissor. Quando o emissor elem de relatar algo, o faz acrescentando a sua impressão pessoal, para causar esta mesma emoção, sensibilizando-o.
Função apelativa ou conotativa – ligada ao receptor. Quando o emissor busca influenciar o modo de pensar e agir do receptor, tomando como base un texto, um fato.
Função poética – ligada a mensagem. Quando o emissor procura realçar os aspectos formais da mensagem.
Função fática ou de contacto – ligada ao canal de comunicação. Quando o emissor tenta manter em contacto com o receptor, de modo que ele receba a mensagem.
Função metalinguística – ligada ao código. Quando o emissor usa o texto para analisar, explicar, definir, criticar, traduzir ou trocar termos e expressões da própria linguagem.
Função referencial ou denotativa – ligada ao referente ou contexto. Quando o emissor deseja apenas comunicar algo, dar uma notícia, descrever um objecto, relatar o explicar uma experiencia científica.
CONCLUSÃO
Ao abordarmos o desenvolvimento do trabalho, chegamos a saber que a língua tem suas características e dimensões, a cultural, identidade e conhecimento.
Ficamos ainda sabendo que a comunicação subdivide-se em dois grandes grupos, dos quais destacamos a comunicação oral e a comunicação escrita não só, como também vimos os elementos essenciais da comunicação ou acto comunicativo, o emissor, que é o que escreve a mensagem, o receptor, que recebe a mesma mensagem, a mensagem, que se trata da própria informação transmitida, canal de comunicação, que é o meio para a transmissão dessa mensagem, código, os signos linguísticos e, enfim, o referente ou contexto, correspondente ao objecto a que a mensagem se refere.
Tivemos ainda a oportunidade de destacar e saber da questão das funções da linguagem que por sinal encontram-se directamente ligadas aos elementos da comunicação. No entanto, existem seis funções de linguagem, das quais destacamos a função emotiva
também designada de expressiva, função referencial ou denotativa, função apelativa ou conotativa, função poética, função fáctica e função metalinguística, onde teve a possibilidade de se desenvolverem ponto a ponto e a sua compreensão total por nossa
parte, partindo do trabalho em presença.
Agora, chegado ao fim do trabalho, compreendido cada uma das funções, notou-se que cada uma delas se interliga ao seu elemento de comunicação, onde apreendemos que a função expressiva corresponde ao emissor, pois é onde ele relata e algo e acrescenta a sua impressão pessoal, para causar no receptor a emoção.
A função referencial corresponde ao referente, pois é ai onde se deseja comunicar algo, notícia ou mais. A função conotativa corresponde ao receptor, a função poética à mensagem, função fáctica ao canal de comunicação e enfim temos a função metalinguística que corresponde ao código, pois é aqui onde analisa, explica, critica e troca-se as expressões dessa linguagem.
Ficamos ainda sabendo que a comunicação subdivide-se em dois grandes grupos, dos quais destacamos a comunicação oral e a comunicação escrita não só, como também vimos os elementos essenciais da comunicação ou acto comunicativo, o emissor, que é o que escreve a mensagem, o receptor, que recebe a mesma mensagem, a mensagem, que se trata da própria informação transmitida, canal de comunicação, que é o meio para a transmissão dessa mensagem, código, os signos linguísticos e, enfim, o referente ou contexto, correspondente ao objecto a que a mensagem se refere.
Tivemos ainda a oportunidade de destacar e saber da questão das funções da linguagem que por sinal encontram-se directamente ligadas aos elementos da comunicação. No entanto, existem seis funções de linguagem, das quais destacamos a função emotiva
também designada de expressiva, função referencial ou denotativa, função apelativa ou conotativa, função poética, função fáctica e função metalinguística, onde teve a possibilidade de se desenvolverem ponto a ponto e a sua compreensão total por nossa
parte, partindo do trabalho em presença.
Agora, chegado ao fim do trabalho, compreendido cada uma das funções, notou-se que cada uma delas se interliga ao seu elemento de comunicação, onde apreendemos que a função expressiva corresponde ao emissor, pois é onde ele relata e algo e acrescenta a sua impressão pessoal, para causar no receptor a emoção.
A função referencial corresponde ao referente, pois é ai onde se deseja comunicar algo, notícia ou mais. A função conotativa corresponde ao receptor, a função poética à mensagem, função fáctica ao canal de comunicação e enfim temos a função metalinguística que corresponde ao código, pois é aqui onde analisa, explica, critica e troca-se as expressões dessa linguagem.
BIBLIOGRAFIA
COMUNICAÇÃO… (1746). Comunicação e expressão em língua portuguesa. São Paulo, Aline palmares.
PUGLIESE, André. (2010). Comunicação: reflexões sobre a mídia e a linguagem, Palmas, Alcar.
RAMAL, Andréa Cecília. (2002). Educação na cibercultura: hipertextualidade, leitura, escrita e aprendizagem. Porto Alegre, Artmed
Lingua Portuguesa. pdf
PUGLIESE, André. (2010). Comunicação: reflexões sobre a mídia e a linguagem, Palmas, Alcar.
RAMAL, Andréa Cecília. (2002). Educação na cibercultura: hipertextualidade, leitura, escrita e aprendizagem. Porto Alegre, Artmed
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