• Guião de exames resolvidos de História 10ª Classe Digital Νέο
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    Mocambique
    guião de exames resolvidos de História 10ª Classe de 2024, focado em preparar alunos para exames nacionais e de admissão em Moçambique.

    Principais Temas Abordados:
    1. Imperialismo e Primeira Guerra Mundial

    Alianças: Identifica a Tríplice Aliança (Alemanha, Áustria-Hungria, Itália) e a Tríplice Entente (França, Inglaterra, Rússia).

    Conflitos: Explica as causas da Primeira Guerra, como as contradições imperialistas e a disputa por colónias.

    Rússia: Justifica a saída da Rússia da guerra devido ao enfraquecimento militar e económico interno.

    2. História de Moçambique e Colonialismo

    Conferência de Berlim: Refere o "Mapa Cor-de-Rosa" e a tentativa de Portugal de unir os territórios de Angola a Moçambique.

    Exploração Colonial: Discute o sistema de companhias majestáticas e o papel da mão-de-obra forçada (chibalo).

    Nacionalismo: Destaca o papel de organizações como o Grémio Africano e a Liga Africana no despertar da consciência nacional.

    Economia: Menciona a construção da Barragem de Cahora Bassa e o seu impacto na economia colonial.

    3. Segunda Guerra Mundial e a Nova Ordem Mundial

    Superpotências: Analisa a ascensão dos EUA e da URSS e a divisão do mundo em blocos (Capitalista vs. Socialista).

    Guerra Fria: Aborda o conceito de "Coexistência Pacífica" e eventos que a desafiaram, como a Revolução Chinesa de 1949 e a crise na Hungria em 1956.

    Países Não Alinhados: Explica a importância deste movimento para os países que não queriam aderir a nenhum dos blocos militares.

    4. Organizações Internacionais

    Menciona a criação da ONU (Organização das Nações Unidas) como sucessora da Sociedade das Nações para garantir a paz mundial.
    guião de exames resolvidos de História 10ª Classe de 2024, focado em preparar alunos para exames nacionais e de admissão em Moçambique. Principais Temas Abordados: 1. Imperialismo e Primeira Guerra Mundial Alianças: Identifica a Tríplice Aliança (Alemanha, Áustria-Hungria, Itália) e a Tríplice Entente (França, Inglaterra, Rússia). Conflitos: Explica as causas da Primeira Guerra, como as contradições imperialistas e a disputa por colónias. Rússia: Justifica a saída da Rússia da guerra devido ao enfraquecimento militar e económico interno. 2. História de Moçambique e Colonialismo Conferência de Berlim: Refere o "Mapa Cor-de-Rosa" e a tentativa de Portugal de unir os territórios de Angola a Moçambique. Exploração Colonial: Discute o sistema de companhias majestáticas e o papel da mão-de-obra forçada (chibalo). Nacionalismo: Destaca o papel de organizações como o Grémio Africano e a Liga Africana no despertar da consciência nacional. Economia: Menciona a construção da Barragem de Cahora Bassa e o seu impacto na economia colonial. 3. Segunda Guerra Mundial e a Nova Ordem Mundial Superpotências: Analisa a ascensão dos EUA e da URSS e a divisão do mundo em blocos (Capitalista vs. Socialista). Guerra Fria: Aborda o conceito de "Coexistência Pacífica" e eventos que a desafiaram, como a Revolução Chinesa de 1949 e a crise na Hungria em 1956. Países Não Alinhados: Explica a importância deste movimento para os países que não queriam aderir a nenhum dos blocos militares. 4. Organizações Internacionais Menciona a criação da ONU (Organização das Nações Unidas) como sucessora da Sociedade das Nações para garantir a paz mundial.
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  • Por 2000 anos, a Índia e a China foram as áreas mais ricas do mundo. Não existem estatísticas da antiguidade, mas historiadores econômicos estimam que por longos períodos o PIB da China correspondeu a 30% do total do PIB mundial e o da Índia 25% do total.



    Há 2.000 anos havia comércio entre estes países asiáticos e os europeus que admiravam suas belas mercadorias. Há 1.000 anos o comércio ligava a Ásia e o sul da África.



    As coisas mudaram quando o imperialismo britânico se espalhou pelo mundo. Em 1757, a Companhia Britânica das Índias Orientais tomou o controle da rica região de Bengala.

    Em poucos anos, as pessoas no local foram atingidas pela pobreza, visto que suas lavouras de algodão foram arrebatadas para a Inglaterra. Nos anos 1800, a Inglaterra promoveu Guerra à China e a forçou a abrir suas fronteiras às mercadorias estrangeiras como o ópio.

    Em 1900, o PIB combinado da Índia e da China havia caído dos antes 55% do total mundial para apenas 15%, muito embora 40% da população mundial vivia nos dois países. A fome acometia a Índia e a China regularmente, com frequência ceifando a vida de milhões de pessoas.



    Em 1947, a Índia obteve independência da Inglaterra e começou a construir uma economia nacional em cooperação com União Soviética. Isso significou a construção de uma indústria pesada e um controle cuidadoso das importações e das exportações.

    Em 1949, o partido comunista chinês tomou o poder e começou a construir sua própria versão de uma economia socialista.

    Ambas as nações permaneceram pobres por muitos anos, embora algum progresso pudesse ser registrado. Nos anos 1960 e 70, a Índia começou sua revolução verde. Novas variedades de lavouras, fertilizantes e irrigação foram introduzidas e a Índia se tornou capaz de alimentar sua população.

    Durante o mesmo período, a China construiu muitas escolas e clínicas em áreas rurais e tentou diversificar sua produção e estabelecer uma autossuficiência local.



    Durante os anos 1980, a China mudou suas políticas econômicas e introduziu reformas econômicas de mercado, o que significou um sistema econômico capitalista. Desde então, o PIB da China tem crescido a um ritmo acelerado e a nação é hoje a segunda maior economia do mundo e o maior produtor mundial de bens industriais.

    A Índia iniciou os mesmos tipos de reformas nos anos 1990, com as quais ela migrou sua economia de mercado altamente controlada em direção ao modelo neoliberal de privatização das indústrias estatais, além de modificar as leis para que os grandes conglomerados tivessem mais facilidade de atuação. Seu PIB agora está crescendo rapidamente para a grande alegria dos grandes conglomerados e dos investidores internacionais.



    Ambos os países possuem programas espaciais e missões planejadas para a Lua. Ambos os países possuem bombas nucleares e investem em seus programas militares. Ambos os países possuem um crescente numero de bilionários. A maioria em ambos os países ainda é formada por pobres da zona rural.



    Na China, entretanto, a pobreza absoluta e a fome tem sido reduzida gradativamente, enquanto que a Índia ainda possui o maior grupo de pessoas desesperadamente pobres e desnutridas do mundo.



    No cenário global, ambos os países tem ganhado influência. Eles comerciam e cooperam com países na África, na América Latina e na Europa, bem como com seus países vizinhos. Empresas chinesas e indianas estão construindo fábricas e minas em outros continentes e sua influência política está crescendo com seu novo poder econômico.



    A Índia e a China desejam que o século XXI seja um século asiático onde o centro do poder mundial seja novamente a Ásia e não a Europa ou a América do Norte. Nesta luta, eles estão equilibrando sua relação com os EUA que possuem bases militares ao redor das fronteiras do Japão, Coréia, Ásia Central, Afeganistão, Paquistão e nas ilhas nos oceanos Índico e Pacífico
    Por 2000 anos, a Índia e a China foram as áreas mais ricas do mundo. Não existem estatísticas da antiguidade, mas historiadores econômicos estimam que por longos períodos o PIB da China correspondeu a 30% do total do PIB mundial e o da Índia 25% do total. Há 2.000 anos havia comércio entre estes países asiáticos e os europeus que admiravam suas belas mercadorias. Há 1.000 anos o comércio ligava a Ásia e o sul da África. As coisas mudaram quando o imperialismo britânico se espalhou pelo mundo. Em 1757, a Companhia Britânica das Índias Orientais tomou o controle da rica região de Bengala. Em poucos anos, as pessoas no local foram atingidas pela pobreza, visto que suas lavouras de algodão foram arrebatadas para a Inglaterra. Nos anos 1800, a Inglaterra promoveu Guerra à China e a forçou a abrir suas fronteiras às mercadorias estrangeiras como o ópio. Em 1900, o PIB combinado da Índia e da China havia caído dos antes 55% do total mundial para apenas 15%, muito embora 40% da população mundial vivia nos dois países. A fome acometia a Índia e a China regularmente, com frequência ceifando a vida de milhões de pessoas. Em 1947, a Índia obteve independência da Inglaterra e começou a construir uma economia nacional em cooperação com União Soviética. Isso significou a construção de uma indústria pesada e um controle cuidadoso das importações e das exportações. Em 1949, o partido comunista chinês tomou o poder e começou a construir sua própria versão de uma economia socialista. Ambas as nações permaneceram pobres por muitos anos, embora algum progresso pudesse ser registrado. Nos anos 1960 e 70, a Índia começou sua revolução verde. Novas variedades de lavouras, fertilizantes e irrigação foram introduzidas e a Índia se tornou capaz de alimentar sua população. Durante o mesmo período, a China construiu muitas escolas e clínicas em áreas rurais e tentou diversificar sua produção e estabelecer uma autossuficiência local. Durante os anos 1980, a China mudou suas políticas econômicas e introduziu reformas econômicas de mercado, o que significou um sistema econômico capitalista. Desde então, o PIB da China tem crescido a um ritmo acelerado e a nação é hoje a segunda maior economia do mundo e o maior produtor mundial de bens industriais. A Índia iniciou os mesmos tipos de reformas nos anos 1990, com as quais ela migrou sua economia de mercado altamente controlada em direção ao modelo neoliberal de privatização das indústrias estatais, além de modificar as leis para que os grandes conglomerados tivessem mais facilidade de atuação. Seu PIB agora está crescendo rapidamente para a grande alegria dos grandes conglomerados e dos investidores internacionais. Ambos os países possuem programas espaciais e missões planejadas para a Lua. Ambos os países possuem bombas nucleares e investem em seus programas militares. Ambos os países possuem um crescente numero de bilionários. A maioria em ambos os países ainda é formada por pobres da zona rural. Na China, entretanto, a pobreza absoluta e a fome tem sido reduzida gradativamente, enquanto que a Índia ainda possui o maior grupo de pessoas desesperadamente pobres e desnutridas do mundo. No cenário global, ambos os países tem ganhado influência. Eles comerciam e cooperam com países na África, na América Latina e na Europa, bem como com seus países vizinhos. Empresas chinesas e indianas estão construindo fábricas e minas em outros continentes e sua influência política está crescendo com seu novo poder econômico. A Índia e a China desejam que o século XXI seja um século asiático onde o centro do poder mundial seja novamente a Ásia e não a Europa ou a América do Norte. Nesta luta, eles estão equilibrando sua relação com os EUA que possuem bases militares ao redor das fronteiras do Japão, Coréia, Ásia Central, Afeganistão, Paquistão e nas ilhas nos oceanos Índico e Pacífico
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  • Alguém pra ajudar só a dar uma revisão se está certo ou não.


    1. Quem liderou a negritude em africa foi Leopold Senghor, com objectivo de provar que e possível filosofar e que existem filósofos em africa.
    2. O nome do jornal e jornal Lutudiant Noir cujos autores criticavam o sistema colonial e defendiam a personalidade negra.
    3. A razão que levou a criação dos E.U.A no meu ponto de vista foi devido ao colonialismo e o neocolonialismo. a) Os 3 aspectos fundamentais que motivaram a união dos negros na defesa da criação dos E.U.A foram:  Plano económico comum  Exército único  Linha política e diplomática comum.
    4. O autor da obra Peu Noir, masques blanquess é Frantz Fanon, que relata uma experiencia vivida por um negro do mundo dos brancos.
    5. A negritude não e um objecto final mas um principio para alcançar um objectivo este pensamento pertence ao filosofo Jean Paul Sartné.
    6. Marcus Gorvey foi quem liderou o movimento do renascimento negro (Black Renaissence).
    7. A ideia da possibilidade de que o negro encontra-se consigo mesmo, deve se valorizar e de se impor para ser valorizado por outros povos. Esta perspectiva filosófica enquadra-se na cultura e humanismo.
    8. A escola que defende que a função da filosofia africana e de coleccionar, interpretar e de fundir provérbios, contos foltrolicos e mitos é representada por: John Mbiti.9. No âmbito da filosofia africana, os políticos contemporâneos como Nkrumah, Nyerere, Kuando e Lithuli apresentam ideias diferentes mas o seu porto comum é a defesa do socialismo.
    10. O lugar em que realizou-se pela primeira vez o Pan-africanismo foi nos E.U.A em 1990.
    11. O representante da escola que defende que a filosofia africana é um pensamento especulativo e subjaz nos provérbios, nos costumes que os africanos herdaram dos seus antepassados através da tradição oral é Odera Oruka.
    12. Segundo Weredu e Houtondje, autorização de uma filosofia africana ainda constitui um problema, principalmente na maior parte da africa subsariana. Qual e a causa fundamental? R: fraca tradição da filosofia escrita ou por outra ausência da escrita.
    13. A crítica que Houtondje faz a etnofilosofia é: Hountondje afirma que a mitologia não e filosofia a filosofia começa onde a opinião e a sabedoria popular terminam e supõe a emergência de lagos e da escrita a partir do mito e da oralidade.
    14. A filosofia cultural africana é uma das orientações para investigação filosófica em africa. Por que razão? R: Construir uma base das tradições do passado para a identidade africana.
    15. Em que contexto se enquadra as seguintes palavras: identidade, fidelidade, e solidariedade. R: enquadram na cultura e humanismo.
    16. Marcus Gravey foi mentor de que movimento a luz da negritude. R: Embora nunca tenha visitado o continente africano, ele foi um dos principais idealizadores do movimento de ‘retorno para a Africa’, incentivamente fortemente os afro-americanos a emigrarem para la.
    17. O principal objectivo do encontro de africanos realizados no âmbito do Panafricanismo nos E.U.A foi: a luta contra imperialismo e colonialismo.
    Alguém pra ajudar só a dar uma revisão se está certo ou não. 1. Quem liderou a negritude em africa foi Leopold Senghor, com objectivo de provar que e possível filosofar e que existem filósofos em africa. 2. O nome do jornal e jornal Lutudiant Noir cujos autores criticavam o sistema colonial e defendiam a personalidade negra. 3. A razão que levou a criação dos E.U.A no meu ponto de vista foi devido ao colonialismo e o neocolonialismo. a) Os 3 aspectos fundamentais que motivaram a união dos negros na defesa da criação dos E.U.A foram:  Plano económico comum  Exército único  Linha política e diplomática comum. 4. O autor da obra Peu Noir, masques blanquess é Frantz Fanon, que relata uma experiencia vivida por um negro do mundo dos brancos. 5. A negritude não e um objecto final mas um principio para alcançar um objectivo este pensamento pertence ao filosofo Jean Paul Sartné. 6. Marcus Gorvey foi quem liderou o movimento do renascimento negro (Black Renaissence). 7. A ideia da possibilidade de que o negro encontra-se consigo mesmo, deve se valorizar e de se impor para ser valorizado por outros povos. Esta perspectiva filosófica enquadra-se na cultura e humanismo. 8. A escola que defende que a função da filosofia africana e de coleccionar, interpretar e de fundir provérbios, contos foltrolicos e mitos é representada por: John Mbiti.9. No âmbito da filosofia africana, os políticos contemporâneos como Nkrumah, Nyerere, Kuando e Lithuli apresentam ideias diferentes mas o seu porto comum é a defesa do socialismo. 10. O lugar em que realizou-se pela primeira vez o Pan-africanismo foi nos E.U.A em 1990. 11. O representante da escola que defende que a filosofia africana é um pensamento especulativo e subjaz nos provérbios, nos costumes que os africanos herdaram dos seus antepassados através da tradição oral é Odera Oruka. 12. Segundo Weredu e Houtondje, autorização de uma filosofia africana ainda constitui um problema, principalmente na maior parte da africa subsariana. Qual e a causa fundamental? R: fraca tradição da filosofia escrita ou por outra ausência da escrita. 13. A crítica que Houtondje faz a etnofilosofia é: Hountondje afirma que a mitologia não e filosofia a filosofia começa onde a opinião e a sabedoria popular terminam e supõe a emergência de lagos e da escrita a partir do mito e da oralidade. 14. A filosofia cultural africana é uma das orientações para investigação filosófica em africa. Por que razão? R: Construir uma base das tradições do passado para a identidade africana. 15. Em que contexto se enquadra as seguintes palavras: identidade, fidelidade, e solidariedade. R: enquadram na cultura e humanismo. 16. Marcus Gravey foi mentor de que movimento a luz da negritude. R: Embora nunca tenha visitado o continente africano, ele foi um dos principais idealizadores do movimento de ‘retorno para a Africa’, incentivamente fortemente os afro-americanos a emigrarem para la. 17. O principal objectivo do encontro de africanos realizados no âmbito do Panafricanismo nos E.U.A foi: a luta contra imperialismo e colonialismo.
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  • Até 1815 a Europa ocidental vive um período de equilíbrio de poder político e económico como consequência da 2a fase da revolução industrial (1750-1914)e do imperialismo de "livre-cambista".Este equilíbrio verificou-se entre os seguintes países europeus;

    A.Inglaterra,França,Bélgica e Alemanha
    B.Inglaterra,França,Itália e Alemanha
    C.Alemanha,Bélgica, Holanda e Espanha
    D.França, Alemanha,Bélgica e Polónia
    E.Itália,Polónia,Espanha e Portugal
    Até 1815 a Europa ocidental vive um período de equilíbrio de poder político e económico como consequência da 2a fase da revolução industrial (1750-1914)e do imperialismo de "livre-cambista".Este equilíbrio verificou-se entre os seguintes países europeus; A.Inglaterra,França,Bélgica e Alemanha B.Inglaterra,França,Itália e Alemanha C.Alemanha,Bélgica, Holanda e Espanha D.França, Alemanha,Bélgica e Polónia E.Itália,Polónia,Espanha e Portugal
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  • Quem foi Ngungunhane?
    Ngungunhane foi o último rei de Gaza. Amado por uns, odiado por outros, Ngungunhane foi declarado "herói" em Moçambique, em 1985. Hoje é lembrado como um símbolo contra o imperialismo europeu.

    Ngungunhane foi o último imperador do Império de Gaza, no território que actualmente é Moçambique, e o último monarca da dinastia Dlamine. Cognominado o Leão de Gaza, o seu reinando estendeu-se de 1884 a 28 de Dezembro de 1895, dia em que foi feito prisioneiro por Joaquim Mouzinho de Albuquerque na aldeia fortificada de Chaimite. Já conhecido da imprensa europeia, a administração colonial portuguesa decidiu condená-lo ao exílio em vez de o mandar fuzilar, como o fizera a outros. Foi transportado para Lisboa, acompanhado por um filho de nome Godide e por outros dignitários. Após uma breve permanência naquela cidade, foi desterrado para os Açores, onde viria a falecer onze anos mais tarde.
    Quem foi Ngungunhane? Ngungunhane foi o último rei de Gaza. Amado por uns, odiado por outros, Ngungunhane foi declarado "herói" em Moçambique, em 1985. Hoje é lembrado como um símbolo contra o imperialismo europeu. Ngungunhane foi o último imperador do Império de Gaza, no território que actualmente é Moçambique, e o último monarca da dinastia Dlamine. Cognominado o Leão de Gaza, o seu reinando estendeu-se de 1884 a 28 de Dezembro de 1895, dia em que foi feito prisioneiro por Joaquim Mouzinho de Albuquerque na aldeia fortificada de Chaimite. Já conhecido da imprensa europeia, a administração colonial portuguesa decidiu condená-lo ao exílio em vez de o mandar fuzilar, como o fizera a outros. Foi transportado para Lisboa, acompanhado por um filho de nome Godide e por outros dignitários. Após uma breve permanência naquela cidade, foi desterrado para os Açores, onde viria a falecer onze anos mais tarde.
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