• Guião de História 2023 Digital Nuovo
    $1.00
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    Moçambique
    guião de preparação da plataforma FILOSCHOOL que apresenta a resolução de 52 questões do Exame de História da Universidade Pedagógica (UP) de 2023. O conteúdo abrange desde conceitos teóricos e historiográficos, como a Escola dos Annales e o método crítico , até temas de história geral (Guerras Mundiais e Guerra Fria) , pré-história e, com maior enfoque, a história de África e Moçambique. Entre os tópicos específicos destacam-se o movimento do M’fecane , a formação de estados pré-coloniais , o colonialismo português e o processo de independência moçambicana, incluindo a atuação da FRELIMO e os Acordos de Lusaka.
    guião de preparação da plataforma FILOSCHOOL que apresenta a resolução de 52 questões do Exame de História da Universidade Pedagógica (UP) de 2023. O conteúdo abrange desde conceitos teóricos e historiográficos, como a Escola dos Annales e o método crítico , até temas de história geral (Guerras Mundiais e Guerra Fria) , pré-história e, com maior enfoque, a história de África e Moçambique. Entre os tópicos específicos destacam-se o movimento do M’fecane , a formação de estados pré-coloniais , o colonialismo português e o processo de independência moçambicana, incluindo a atuação da FRELIMO e os Acordos de Lusaka.
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  • Guião de História 2023 Digital Nuovo
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    Moçambique
    Guião de preparação da Filoschool que contém as 60 questões resolvidas do Exame de Admissão de História da ACIPOL 2023. O conteúdo abrange desde a Antiguidade e a Idade Média até eventos globais contemporâneos como as Guerras Mundiais e a Guerra Fria, com um foco detalhado na História de África e de Moçambique, incluindo a resistência colonial, a fundação da FRELIMO e o processo de democratização no país. Além das respostas, o material oferece suporte via WhatsApp para auxiliar estudantes de diversos níveis académicos.
    Guião de preparação da Filoschool que contém as 60 questões resolvidas do Exame de Admissão de História da ACIPOL 2023. O conteúdo abrange desde a Antiguidade e a Idade Média até eventos globais contemporâneos como as Guerras Mundiais e a Guerra Fria, com um foco detalhado na História de África e de Moçambique, incluindo a resistência colonial, a fundação da FRELIMO e o processo de democratização no país. Além das respostas, o material oferece suporte via WhatsApp para auxiliar estudantes de diversos níveis académicos.
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  • Guião de História 2023 Digital Nuovo
    $1.00
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    Moçambique
    guia de preparação da FILOSCHOOL apresenta uma coletânea de 60 questões resolvidas do exame de História de 2023 da Universidade Joaquim Chissano (UJC) , abrangendo desde a definição da História como ciência e a transição do feudalismo para o capitalismo , até eventos cruciais da Idade Contemporânea como as Grandes Guerras Mundiais, a ascensão do Liberalismo e o papel da ONU. O documento detalha processos de ocupação e descolonização em África, destacando a formação de estados pré-coloniais como o Grande Zimbabwe , e foca especificamente no nacionalismo moçambicano, abordando a fundação da FRELIMO, a luta armada de libertação e a subsequente transição política para a democracia e economia de mercado com a Constituição de 1990. Além disso, o material contextualiza crises geopolíticas recentes, como os golpes de Estado na região do Sahel e o conflito israelo-palestiniano.
    guia de preparação da FILOSCHOOL apresenta uma coletânea de 60 questões resolvidas do exame de História de 2023 da Universidade Joaquim Chissano (UJC) , abrangendo desde a definição da História como ciência e a transição do feudalismo para o capitalismo , até eventos cruciais da Idade Contemporânea como as Grandes Guerras Mundiais, a ascensão do Liberalismo e o papel da ONU. O documento detalha processos de ocupação e descolonização em África, destacando a formação de estados pré-coloniais como o Grande Zimbabwe , e foca especificamente no nacionalismo moçambicano, abordando a fundação da FRELIMO, a luta armada de libertação e a subsequente transição política para a democracia e economia de mercado com a Constituição de 1990. Além disso, o material contextualiza crises geopolíticas recentes, como os golpes de Estado na região do Sahel e o conflito israelo-palestiniano.
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  • Guião de Língua Inglesa 2022 1ª Época Digital Nuovo
    $1.00
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    Guide for the 12th Grade English National Exam (2022, 1st Period), produced by the FILOSCHOOL application to assist students in achieving academic success. The exam resolution begins with a reading comprehension section focused on the life of Nelson Mandela, noting his birth in 1918, his democratic election as President, and the announcement of his release on February 2, 1990. It also explores legal concepts, identifying the symbols of Lady Justice—the sword, scales, and blindfold—and defining the law as a system to maintain order and protect citizens . The grammar portion provides detailed explanations for reflexive pronouns (e.g., yourself, ourselves), the first conditional ($if + present simple, will + base verb$), and the passive voice (e.g., was repaired). Additionally, the guide covers Mozambican general knowledge, identifying Eduardo Mondlane as the founder of FRELIMO who was killed by a letter bomb and Samora Machel as the nation's first president
    Guide for the 12th Grade English National Exam (2022, 1st Period), produced by the FILOSCHOOL application to assist students in achieving academic success. The exam resolution begins with a reading comprehension section focused on the life of Nelson Mandela, noting his birth in 1918, his democratic election as President, and the announcement of his release on February 2, 1990. It also explores legal concepts, identifying the symbols of Lady Justice—the sword, scales, and blindfold—and defining the law as a system to maintain order and protect citizens . The grammar portion provides detailed explanations for reflexive pronouns (e.g., yourself, ourselves), the first conditional ($if + present simple, will + base verb$), and the passive voice (e.g., was repaired). Additionally, the guide covers Mozambican general knowledge, identifying Eduardo Mondlane as the founder of FRELIMO who was killed by a letter bomb and Samora Machel as the nation's first president
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  • Guião de História 2026 Digital Nuovo
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    Moçambique
    Este guião de preparação para o exame de História I da UEM 2026, elaborado pela Filoschool, aborda temas cruciais da trajetória moçambicana e mundial. O conteúdo detalha a periodização da história nacional, destacando a transição da penetração mercantil para a agressão imperialista entre o século XVI e 1885 , além de descrever processos como a Expansão Bantu, a base agrícola baseada em cereais como mapira e mexoeira, e o funcionamento de estados como o de Mwenemutapa e os estados militares do Vale do Zambeze. O material também explora o período colonial, citando a abolição do tráfico de escravos em 1836 , a Convenção de 1928 sobre o trabalho mineiro na África do Sul , e o surgimento do nacionalismo com figuras como Eduardo Mondlane e a realização do 2.º Congresso da FRELIMO no Niassa. Por fim, abrange a história contemporânea, incluindo os Acordos de Lusaka, as primeiras eleições gerais de 1994 e a reversão da barragem de Cahora Bassa em 2006 , além de tópicos de história geral como a Revolução Industrial na Inglaterra e a Guerra Fria entre o bloco capitalista e o socialista.
    Este guião de preparação para o exame de História I da UEM 2026, elaborado pela Filoschool, aborda temas cruciais da trajetória moçambicana e mundial. O conteúdo detalha a periodização da história nacional, destacando a transição da penetração mercantil para a agressão imperialista entre o século XVI e 1885 , além de descrever processos como a Expansão Bantu, a base agrícola baseada em cereais como mapira e mexoeira, e o funcionamento de estados como o de Mwenemutapa e os estados militares do Vale do Zambeze. O material também explora o período colonial, citando a abolição do tráfico de escravos em 1836 , a Convenção de 1928 sobre o trabalho mineiro na África do Sul , e o surgimento do nacionalismo com figuras como Eduardo Mondlane e a realização do 2.º Congresso da FRELIMO no Niassa. Por fim, abrange a história contemporânea, incluindo os Acordos de Lusaka, as primeiras eleições gerais de 1994 e a reversão da barragem de Cahora Bassa em 2006 , além de tópicos de história geral como a Revolução Industrial na Inglaterra e a Guerra Fria entre o bloco capitalista e o socialista.
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  • MANIFESTO ELEITORAL DA FRELIMO
    MANIFESTO ELEITORAL DA FRELIMO
    Tipo di file: pdf
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  • O que é terror?

    A palavra terror foi utilizada primeiramente na política durante a Revolução Francesa em 1793, quando um partido revolucionário no poder por alguns meses empreendeu varias mortes e execuções.



    Segundo o dicionário, terror significa “uso ilegítimo do poder ou violência”. Se por outro lado o governo usa a violência de acordo com a lei, como no caso de deflagração de guerra ou execução de um prisioneiro, isso é chamado de “uso legítimo do poder ou violência” e, portanto, isso não é terror.



    Na realidade, a distinção geralmente é bem confusa. Muitos governos de direita quebram suas próprias regras quando lidam com oponentes políticos, encarcerando pessoas ou até mesmo torturando-as. Tais governos nunca admitirão isso como terror porque eles mesmos sentem que são “legítimos” mesmo quando odiados pelas pessoas.



    Os EUA detêm os suspeitos de terrorismo na prisão de Guantánamo em Cuba sob péssimas condições, mas nunca admitirão que isso seja terror. Quando, durante a última campanha eleitoral presidencial nos EUA, protestantes pacíficos foram espancados pela polícia porque protestavam contra o Partido Republicano de George W. Bush, isso não foi “terrorismo”, mas chamado de “aplicação da lei”.



    Combatentes da liberdade são geralmente chamados de terroristas pelo poder que eles estão combatendo. Quando a FRELIMO lutou contra os colonizadores portugueses, a ZANU lutou na Rodésia e a ANC contra o regime de Apartheid, todos eram chamados de terroristas. Muito embora as pessoas os enxergassem como combatentes da liberdade.



    Às vezes, entretanto, apenas algumas pessoas apoiam uma ação terrorista organizada por um pequeno grupo que mata muitas pessoas inocentes. Neste caso é difícil saber quem esses terroristas são realmente, mesmo se eles postarem cartas anônimas reivindicando sua responsabilidade. Podemos nunca saber se os terroristas não são quem eles dizem que são.



    Em 1933, disparos foram desferidos no parlamento alemão logo após Adolf Hitler ter formalizado um governo nazista. A polícia capturou um comunista, culpado pelo disparo e o executou, além de utilizar a ocasião para prender socialistas e comunistas por toda a Alemanha. Mais tarde, evidências indicaram que o disparo foi feito provavelmente por um grupo de agentes nazistas, assim sendo eles puderam culpar os comunistas alemães que foram prontamente presos e colocados em um campo de concentração pelos nazistas.



    No início da guerra do Vietnã havia pouco apoio para a guerra nos EUA. Mas, logo depois, um navio norte-americano foi atacado próximo a Baia de Tonkin no Vietnã. O incidente foi usado para enviar muito mais tropas para lutar contra os combatentes da liberdade no Vietnã. Mais tarde, foi revelado que a informação sobre os eventos foi falsificada pelos militares.



    Quando o terrorismo é secretamente direcionado por um governo contra seu povo, mas culpa-se um “inimigo”, isso é chamado de “terrorismo de bandeira falsa” porque uma reivindicação falsa é feita sobre quem fez isso. Visto que uma ação terrorista é feita por pessoas desconhecidas e mascaradas, deve-se manter cético sobre quem esta por trás de tal evento.



    A luta contra o terrorismo é realmente difícil quando não se sabe quem são as pessoas e deve-se confiar nas palavras dos agentes da inteligência que podem, eles mesmos, ter algum envolvimento nos eventos.



    A era da guerra ao terror

    Durante a 2ª Guerra Mundial, os EUA construíram as maiores maquinas militares da história a custos enormes. Eles até investiram na construção de uma bomba atômica. Essa produção foi mantida em segredo, muito embora 100.000 pessoas estivessem trabalhando no projeto.



    Após a guerra, a maioria dos americanos queria que o arsenal militar fosse desmantelado, assim os soldados poderiam voltar para casa, mas apenas dois anos mais tarde o presidente dos EUA estava falando sobre a Guerra Fria com a União Soviética e, ao invés de interromper a corrida armamentista, os EUA continuaram a investir em seu arsenal de guerra, bombas e bases militares.



    Quando a União Soviética ruiu em 1991, a Guerra Fria acabou e muitos acharam que agora era tempo de reduzir o arsenal militar dos EUA, mas 10 anos mais tarde em 2001, após o ataque ao World Trade Center, o presidente dos EUA estava empreendendo uma Guerra ao Terror de longa duração e o orçamento militar estava crescendo novamente.



    Um grande arsenal militar é uma coisa boa para as empresas que produzem armas, aviões e equipamentos para o exército e para os funcionários das armas que têm muito trabalho enquanto guerras estão em andamento.



    Não estamos mais vivendo a era da Guerra Fria, mas a era da Guerra ao Terror.
    O que é terror? A palavra terror foi utilizada primeiramente na política durante a Revolução Francesa em 1793, quando um partido revolucionário no poder por alguns meses empreendeu varias mortes e execuções. Segundo o dicionário, terror significa “uso ilegítimo do poder ou violência”. Se por outro lado o governo usa a violência de acordo com a lei, como no caso de deflagração de guerra ou execução de um prisioneiro, isso é chamado de “uso legítimo do poder ou violência” e, portanto, isso não é terror. Na realidade, a distinção geralmente é bem confusa. Muitos governos de direita quebram suas próprias regras quando lidam com oponentes políticos, encarcerando pessoas ou até mesmo torturando-as. Tais governos nunca admitirão isso como terror porque eles mesmos sentem que são “legítimos” mesmo quando odiados pelas pessoas. Os EUA detêm os suspeitos de terrorismo na prisão de Guantánamo em Cuba sob péssimas condições, mas nunca admitirão que isso seja terror. Quando, durante a última campanha eleitoral presidencial nos EUA, protestantes pacíficos foram espancados pela polícia porque protestavam contra o Partido Republicano de George W. Bush, isso não foi “terrorismo”, mas chamado de “aplicação da lei”. Combatentes da liberdade são geralmente chamados de terroristas pelo poder que eles estão combatendo. Quando a FRELIMO lutou contra os colonizadores portugueses, a ZANU lutou na Rodésia e a ANC contra o regime de Apartheid, todos eram chamados de terroristas. Muito embora as pessoas os enxergassem como combatentes da liberdade. Às vezes, entretanto, apenas algumas pessoas apoiam uma ação terrorista organizada por um pequeno grupo que mata muitas pessoas inocentes. Neste caso é difícil saber quem esses terroristas são realmente, mesmo se eles postarem cartas anônimas reivindicando sua responsabilidade. Podemos nunca saber se os terroristas não são quem eles dizem que são. Em 1933, disparos foram desferidos no parlamento alemão logo após Adolf Hitler ter formalizado um governo nazista. A polícia capturou um comunista, culpado pelo disparo e o executou, além de utilizar a ocasião para prender socialistas e comunistas por toda a Alemanha. Mais tarde, evidências indicaram que o disparo foi feito provavelmente por um grupo de agentes nazistas, assim sendo eles puderam culpar os comunistas alemães que foram prontamente presos e colocados em um campo de concentração pelos nazistas. No início da guerra do Vietnã havia pouco apoio para a guerra nos EUA. Mas, logo depois, um navio norte-americano foi atacado próximo a Baia de Tonkin no Vietnã. O incidente foi usado para enviar muito mais tropas para lutar contra os combatentes da liberdade no Vietnã. Mais tarde, foi revelado que a informação sobre os eventos foi falsificada pelos militares. Quando o terrorismo é secretamente direcionado por um governo contra seu povo, mas culpa-se um “inimigo”, isso é chamado de “terrorismo de bandeira falsa” porque uma reivindicação falsa é feita sobre quem fez isso. Visto que uma ação terrorista é feita por pessoas desconhecidas e mascaradas, deve-se manter cético sobre quem esta por trás de tal evento. A luta contra o terrorismo é realmente difícil quando não se sabe quem são as pessoas e deve-se confiar nas palavras dos agentes da inteligência que podem, eles mesmos, ter algum envolvimento nos eventos. A era da guerra ao terror Durante a 2ª Guerra Mundial, os EUA construíram as maiores maquinas militares da história a custos enormes. Eles até investiram na construção de uma bomba atômica. Essa produção foi mantida em segredo, muito embora 100.000 pessoas estivessem trabalhando no projeto. Após a guerra, a maioria dos americanos queria que o arsenal militar fosse desmantelado, assim os soldados poderiam voltar para casa, mas apenas dois anos mais tarde o presidente dos EUA estava falando sobre a Guerra Fria com a União Soviética e, ao invés de interromper a corrida armamentista, os EUA continuaram a investir em seu arsenal de guerra, bombas e bases militares. Quando a União Soviética ruiu em 1991, a Guerra Fria acabou e muitos acharam que agora era tempo de reduzir o arsenal militar dos EUA, mas 10 anos mais tarde em 2001, após o ataque ao World Trade Center, o presidente dos EUA estava empreendendo uma Guerra ao Terror de longa duração e o orçamento militar estava crescendo novamente. Um grande arsenal militar é uma coisa boa para as empresas que produzem armas, aviões e equipamentos para o exército e para os funcionários das armas que têm muito trabalho enquanto guerras estão em andamento. Não estamos mais vivendo a era da Guerra Fria, mas a era da Guerra ao Terror.
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  • Na história da Luta Armada de Libertação Nacional de Moçambique, o termo aldeamentos refere-se:
    A. Às povoações onde as autoridades militares e administrativas coloniais reassentavam as populações expostas à influência da guerrilha.
    B. As povoações onde os guerrilheiros da Frelimo reassentavam as populações fugidas das zonas controladas pelo estado colonial português.
    C. As povoações onde os guerrilheiros da Frelimo aprisionavam os soldados portugueses capturados em combate.
    D. As povoações onde os guerrilheiros da Frelimo treinavam e preparavam as acções militares.
    E. As povoações em volta dos aquartelamentos do exército colonial.
    Na história da Luta Armada de Libertação Nacional de Moçambique, o termo aldeamentos refere-se: A. Às povoações onde as autoridades militares e administrativas coloniais reassentavam as populações expostas à influência da guerrilha. B. As povoações onde os guerrilheiros da Frelimo reassentavam as populações fugidas das zonas controladas pelo estado colonial português. C. As povoações onde os guerrilheiros da Frelimo aprisionavam os soldados portugueses capturados em combate. D. As povoações onde os guerrilheiros da Frelimo treinavam e preparavam as acções militares. E. As povoações em volta dos aquartelamentos do exército colonial.
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  • A ‘Operação Nó Górdio’, lançada pelo exército colonial português nos meados de 1970, tinha como alvo específico... A. As bases da FRELIMO localizadas nas províncias do Niassa, Cabo Delgado e Niassa.
    B. As bases da FRELIMO localizadas apenas na província do Niassa.
    C. As bases da FRELIMO localizadas apenas na província de Cabo Delgado.
    D. As bases da FRELIMO localizadas na região de Mueda.
    E. As bases da FRELIMO localizadas na região de Cuamba.
    A ‘Operação Nó Górdio’, lançada pelo exército colonial português nos meados de 1970, tinha como alvo específico... A. As bases da FRELIMO localizadas nas províncias do Niassa, Cabo Delgado e Niassa. B. As bases da FRELIMO localizadas apenas na província do Niassa. C. As bases da FRELIMO localizadas apenas na província de Cabo Delgado. D. As bases da FRELIMO localizadas na região de Mueda. E. As bases da FRELIMO localizadas na região de Cuamba.
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  • Não se pode falar da Luta de Libertação Nacional de Moçambique sem se mencionar o papel da Tanzânia, cujo Governo permitiu que a Frente de Libertação de Moçambique (FRELIMO) instalasse a sua sede e instalasse várias outras infraestruturas essenciais para a luta. Essa não foi, porém, a atitude de todos os governos da região da África Austral. Com Exame de admissão de História II1 DAU Página 3 de 4 efeito, alguns tinham assinado acordos de segurança com o regime colonial português, no âmbito dos quais prendiam e deportavam militantes da FRELIMO que transitavam pelos seus territórios. Um desses governos foi do(a):
    A. África do Sul.
    B. Botswana.
    C. Lesotho.
    D. Malawi.
    E. E-Swathini (ex-Swazilândia).
    Não se pode falar da Luta de Libertação Nacional de Moçambique sem se mencionar o papel da Tanzânia, cujo Governo permitiu que a Frente de Libertação de Moçambique (FRELIMO) instalasse a sua sede e instalasse várias outras infraestruturas essenciais para a luta. Essa não foi, porém, a atitude de todos os governos da região da África Austral. Com Exame de admissão de História II1 DAU Página 3 de 4 efeito, alguns tinham assinado acordos de segurança com o regime colonial português, no âmbito dos quais prendiam e deportavam militantes da FRELIMO que transitavam pelos seus territórios. Um desses governos foi do(a): A. África do Sul. B. Botswana. C. Lesotho. D. Malawi. E. E-Swathini (ex-Swazilândia).
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