Origens do comportamento organizacional

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A origem do comportamento organizacional pode ser vista como tendo seu surgimento próximo da época de Max Weber com seus estudos sobre corporações. A revolução industrial foi um período que trouxe novas tecnologias para a manufatura, incluindo automações de tarefas anteriormente manuais.

A especificidade da organização escolar, tem sido reivindicada com base em trabalhos de Administração de Empresas.

Dentro da Teoria Científica da Administração que foi formulada no início do séc. XX, por F. Taylor e Henri Fayol. leia também sobre: Teoria clássica da administração

Segundo Henri Fayol, dizia que todos os gestores de organizações deviam saber desempenhar as cinco funções de gestão, que são: planear, organizar, comandar, coordenar e controlar. Para Mário e Zélia Noronha, na teoria clássica organizacional, baseada nos estudos científicos elaborados por Frederick Taylor, os melhores movimentos deviam orientar-se pelos seguintes princípios: autoridade hierarquizada em que existem níveis de competências; unidade de comando na qual se recebe ordens de um só superior; princípio de excepção em que a delegação de funções atinge os níveis mais baixos, deixando as assunções mais elevadas para hierarquias superiores.

As investigações feitas por Elton Mayo e seus colaboradores, chegaram à conclusão de que existiam diversos factores sociais que salientam a importância da estrutura informal e deram origem à Teoria da Relações Humanas. Esta teoria desenvolve-se em quatro fases:

  • Na primeira fase da experiência, pretende-se verificar os efeitos que as condições de trabalho produzem sobre o rendimento do trabalho e verifica-se que existem factores que não estão a ser controlados e que alteram o rendimento do trabalho;
  • Nesta segunda fase da experiência, procura-se, através de entrevistas a dois mil trabalhadores conhecer o que pensam e o que sentem por detrás das suas actuações;
  • Na terceira fase da experiência, são analisadas as respostas obtidas e definida uma teoria sobre a natureza de satisfação ou insatisfação dos trabalhadores;
  • Na quarta fase, estuda-se um grupo de catorze trabalhadores, ultrapassa-se a segunda fase, a da entrevista e conclui-se na análise da organização informal que quando os trabalhadores consideram ter cumprido a tarefa normal reduzem a produção, quando produziam mais que a média tentam ocultar o facto para poderem compensar num dia em que o rendimento seja inferior à média, que pressionam os mais rápidos a baixar a produção, que solicitam pagamentos, por excesso de produção e que exercessem punições simbólicas sobre os companheiros que prejudicassem o grupo.
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